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domingo, 18 de janeiro de 2026

Cuide do seu coração - Hábitos saudáveis...

 


Cuide do seu coração - Hábitos saudáveis

 Se pudesse dar um único conselho para reduzir o risco de um evento fatal, qual seria?

 Prevenção é a palavra-chave. Meu conselho é que as pessoas devam sempre procurar cuidar, ter hábitos saudáveis, como alimentação adequada, fazer atividade física regular, pelo menos 150 minutos por semana, como preconizado por todas as sociedades e diretrizes, cuidar do estresse e monitorar os fatores de risco.

Em entrevista, a médica Olga Souza explica o que é um infarto fulminante, as diferenças nos sintomas entre homens e mulheres e a importância de realizar o check up

 A pressão arterial, o colesterol, a glicose, evitar o tabagismo. Controlar os fatores de risco é a forma de prevenir esse processo e proteger o coração e o cérebro.

Prevenção é a palavra-chave', diz a cardiologista Olga Souza sobre infarto, problema cada vez mais comum entre os jovens

Dra Olga Souza, Diretora Nacional de Cardiologia da Rede D'Or — Foto: Roberto Moreyra / Agência O Globo

A morte do diretor do Grupo Rodobens, Giuliano Verdi, de 51 anos, vítima de um infarto no dia 2 de janeiro, em Trancoso (BA), retrata uma dura realidade: as doenças cardiovasculares seguem entre as principais causas de morte no Brasil e no mundo. Segundo estimativas da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), cerca de 400 mil brasileiros morrem todos os anos em decorrência de problemas cardíacos.

 Para a diretora nacional de Cardiologia da Rede D’Or, Olga Souza, uma parcela significativa dessas mortes poderia ser evitada com a adoção de hábitos preventivos, como o acompanhamento médico regular e a realização de check-ups anuais.

 Em entrevista ao GLOBO, Olga explica o que é um infarto fulminante, as principais causas e o aumento da condição entre jovens, as diferenças nos sintomas entre homens e mulheres e a importância de realizar o check up cardiológico regularmente.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2024

Tratamento da Vesícula Biliar

 



Tratamento da Vesícula Biliar

Dr. Douglas Bastos

Muito se fala sobre pedras e inflamação na vesícula, mas você já ouviu falar em vesícula hidrópica? Esse problema é menos conhecido, mas também merece atenção quando o assunto é a saúde biliar.

A vesícula hidrópica é resultado da hidropsia da vesícula biliar, um processo que consiste na dilatação do órgão por causa da obstrução crônica do duto cístico.

Quer saber mais sobre vesícula hidrópica e conferir quais são os tratamentos possíveis para essa condição clínica? Continue lendo o artigo e entenda melhor o assunto!

Afinal, o que é vesícula biliar?

Antes de aprofundarmos a conversa a respeito da vesícula hidrópica, é preciso relembrar o conceito de vesícula biliar. A vesícula biliar é um pequeno órgão do corpo humano, localizado abaixo do fígado. Seu formato lembra o formato de uma pera e sua principal função é armazenar até 50 ml de bile e auxiliar no trabalho digestivo, especialmente no processamento de gorduras.

E vesícula hidrópica, como pode ser definida?

A vesícula hidrópica é a vesícula biliar dilatada. Ela fica distendida e preenchida com muco ou líquido claro e aquoso. Normalmente não tem caráter inflamatório ou infeccioso, embora possa estar associada a inflamações e infecções no órgão nos quadros de maior gravidade.

Por que ocorre a hidropsia de vesícula?

A vesícula hidrópica é causada pela obstrução da saída da vesícula biliar, que geralmente é provocada por pedra impactada no duto cístico ou no colo do órgão.

Quais são os sintomas de vesícula hidrópica?

A vesícula hidrópica pode gerar manifestações físicas como dor no quadrante superior direito do abdômen, desconforto epigástrico, náuseas, vômitos, etc. Quando a dor persiste por mais de 6 horas ou vem acompanhada de febre e calafrios, pode haver uma condição mais grave, como colecistite aguda, epiema da vesícula ou obstrução coexistente do duto biliar.

Caso você apresente algum desses sintomas e suspeite de problemas na vesícula biliar, procure imediatamente um médico especialista em aparelho digestivo. A rapidez no diagnóstico faz toda diferença!

Como diagnosticar o problema?

Além de avaliação sintomática e exame clínico, a dilatação da vesícula biliar pode ser confirmada através de exames de imagem que identificam a diminuição do espessamento da parede da vesícula e o aumento do volume de líquido em seu interior.

terça-feira, 17 de dezembro de 2024

Cuide do seu fígado agora. Alerta geral

 



 Cuide do seu fígado agora. Alerta geral

O mais comum, porém, é o quadro ser descoberto por exames  complementares,  como o ultrassom do abdome, se realizados por um profissional familiarizado com a esteatose hepática.

A discreta gordura do fígado e esteatose hepática

Como descobrir?

Cristina Nabuco

Durante o exame físico, o médico pode notar um aumento do fígado.

 A confirmação é feita por meio de biópsia, em que se colhe, usando-se uma agulha, amostra de tecido do fígado para análise ao microscópio.

 Como requer anestesia e internação, o método é substituído por um novo exame de imagem, ainda não disponível na rede pública:  a elastografia hepática, na qual ondas de baixa frequência são associadas ao ultrassom para estimar danos. Quanto mais rapidamente as ondas se propagam, mais endurecido está o tecido.

 A avaliação de duas enzimas hepáticas, AST (aspartato aminotransferase) e ALT (alanino aminotransferase), também indica a presença de inflamação. Pacientes mais vulneráveis, com mais de 45 anos, costumam ter níveis aumentados desses enzimas, além de diabetes e obesidade.

 Mas a doença não perdoa nem os adolescentes. Metade dos 300 pacientes de 15 a 19 anos, com excesso de peso, analisados em 2009 pelo Grupo de Estudos da Obesidade da Unifesp tinha esteatose.

 Em trabalhado divulgado em março deste ano, pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade Emory, nos Estados Unidos, calcularam que a incidência da doença na adolescência duplicou em 20 anos.

Forças aliadas

domingo, 10 de novembro de 2024

"Declínio cognitivo da memória".

 



"Declínio cognitivo  da memória".

Resumo do texto...

O declínio cognitivo é uma das maiores ameaças à independência e à qualidade de vida de um indivíduo com 65 anos ou mais [ 1 ]. Com um grande segmento da população dos EUA entrando nesta fase da vida [ 2 ], devemos usar abordagens de pesquisa interdisciplinares de ponta para investigar quais fatores influenciam a trajetória do envelhecimento cognitivo e cerebral saudável.

 A literatura identificou vários modificadores críticos do envelhecimento cerebral e cognitivo [ 3 ]. Além disso, a “Agenda de Cuidados Primários para a Saúde Cerebral” da American Heart Association é baseada em fatores de risco modificáveis ​​conhecidos por afetar a saúde cerebral ao longo da vida [ 4 ].

  Esses fatores de risco modificáveis ​​incluem aspectos do estilo de vida, como dieta e exercícios, ambos identificados como intervenções promissoras relacionadas à prevenção [ 4 ]. Embora o foco da pesquisa anterior sobre intervenções dietéticas e de exercícios tenha tradicionalmente se centrado na saúde e bem-estar geral ou na saúde cardiovascular [ 5 , 6 , 7 ], cada vez mais, os cientistas têm procurado aplicar essas intervenções para melhorar a saúde cerebral.

2.2. Alterações no cérebro relacionadas à idade

O processo de envelhecimento tem um efeito profundo no cérebro [ 13 , 22 , 23 , 24 ]. As seções a seguir discutirão as mudanças relacionadas à idade na estrutura do cérebro e as mudanças subjacentes na fisiologia que levam a essas mudanças estruturais.

 Estrutura do cérebro. O processo de envelhecimento impacta diferencialmente as regiões e redes cerebrais em todo o córtex. As mudanças estruturais no cérebro associadas ao envelhecimento incluem redução do volume de matéria cinzenta e da espessura cortical. As principais regiões afetadas são o córtex pré-frontal, o hipocampo, o lobo temporal medial e as áreas de associação dentro dos lobos parietais [ 13 , 22 ].

sexta-feira, 8 de julho de 2022

O alerta sobre drogas para os jovens

 



                                                  

O alerta sobre drogas para os jovens

 Entenda melhor!

Como funciona a mente de um dependente químico?

Na progressão da doença da dependência, o dependente químico se volta para dentro, os outros sentem o afastamento emocional e reagem.

Isto é o começo dos “problemas com pessoas” para o dependente químico.

A ligação emocional do dependente químico é com um objeto ou acontecimento e não com pessoas, eles manipulam as pessoas e as tratam como objetos e acham que não faz sentido os outros se ofenderem.

A doença da dependência química é muito arrogante e egocêntrica. Para um dependente químico a preocupação dos outros é um problema.

As pessoas são consideradas bisbilhoteiras, e a sua preocupação torna-se um obstáculo a ser ultrapassado, elas não são importantes a menos que possam ser usadas para intensificar a dependência química.

Os dependentes químicos sentem bem-estar na relação emocional com o álcool e outras drogas ou com acontecimentos e sentimentos que causam prazer intenso e compulsivo, em vez de pessoas, é porque as drogas não fazem perguntas.

Nesta fase de progressão da dependência química, se a família e amigos tentarem entrar em contato, para saber como o dependente químico está passando, encontrarão resistências e mentiras, um afastamento ou até um ataque à dignidade.

 

Os dependentes químicos desconfiam dos outros porque, projetam os seus sistemas de crenças e valores aditivos nas pessoas.

As convicções do dependente químico é que eles acreditam que todos são objetos e podem ser usados, e que se deve “fazer aos outros antes que façam a nós.”

O mais triste disto é que, na realidade, o dependente químico é uma vítima.

A doença da dependência química é um assalto contra a pessoa, mas ele não pensa nisso com um sentido lógico.

Constatar a realidade, como resultado da dependência química, é uma ameaça ao usar drogas. A raiva e a tensão que o dependente químico sente, são projetadas contra os outros, eles próprios e o mundo inteiro.

Como o dependente químico acaba vivendo sua vida em função das drogas, alguns comportamentos como irritabilidade e inquietação são comuns.

Além disso, são muitos os sintomas que podem se manifestar como a depressão e ansiedade, perda de vínculos com pessoas consideradas importantes ou mania de perseguição acabam fazendo parte do cotidiano da pessoa a fazendo perder o controle de sua vida, necessitando assim de ajuda.

Como funciona a mente de um dependente químico?

Às vezes é difícil saber como funciona a mente de um dependente químico, pois ele já não é mais o mesmo, devido às alterações que ocorrem em sua mente e comportamento.

Como as drogas acabam tomando conta de grande parte de sua vida, ele exige muito dos outros e até dele mesmo.

 

terça-feira, 7 de setembro de 2021

Entenda melhor a depressão, pode salvar uma vida.




                                          

Entenda melhor a depressão, pode salvar uma vida. 

A doença que atinge 20% da população mundial e veja como vencê-la. Fernanda Cury

Por que ela surge?

1. Entre as principais causas está o uso descontrolado de remédios.

2. A morte de um ente querido também pode ser o gatilho para o problema.

3. Assim como a separação dos pais, divórcio ou desemprego.

4. Situações de estresse extremo às vezes levam a pessoa a cair em depressão.

5. E fatores genéticos também podem contribuir.

6. Sabe-se que se trata de um mal que exige cuidados médicos.

7. É mais fácil diagnosticar a doença nos adultos do que em crianças.

8. A falta de tratamento afeta diretamente a qualidade de vida.

 Alerta ao sentir 5 sintomas em 1 mês:

9. Baixo-astral durante a maior parte do tempo.

 10 Desinteresse total pelas atividades do dia a dia.

11. Perda ou ganho de peso.

12. Insônia ou muito sono.

13. Agitação ou apatia total.

14. Fadiga ou perda de energia.

15.  Sentimento de culpa ou sensação de ser inútil.

16. Diminuição da capacidade de concentração.

17. ficar pensando em morte o tempo inteiro. Vira quase uma obsessão.

Como lidar com o problema na infância

18.A doença pode se manifestar a partir dos 4 anos de idade.

segunda-feira, 6 de setembro de 2021

A colite ulcerativa

 



                                        A colite ulcerativa (UC)

 É uma condição que começa no trato digestivo, especificamente nas partes inferiores - o cólon e o reto. É um tipo de doença inflamatória intestinal (DII). Quando você o tem, o tecido que reveste o interior do intestino grosso fica irritado e inchado. Isso causa sintomas como diarreia, cólicas e uma necessidade súbita e urgente de ir ao banheiro.

Embora os problemas digestivos sejam os primeiros sintomas que você notará, a UC pode afetar outras partes do corpo também. Esses problemas podem ocorrer devido aos sintomas da UC, à inflamação que a causa ou a alguns dos medicamentos que você pode tomar para tratá-la.

UC e seu sistema digestivo

Os sintomas de colite ulcerativa geralmente aparecem lentamente com o tempo, em vez de repentinamente. Eles podem variar, dependendo de onde a inflamação está afetando o intestino grosso. Você talvez tenha:

  • Diarreia, geralmente com sangue ou pus
  • Um sentimento urgente de que você precisa fazer cocô
  • Dificuldade em ir, mesmo quando você sente que precisa
  • Cãibras e dores na barriga
  • Dor ou sangramento no reto
  • Náusea ou perda de apetite
  • Um som gorgolejante ou espirrando na sua barriga

Também é comum perder peso ou sentir cansaço.

A maioria das pessoas com UC apresenta sintomas leves a moderados, mas a doença pode ser grave para cerca de 10% das pessoas que a apresentam. As pessoas geralmente têm períodos em que os sintomas pioram, chamados de crises, e outros períodos em que parecem desaparecer, chamados de remissão.

Os sintomas e os danos que a UC causa ao sistema digestivo aumentam a probabilidade de você ter outros problemas, como:

  • Anemia. Se a inflamação no cólon e no reto levar ao sangramento, você pode perder sangue suficiente para causar um baixo número de glóbulos vermelhos no corpo, uma condição chamada anemia. Pode torná-lo fraco, com frio, pálido e com falta de ar.
  •  Seu médico pode lhe dar suplementos de ferro ou sugerir mudanças na dieta para ajudar com os sintomas. Raramente, o sangramento é grave o suficiente para que uma pessoa precise de cirurgia para remover o cólon ou reto.

quarta-feira, 19 de maio de 2021

Mau hálito

 

 


 O mau hálito

 pode não ser causado por doenças subjacentes. Algumas causas comuns são falta de higiene bucal, desidratação ou alimentação recente com alimentos como cebola e alho.

Mau hálito (halitose)

Sintomas

Causas

Diagnóstico

Tratamento

Prevenção

O odor da respiração afeta a todos em algum ponto. O mau hálito também é conhecido como halitose ou fetor oris. O odor pode vir da boca, dos dentes ou como resultado de um problema de saúde latente.

O mau hálito pode ser um problema temporário ou uma condição crônica. De acordo com a American Dental Association , pelo menos 50% dos adultos tiveram halitose durante a vida.

Quais são os sintomas do odor do hálito?

Além de um cheiro ruim, você também pode sentir um gosto ruim na boca. Se o sabor for devido a uma condição subjacente e não devido a partículas de alimentos presas, ele pode não desaparecer - mesmo se você escovar os dentes e lavar a boca.

 O que causa o odor do hálito?

Má higiene dental

As bactérias decompõem as partículas de alimentos presas nos dentes ou na boca. A combinação de bactérias e comida em decomposição em sua boca produz um odor desagradável. Escovar e passar fio dental regularmente remove os alimentos presos antes que se decomponham.

A escovação também remove a placa bacteriana , uma substância pegajosa que se acumula nos dentes e causa odor. O acúmulo de placa pode causar cáries e doenças periodontais. O mau hálito também pode ser um problema se você usar dentaduras e não as limpar todas as noites.

Alimentos e bebidas fortes

Quando você come cebola, alho ou outros alimentos com odores fortes, seu estômago absorve os óleos dos alimentos durante a digestão. Esses óleos passam para a corrente sanguínea e chegam aos pulmões.

Isso produz um odor que outras pessoas podem perceber em sua respiração por até 72 horas . Beber bebidas com odores fortes, como café, também pode contribuir para o mau hálito.

Fumar

Fumar cigarros ou charutos causa mau cheiro e resseca a boca, o que pode piorar ainda mais o odor do hálito .

Boca seca

A boca seca também pode ocorrer se você não criar saliva suficiente. A saliva ajuda a manter a boca limpa e reduz o odor.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Problemas na Tireoide.




Problemas na Tireoide.

Não só ganho de peso, mas coração fora do ritmo, intestino desregulado, queda de cabelo, pele ressecada e até depressão — a origem de tantos tormentos pode estar em um só canto do corpo, bem ali no pescoço. Saiba por que esses problemas se tornam cada vez mais comuns e como arremeter suas repercussões
por DIOGO SPONCHIATO


Desde que o anatomista flamengo Andreas Vesalius (1514-1564) fez a primeira descrição científica daTireóide, ainda no século 16, a glândula com o formato de borboleta jamais saiu dos holofotes da medicina. Nos últimos anos, então, ela frequenta rodas de conversa que não se restringem à turma do jaleco branco. O motivo, infelizmente, é que os distúrbios tireoidianos, capazes de ressoar literalmente das unhas dos pés aos fios de cabelo, estão em ascensão.

Sem dúvida aumentou o número de diagnósticos — algo que se deve à atenção crescente dos clínicos e aos avanços nos exames. Mas o fenômeno, observado no consultório médico, não é reflexo só disso. O que pode explicá-lo?

Uma das respostas estaria no consumo excessivo de uma das matérias primas dos hormônios tireoidianos, o iodo. “Em pessoas que já têm predisposição genética, o excesso da substância pode puxar o gatilho para o hipotireoidismo, quando a glândula produz menos do que o necessário”, afirma Geraldo Medeiros, professor de endocrinologia sênior da Universidade de São Paulo.

 Pois é isto: o exagero de iodo, assim como a falta do mineral, atrapalha a linha de montagem dos hormônios. “Muito iodo pode fazer com que a Tireóide  passe a ser vista como estranha pelo sistema imune, que envia anticorpos para atacá-la”, explica Medeiros.

O desfecho da história é uma doença autoimune batizada de tireoidite de Hashimoto, a principal causa de hipotireoidismo. Para entender essa questão, porém, é preciso fazer uma breve viagem ao passado. Quando faltava iodo na alimentação, pululavam episódios de uma doença séria, marcada pelo inchaço do pescoço — o bócio endêmico.

Com o intuito de remediá-la, foram criadas, a partir da década de 1940, leis obrigando a inclusão do mineral no sal de cozinha — a proporção adotada pela legislação em 1995, por exemplo, foi de 40 a 60 miligramas por quilo do ingrediente.