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quinta-feira, 7 de maio de 2015

Toda menina é uma Princesa. Carta



Toda menina é uma Princesa.


DharmaDhannya_el e

veja este vídeo 

https://www.youtube.com/watch?v=dHyR4ZzA2R0


Ouço o violino do amado, tocar em algum lugar e ele me espera.
Ouço com a luz das estrelas que ele vive dentro e fora de mim.
Parte de mim, espera viver a experiência da totalidade no encontro.

Querida amiga, encontrei este vídeo e pensei muito em você.

Há uma princesa dentro de toda mulher. 
A Alma é uma adolescente vestida com a beleza da eterna Esperança.
Em algum lugar um príncipe espera a princesa chegar.
Ele vive dentro do seu coração e a princesa encontra com ele em algum lugar.
E a música que os unirá é ouvida em todo lugar.
O coração é o maestro. 





Toda menina é uma princesa,
Todo menino é um príncipe.

Nascemos com um reino interior de beleza, amor, paz, abundância e luz.
A criança é feliz porque sente que o mundo é seu.
Quando estamos apaixonados, vivemos como um adolescente e carregamos a Chama da Esperança com a alegria no coração.

Uma criança olha para a vida com os olhos da Rainha-Mãe,
SE ela é levada para um mundo de alegria de amor, e paz,
Ela cresce coroada com a esperança, a beleza, o amor

Há crianças que são levadas para o inferno, 
e crescem neste ambiente e muitas são deformadas e encantadas.
Quando a menina cresce, torna-se uma mulher que veste a máscara do ódio internalizado, e assim, perde a beleza do amor.

Os sonhos estão mortos,
 a percepção da realidade é imposta de dentro para fora,
 internalizada e projetada. O inferno é o outro.

A beleza vem de dentro.

Toda mulher carrega em seu coração um pouco de cada Deusa.

A alegria é fogo da Alma.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Carta para um menino adolescente que já cresceu - heroi do futuro





Carta para um menino adolescente que já cresceu p mito do herói.

"Quando a mente explora um símbolo, é conduzida a idéias que estão fora do alcance da nossa razão." (C. G. Jung)

Querida amiga, fiquei meditando sobre suas palavras, nas suas dúvidas sobre a vida afetiva do jovem herói do nosso tempo.

Quando penso na jornada mítica de cada um, eu me lembro do mito do Graal que nos fala: “do caminho do herói, da sua saga, da realeza, da fertilidade, e do sagrado, do paraíso perdido, do sentido ético oculto.

“Ele está perto e não é visto. As atividades exteriores impedem a contemplação que seria necessária e desviam o desejo. O Graal representa a conquista de uma transformação radical do espírito e do coração”. É preciso ir mais longe com a Alma e o coração para sentir a Graça Divina de Ser.

O herói, o guerreiro libertador é tanto uma força “externa” como uma força “interna”. Será que o “menino-homem” da nossa época está predestinado a encontrar sua amada em um mundo interno amoroso romântico?

Será que ele esta pronto para acolher, proteger, cuidar e ser amado - ficar apaixonado, ser grato e governar seu reino com Sabedoria? E, ainda acreditar nas palavras “eles serão felizes para sempre”?

Tecer a felicidade exige concentração total no sonho, na imaginação, sem diluição, sem medo, com definição e estratégia. A concentração em um foco liga-se com a circularidade e com um ponto que é fonte original e termo de destino.
Focalizar significa a capacidade de perceber com clareza. Concentrar-se no foco é buscar a iluminação sobre a meta existencial. No teatro é a parte mais iluminado do palco.

Aprendemos que “vida” e a educação tanto do ponto de vista individual quanto do coletivo, social eram quase sinônimas, e que a ética seria uma luz no caminho, uma vez que em ambas nada mais ocorreria senão a “re-significação das experiências”.

Saber é poder. “Precisamos de concentração para não afundar sem identidade, sem Alma na cultura das massas que precisam domesticar e direcionar os desejos, com a intenção de tornar todos iguais e assim  a massa segue como uma boiada de cabeça baixa sem consciência -  revelou-se,assim mais eficaz para a continuidade da dominação do que a sujeição física.

 É a sujeição do querer, que se realiza sob a aparência de total liberdade, como sugere o texto de Tocqueville. Isso se dá hoje, sobretudo, pela indústria cultural”. 5

Anima. A mulher Interior, a Alma da vida.




Anima. A mulher Interior, a Alma da vida.

A mulher interior  é aquela que o homem escolheu para amar ou para odiar, ela é aquela que ele sonha todas as noites e  revela muitos rostos -  a menina, a anciã, a bruxa, a amada, a santa, a devassa..., e entra no cenário do filme da sua vida , como a sua amante interior,  e  revela seu mundo interno, suas emoções ,  e seus sonhos. Ela é o seu guia interior, sua intuição, e se o homem odeia as mulheres, possivelmente não tem  intuição   nos momentos de suas escolhas e segue sem destino , porque ela é o seu destino, o seu caminho.DharmadhannyaEL

“ANIMA é a energia feminina encontrada no inconsciente de todo homem, enquanto ANIMUS é a energia masculina influenciadora do inconsciente de toda mulher.

domingo, 28 de setembro de 2014

Signo de Libra - Vênus. Parte 1




Signo de LIBRA:Parte 1 

Kathtleen Burt. Os Arquétipos do Zodíaco.

A busca da alma gêmea.

Considero importante que todos reflitamos sobre o arquétipo libriano, se temos ou não algum planeta libriano. Vivemos numa cultura que enfatiza o amor romântico como um ideal. Isto está no ar que nos rodeia. Todos temos Afrodite/Vênus em alguma casa em nosso horóscopo e Libra em (ou interceptado em) uma das cúspides de nossa Casa, também. Nessas casas lidamos não somente com o Bem, a Verdade e o Belo, mas com a intenção, o desejo e a ansiedade por calor e companhia. Nessa casa, se somos buscadores, também nos relacionamos com a aspiração espiritual.

Como o arquétipo de Libra se expressa? Embora se refira de modo particular aos que têm o Sol em Libra ou Libra ascendente, vários planetas na casa Sete, qualquer pessoa pode aplicar esta série de questões à Casa que tem Libra (ou Libra interceptado) na cúspide.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

LIBRA VÊNUS PARTE 2



                                                        

LIBRA - PARTE 2
 VÊNUS
KATHLEEN BURT
Postado por dharma dhannyael


 Geralmente, Hera não dirige sua raiva contra o cônjuge, mas se enfurece contra a outra mulher ou o outro homem. O cônjuge não teria abandonado o relacionamento por sua própria vontade livre -jamais. O cônjuge era parte do "nós". Foi feitiçaria do terceiro que se envolveu na relação. Nada em absoluto estava errado com o relacionamento em si. Esta é uma fase surpreendente.

Um homem abandonado tenderá a ficar mal-humorado, e uma mulher abandonada também não dará ouvidos à razão, porque seu animus, sua natureza masculina interior, já sabe o que aconteceu. Esse animus fala generalizações da vulnerabilidade do marido ao encantamento de Afrodite e sua crise temporária da meia-idade.

Quando a raiva arrefece, num tom frio, lógico, seu animus diz "Claro, ele vai voltar quando superar o fascínio dela." Ou o animus pode elaborar um juízo moral: "Por que as mulheres
modernas não podem se comportar direito? Elas deveriam ter mais consciência em vez de tentar destruir o casamento dos outros" - e a isso se segue uma longa cadeia de argumentos lógicos.

"Mesmo que a outra não seja um tipo moral, ela deveria saber que meu marido não ganha o suficiente para sustentar duas famílias com conforto. Ela nem sequer pensa no seu próprio futuro e no dos filhos. Para dizer a verdade, até deve ser muito estúpida... Acontece, porém, que ela tem um diploma universitário... Mas este não é um comportamento inteligente de uma pessoa culta..." E assim por diante.