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quinta-feira, 26 de março de 2020

Oração de Moisés




Oração de Moisés
Dharmadhannya

Moises invocou a Deus  “Yah”, “YHVH”, “Exércitos”, “Deus de Israel”, “Deus Vivo e Rei do Mundo”, “El Shadai”, “Misericordioso e Afável”, “Nobre e Elevado”, “Ele Que Habita na Eternidade”, “Sagrado e Altivo é o Seu Nome”, e Ele criou Seu mundo,  e abriu o mar para o povo passar.

“Então Moisés estendeu a sua mão sobre o mar e o Senhor fez retirar o mar por um forte vento oriental toda aquela noite; e o mar tornou-se seco e as águas foram partidas.”

Poder, Majestade, louvores ao Rei!
Montanhas se prostem e rujam os mares ao som de Teu Nome.
Adonay!

Moisés, tu és um refúgio em geração e geração.
Graças a Moises seu enviado divino tirou do Egito o povo escravo com a sua mão forte invencível.
Moisés disse: "Senhor, vai conosco"
Deus falou: "Meu anjo irá com você".

Moisés, sabendo que somente o próprio Deus poderia guiá-lo, fala mais uma vez "se a sua presença não for conosco, não nos tire deste lugar"

“Eu Sou o Que Sou (em hebraico: אֶהְיֶה אֲשֶׁר אֶהְיֶה, pronunciado Ehyeh Asher Ehyeh) é uma tradução comum em inglês (ARA outras outras) da resposta de Deus usada na Bíblia hebraica quando Moisés perguntou seu nome. 

Ehyeh Asher Ehyeh é geralmente interpretado como significando que Eu Sou o que Sou, embora também possa ser traduzido como "Eu Serei o que Serei".



sábado, 14 de julho de 2018

Meditação com o Mestre Interior





Meditação com o Mestre 


Pairando no espaço acima e diante de você, visualize e afirme a pre­sença de um ser amoroso de luz. Essa visualização pode ser um Buda radiante, um anjo, um grande mestre ou um santo.

Agora, do coração desse ser de luz à sua frente, imagine raios de luz se espalhando através da vastidão do tempo e espaço para atin­gir os corações de todos os seres notáveis e despertos no universo inteiro.

 Imagine que esses raios de luz trazem a energia, a sabedoria, o poder, o amor, as bênçãos e a presença de todos esses seres notá­veis de volta ao ser que está sendo visualizado à sua frente e que, quando isso acontece, sua visualização torna-se poderosa e vitaliza- da pelas suas bênçãos.

O ser luminoso e amoroso o contempla com uma piedade e com­paixão ternas e pacíficas, com extremo amor.

Repouse no campo radiante de bênçãos, como se estivesse to­mando banho de sol. Enquanto a luz o invade, imagine-a purifican­do toda a ignorância em seu interior e transportando-o para um estado de clareza e luminosidade.

Agora imagine que do alto desse ser luminoso e amoroso raios de luz branca refulgem e despejam na coroa de sua cabeça, fluindo através de seu corpo inteiro. Essa arrebatadora luz branca purifica e transforma todos os hábitos e tendências prejudiciais que estão ata­das ao corpo. 

Ela restaura a inteireza, restabelece a vitalidade, purifi­ca as enfermidades, cura as feridas e neutraliza qualquer doença latente que porventura haja dentro de você. Renova e revitaliza o sis­tema nervoso e clareia os sentidos.

De maneira semelhante, visualize que do centro da garganta desse ser luminoso raios abençoados de luz vermelha irradiam e adentram o centro de sua garganta. Essa luz vermelha purifica toda a negatividade da fala e das comunicações, transforma todos os maus hábitos de mentir, exagerar, caluniar, falar grosseiramente dos outros e toda a conversa fiada e impensada que serve apenas para desperdiçar alento e vitalidade. 

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Invocação Cabalistica do Sábio Salomão


                                                          www.sintoniasaintgermain.com.b
                                               





Invocação Cabalística do Sábio Salomão

Potências do Reino, colocai-vos sob meu pé esquerdo e em minha mão direita.
As Potências da Árvore Cabalística, de Malacut, transformando meu corpo na letra Aleph, a Unidade.

Glória e Eternidade, tocai meus ombros e levai-me pelos caminhos da vitória.

Glória do mundo elemental, etérico; e Eternidade do mundo astral, equilibrai e levai-me ao mundo da Vitória, ao mundo da Mente. Só se é vitorioso quando se entra dominando a mente.

Misericórdia e Justiça, sede o equilíbrio e o esplendor de minha vida.
O Íntimo e a Consciência, Misericórdia e Justiça, devem equilibrar nossas vidas. Justiça sem misericórdia é tirania; misericórdia sem justiça é conivência divina ao erro. Esse equilíbrio deve fazer nossa vida brilhar, triunfar.

Inteligência e Sabedoria, dai-me a coroa.

Esses 3 Atributos divinos formam o Triângulo Logóico Interno. Inteligência é Binah, o Espírito Santo; Sabedoria é Chokmah, o Cristo e a Coroa são Kether, o Pai Celestial.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

TRABALHO COM AS SHEFIROTES no “PLURAL”



"TRABALHO COM AS SHEFIROTES no “PLURAL”

Deixemos a Luz Eterna do ABBA Ain Soph, envolver a nossa cabeça. Cada ponto energético deve ser visualizado como uma esfera de Luz dourada flamejante.

Na medida em que concentramos a energia no topo de nossa cabeça, reconhecemos esta área que esta sendo chamada Kether a coroa, onde a luz eterna queima em cima da nossa cabeça, e nós saudamos o nome Divino "EHYEH ASHER EHYEH'.

EHYEH ASHER EHYEH, coroa-nos com KETHER, coroa-nos com a luz eterna sobre nossas cabeças, para podermos conhecer e compreender os mistérios dos Santos.

Oh! Divino Ehyeh Asher Ehyeh, Ehyeh Asher Ehyeh, Ehyeh Asher Ehyeh, e agora nós façamos o contato e vamos para dentro de nosso olho mental, visão mental para ver as centelhas de luz, conexão indutiva que coloca centelhas no topo de nossa cabeça e junto com a nossa mente interna, a medida em que nós abrimos esta parte do cérebro, a medida em que nós cantamos juntos 12 vezes;

EHYEH ASHER EHYEH ... 12x

A luz agora desce para o hemisfério direito do nosso cérebro, a área de "IAH”

Oh! Divino IAH! Me de a sabedoria, me de CHOKMAH, que possa a sabedoria do hemisfério direito da mente superior nos ser dada, que possam esses centros dimensionais trabalhar com todos Os outros centros e abrindo o sagrado dos mais sagrados que existe em minha mente.

Oh! Divino Iah, Iah, Iah, e agora nós façamos o contato. Nós vemos agora centelhas de Luz vinda para o hemisfério direito enquanto dizemos 12 vezes juntos;

Iah, Iah ...12 x

Você É Proativo ou Reativo?




Você É Proativo ou Reativo?
Yehuda Berg
A Cabalá se utiliza bastante dos termos comportamento proativo e comportamento reativo.
Proativo e reativo são duas palavras codificadas para definir a natureza da Luz e a do Receptor.

A Luz é proativa, a força que causa o processo de criação; nós, como receptores, temos uma natureza reativa. Para que possamos adquirir similaridade de forma com a Luz e nos ligarmos a ela, temos que trabalhar para transformar nossa natureza reativa em proativa.

De uma forma muito simples, podemos explicar que Ser Proativo é personificar e carregar os seguintes atributos: Ser a causa; compartilhar, estar no controle das coisas; ser o criador de novas situações.

Enquanto podemos afirmar que Ser Reativo é a soma dos seguintes aspectos:
Ser o efeito; receber; estar sob o controle das coisas.

Como identificar o comportamento reativo em um nível prático e pessoal?
Bem, o comportamento reativo está fundamentado sobre o Desejo de Receber Para Si mesmo. Ganância , egoísmo , ego . Ele pode ser definido como qualquer tipo de reação a uma situação externa.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

A Força - A Energia da Vitória.





                                A FORÇA - A Energia da Vitória 



Eu convido a todos para meditarem com o arcano -  A Força. Este é um arquétipo poderoso que incorpora vários significados que o mundo das ideias compreende e assimila como a Energia Universal que move o mundo.

“Este arcano representa a Força, o poder presente em todas as coisas. Esta energia concentrada em nós está pois presente em toda a natureza. Este poder da força de vida é a uma só vez, uma ajuda e uma dificuldade. Ele é o que nos anima e nos permite agir”.

A Força é a manifestação da energia universal da liberdade, do dharma da União de todas as almas.

A Força da Luz da União move o mundo, as multidões e o destino de todos.

O egoísmo, a separação, ambição, ódio, corrupção, roubo e desejo de destruição revelam o uso da Força dos “anjos caídos” movidos pela busca incessante de satisfação, pela vaidade e o orgulho, pela negatividade constante, inveja, desejo de destruição...

Quando a Razão Pura (Alma) adquire o controle sobre a mente e sobre a emoção do homem, a mente concreta pode unir-se a mente abstrata, ao plano búdico. À medida que o homem evolui revela ao “eu consciente” a Vontade espiritual, moral,  o amor-sabedoria e a inteligência ativa.

Quando assumimos a Força da Alma, da mente superior não somos levados pelas circunstâncias, pelo acaso, não somos dominados por mentes malignas, inconscientes, poderosamente manipuladora, desagregadora e controladora.

A Força do Uno Divino nos re-une com o bem, com a harmonia universal.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

COMO OBTER AQUILO QUE SE DESEJA - Primeira parte



COMO OBTER AQUILO QUE SE DESEJA - Primeira parte

Vamos falar das nossas três colunas, ou as três energias-inteligência na lâmpada. A da esquerda é receber. A da direita é dar. E qual a força do meio? É a restrição — o poder de resistir ao fluxo imediato de energia que vai do mais para o menos. É por aí que se revela a Luz.

De acordo com a Cabala, o único caminho para a satisfação é ser parte deste sistema de três colunas, no qual você tem uma oportunidade de transformar seu Desejo de Receber Somente para Si Mesmo a atração gravitacional do “eu, eu, eu” — em Desejo de Receber com a Intenção de Compartilhar.

As leis do universo são simples. Toda vez que você recebe energia somente para si mesmo — toda vez que gananciosamente obtém energia sem aplicar restrição, sem dominar seu Desejo de Receber, sem dar algo em troca —, você recebe o Pão da Vergonha.

 Você receberá a energia e ela lhe dará satisfação por um momento, criando a sensação que deseja — mas depois vem o curto-circuito e, em vez de alegria, terá negatividade e caos na sua vida.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Meditação - A Mais alta Vontade de Deus




A Mais  alta Vontade de Deus 

 “Quando uma pessoa dirige sua mente para alguma coisa, sua essência retorna para ela (...) Conforme a força de sua concentração, ela poderá então transmitir poder mediante seu desejo (...)

 “Quando não houver outro pensamento ou desejo misturado com sua concentração, ela pode tornar-se tão poderosa, que poderá transmitir uma influencia do Infinito (En Sof)”. O texto nos diz que enfocar a vontade com poder suficiente para elevar um objeto de desejo ao infinito, torna-se um canal pelo qual uma influência recíproca do infinito pode ser transmitida, e com poder de atender a esse desejo.

O passo seguinte, e o mais importante, desse processo espiritual distingue verdadeiramente a prática do mestre:

Um indivíduo ascende assim com o poder de sua concentração de uma coisa para a próxima, até atingir o infinito (En Sof).

Ele precisa, então, dirigir sua concentração da maneira apropriada para aperfeiçoá-la, e assim a Mais Alta Vontade poderá envolver a dele, e não apenas que sua vontade possa ser envolvida na Mais Alta Vontade (...)

A Mais Alta Vontade e a menor estarão assim unificadas. O indivíduo identifica a si mesmo com a sua ligação à Unidade. O influxo divino pode então ser transmitido com o objetivo de aperfeiçoá-lo.
O desejo mais baixo não é perfeito quando o indivíduo busca suas próprias necessidades. Preferencialmente, ele precisa avizinhar-se enquanto está envolvido na vontade e desejo de obter a revelação oculta no Mistério velado.

Quando alguém se aproxima dessa maneira, da Mais Alta Vontade faz-se presente junto a ele. Isso aumenta seu poder e motiva sua vontade até que tenha conseguido qualquer coisa que seja.

Esta vontade inclui até mesmo coisas que esse alguém deseja para si mesmo, nas quais a Mais Alta Vontade não tem qualquer participação.

Enquanto a maior parte dos ensinamentos espirituais é dirigida somente para a consecução da união divina na qual o indivíduo será envolvido na Mais Alta Vontade, a prática que é ensinada aqui retém e então dirige a vontade do mestre para “que a Mais Alta Vontade envolva-se na sua”.

Em vez de dissolver sua vontade no êxtase do infinito, o aspirante ao mestrado espiritual é ensinado a aperfeiçoar sua vontade ligando-se a essa unificação com a vontade mais alta, não como uma consumação final, mas “para obter a revelação do que está oculto no Mistério velado”.

Como o trabalho conclui a seguir: “Esse é um dos caminhos da profecia. Alguém que se acostuma a ele será merecedor de atingir o nível profético”. O mestre é alguém cujas palavras e obras “revelam a identificação” de um indivíduo com o poder divino, e seu propósito é aperfeiçoar-se como um instrumento da revelação divina.

 Tal instrumento “pode conseguir qualquer coisa”, mas apenas enquanto não usar seu poder de concentração “para suas próprias necessidades”.

domingo, 17 de março de 2013

o sacrificio - O pendurado. XII - Taro


                                                                    


O Pendurado –XII -  O Enforcado 
Compilação de DharmaDhannyael
                    
Esta  uma carta revela um  grande sacrifício para o ego, mas de muita luz e espiritualidade. A iluminação é uma Graça do Espírito e a personalidade(ego) necessita viver este momento em harmonia com o universo, em paz com a sua consciência para alcançar a liberação, uma nova vida. A mudança depende da transformação, do re-nascer e de uma nova consciência. 

“Esta carta é uma carta de significado oculto profundo, porém todo ele oculto...” Waite

O enforcado é o repouso, a Roda da Fortuna é atividade. O Enforcado é o que acontece quando a Roda da Fortuna para de girar: a suspensão ou crucifixão no Espaço é a parada voluntária da Roda da Fortuna.
12 (O enforcado) é 21 (O Universo) invertido. Este é o segredo do Deus  Agonizante no Caminho da Água. 

“Em 1890 a Golden Dawn faz referência ao Enforcado, no ritual do adepto: Se tu, não nascer da água e do espírito, não podereis entrar nos reinos dos céus. Na verdade esse ritual simbolizava uma morte mística, onde o adepto era salvo e renascia, traduzindo em letras miúdas”. (6) 

“Alguns estudiosos lembram, a esse respeito, os ensinamentos que atribuem ao homem o papel de estabelecer a ligação entre o Céu e a Terra, num espaço definido que o preserva de influências e contaminações. “Toda suspensão no espaço participa deste isolamento místico, sem dúvida relacionado à idéia de levitação e de vôo onírico”. 3

A mortificatio na alquimia significa a superação do antigo ou precedente; primariamente é a superação das etapas perigosas antecedentes (...) (Jung, OC 14, par. 164). 
O retorno ao caos era considerado pelos alquimistas como uma parte da obra. E o caos era considerado pelos alquimistas como uma parte da obra. É o estado da (...) mortificatio seguido  do fogo do purgatório (...) 0 inconsciente e bom e mau, ou nem bom nem mau. Ele e a mãe de todas as possibilidades (Jung, OC 14, par. 247).

 “O processo de iniciação, em geral, faz parte de uma morte figurada que simboliza o caráter de totalidade da conversão. Este é um processo de iniciação que tem por escopo recuperar a divindade da Alma perdida pelo nascimento”. Significa o maior aprofundamento do encontro consigo mesmo, com os opostos com o inconsciente, com a anima, com o Self. O ego com a inspiração do Self realiza a criação, a individualização.

quarta-feira, 6 de março de 2013

O princípio da Lâmpada - O desejo é energia ....





O Princípio da Lâmpada. O desejo é energia...

Na Cabala, a força motivadora que nos leva a nos servirmos de um copo de água ou a comprar um novo carro é chamada de energia de coluna da esquerda, ou Desejo de Receber.

“Nós, humanos, não moveríamos um único dedo se não fosse por algum desejo interno”. 

Nosso desejo é nosso Receptor — o copo vazio que busca constantemente ser preenchido. Não existe limite para o nosso desejo.

Nosso Desejo de Receber é também chamado de “o negativo”, mas não de forma pejorativa. É uma referência à nossa motivação natural de realizar tarefas, de obter coisas na vida.

 No átomo, que é o bloco construtor da matéria física,
- o negativo é representado pelo elétron.
E o que é que fica à direita?
Ora, o dar, é claro. É a corrente que flui, a fonte, a natureza de compartilhar da Luz do Criador.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Cabala- Teogonia - Infinito






Teogonia

Quando meditamos sobre o Início,  Teogonia , sobre o Verbo, Infinito... estamos "falando a língua da Mônada, do Espírito Santo, e nosso Pensamento atrai a nossa atmosfera a Luz da Sabedoria da Unidade, da Centelha viva no coração do Sol Espiritual.

A Teogonia - Cabala
Patrick Paul

1 No início era o Verbo, e o Verbo estava junto de Deus, e o Verbo era Deus.
2 Ele estava no princípio junto de Deus.
3 Tudo foi feito por intermédio dele e sem ele nada do que foi feito se fez.
4 Nele estava a vida e a vida era a luz dos homens.
5 A luz resplandece nas trevas e as trevas não a compreenderam. (Evangelho de São João. Prólogo 1-5) 1 

Deus, ao mesmo tempo Primeiro Ser e Não-Ser, não pode definir-se em si mesmo, não pode significar-se, exceto através de sua ação emanadora, o Verbo. Pois em si Deus é Vacuidade, Nada (neant).3

Todavia, é preciso definir estes dois termos. Eles fazem referência ao primeiro véu da Existência Negativa da tradição cabalista, chamado Ain, que pode ser traduzido por Nada (rien), Zero.4

Esse primeiro véu corresponderá ao “retiro” do Divino, que permitirá o surgimento de um Vazio criador.5

Esse Zero absoluto pode ser apreendido através de seu primeiro princípio ativo, o Verbo: “No início ele [o Verbo] estava junto de Deus. Tudo foi feito por intermédio dele e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida...” (João 1:1-4).

Conforme enunciado nesta passagem, o Verbo corresponde ao segundo véu da Existência Negativa, chamado Ain Sof normalmente traduzido por Infinito ou Ilimitado, que é associado a um desejo de vida e ser.

Esse desejo de vida pede, por sua vez, um atributo ou objeto de emanação que lhe permita revestir-se e tomar-se reconhecível para si mesmo: “e a vida era a luz dos homens”, diz o Prólogo do Evangelho de São João na sequência.

Essa Luz faz referência ao terceiro véu da Existência Negativa, Ain Sof Aur que significa precisamente Luz.6 Porém, é preciso destacar que como trata-se de um campo incriado — que precede a manifestação Divina —, a palavra luz refere-se, aqui, a uma pura Luz original, não-dual, de certo modo potencial. Essa Luz original é a primeira resistência à primeira atividade do Verbo, de maneira que ela ao mesmo tempo vela e revela a Divindade. (Fig. 1)
FIGURA 1

segunda-feira, 9 de julho de 2012

- Chakras, cabala, A ASTROLOGIA. -




-  A ASTROLOGIA E OS CHAKRAS - 
Patrick Paul

Vamos estabelecer uma relação entre o que se chama macrocosmo e microcosmo. Compreendam por microcosmo o ser humano e os mundos interiores que o habitam e por macrocosmo, o céu físico e o universo exterior. A partir disso poderemos estabelecer a relação do indivíduo com a astrologia.

Como temos visto, os chakras são perfeitamente conhecidos pela Tradição ocidental, pois, na verdade, estão representados na astrologia. Aliás, a astrologia também é análoga à acupuntura e à energética chinesa. Os paralelos são de uma precisão extraordinária.

O modelo básico da relação entre os chakras e a astrologia é muito simples. O conjunto de símbolos astrológicos para estabelecer essa correspondência não é, evidentemente, o dos doze signos, mas o dos sete planetas.

Utilizaremos a seguir a representação denominada “Céu Alquímico”, ou “Céu Alquímico”, que apresenta o esquema zodiacal numa forma um pouco diferente da clássica.

A forma clássica de representar o zodíaco, define como referência básica o eixo horizontal, que vai de 00 de Aries a 00 de Libra e que corresponde aos solstícios.


Modelo Clássico do Zodíaco


No modelo do Céu Alquímico, que adotaremos, o ponto de referência é o eixo vertical que desce de 0° de Aquário até 0° de Leão e que enfatiza a ordem dos planetas.

A astrologia leva em conta as regências ou tronos planetários, que consistem na ligação de cada signo com um determinado planeta. Aquário e Capricórnio são regidos por Saturno; Sagitário e Peixes, por Júpiter; Áries e Escorpião, por Marte; Touro e Libra, por Vênus; Gêmeos e Virgem, por Mercúrio; Câncer, pela Lua e Leão, pelo Sol.

Como se pode notar, tanto na representação clássica, quanto na alquímica, formam-se camadas energéticas bem definidas pelas atribuições planetárias de cada signo. “O que esta em cima é como o que está em baixo”, segundo a lei de inversão.
Modelo do Céu Alquímico

terça-feira, 6 de março de 2012

Chakras - cabala

                                                   

Cabala e chakras
Patrick Paul
Pesquisado por dharma dhannya


Este modelo aparece na Árvore da Vida e permite relacionar o que está no alto com o que está embaixo. A energia, ao se desenrolar, desce numa dinâmica que pode parecer surpreendente para quem estudou a Cabala. A energia passa via Binah, Hesed, Geburah e Tiferet e em seguida vai para Hod, Netzah e Yesod. Trata-se da energia de descida que está ligada à força da serpente.

Há um outro possível caminho para a energia, classicamente reproduzido na Arvore Sefirótica como o caminho da espada de Melzah.

Esse desenho é equivalente ao outro. A única diferença é que a energia passa de Tiferet a Netzah e a Hod, em vez de passar de Tiferet a Hod e a Netzah.

O restante é igual. Um é o caminho da serpente e o outro o caminho da espada. Um representa o caminho da involução e o outro da evolução. Estes esquemas podem parecer muito intelectuais, mas correspondem a experiências interiores e de observação da natureza.

A: Não compreendo como um caminho é evolutivo e o outro involutivo se ambos descem? No esquema ambos são descendentes.
P: Tradicionalmente ambos são mostrados como descendentes mas na minha opinião um desce e o outro sobe. Na Cabala, qualifica- se o caminho de Melzah como sendo o descendente.

Ambos os esquemas indicam caminhos sem mencionar, porém, que há um caminho involutivo ou descendente e outro evolutivo ou ascendente. Como tudo saiu do Divino, tudo volta a Ele. O interessante é ver como a energia se desenvolve em cada um desses caminhos que mencionei. Não considerem herético o fato de fazer a energia de Tiferet passar a Hod. Apesar desse processo ser tradicional, quase nunca é ensinado.

A parte superior do esquema da Árvore da Vida está associado ao Logos. De cima para baixo encontraremos, no ponto mais alto do mundo da Criação, a energia associada à Luz e à Vida, situada na sefirah Hesed, cujo equivalente astrológico é Júpiter.

 Continuando o caminho, na parte intermediária encontraremos Geburah, Marte, e a seguir, Tiferet, Sol. Nesse ponto ocorre uma dobradura entre o mundo da Criação e o da Formação e o que está em cima fica embaixo e vice-versa. A parte mais baixa do mundo da Criação estará ligada à parte mais alta do mundo da Formação. Tiferet estará associada a Hod, Geburah a Netzah e Hesed a Yesod. O que está mais alto corresponde ao que está mais baixo e o intermediário corresponde ao intermediário.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Sabedoria de Sophia e Shekinah - 1

 

 

Sabedoria de Sophia

Por Sorita d'Este e David Rankine
As seitas gnósticas que floresceram em torno do mesmo tempo que o cristianismo primitivo, muitas vezes celebrado um princípio divino feminino chamado Sophia (sabedoria).

 Como obras mais gnósticos foram escritos no segundo século IV dC, que é em torno do mesmo tempo em que os primeiros textos sobre o Shekinah também foram escritos, podemos esperar um certo grau de fertilização cruzada de idéias entre Sophia eo Shekinah, como tanto são expressões de sabedoria feminina divina.

 Nós exploramos isso em A Shekinah Cósmica , comentando que:
"Ao invés de um que vem do outro, parece mais provável que o Shekinah e Sophia são encarnações diferentes da Deusa da Sabedoria proveniente das mesmas fontes postas em prática por diferentes influências.


No caso do Shekinah estas influências incluem os cananeus, egípcios, sumérios e / babilônico culturas, com Sophia sendo mais fortemente influenciada pela Helénica, judaica e culturas cristãs.

Nesta  Sophia pode ser vista como sendo o mais derivadoado outro, como a cultura judaica, que produziu o Shekinah também influenciou o desenvolvimento de Sophia ".
De fato, existem inúmeros paralelos entre o Shekinah Cósmica e Sophia, devido às suas raízes comuns a Deusa da Sabedoria, portanto, como observa MacRae, "Sophia é aderiram em íntima união com Deus : ela é sua respiração, emanação, a reflexão da imagem, (Sabedoria 7:25-26), a primeira de suas criaturas (Provérbios  8:22);. seu companheiro (Provérbios 8:30) " [1]