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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Signo de LIBRA Parte 3 - VÊNUS





LIBRA Parte 3
Vênus 
Postado por Dharmadhannya_el

"Libra/Libra ascendente pode tentar esse expediente por algum tempo, mas a função da sensação em geral a leva para outro relacionamento. Temos tendência a pensar em termos de "batalha dos sexos" desenrolando-se ao nosso redor em nosso mundo de dualidade em que opostos, como Masculino e Feminino, parecem chocar-se como címbalos ou pratos ruidosos.

 Para James Hillman é um clichê insidioso acreditar que as
mulheres são natural e automaticamente tipos sentimentais e que os homens nascem pensadores. E insidioso porque favorece a preguiça, e não propicia a integração da personalidade dos indivíduos de nenhum dos sexos. Como seres humanos, todos temos uma função do pensamento e uma função do sentimento a desenvolver.

Mas, por pensarmos em termos de opostos, muitas mulheres indolentes permitem que os homens desempenhem a função do pensamento por elas, enquanto elas alicerçam os valores da família a partir do sentimento.

 Os homens tomam as decisões do pensamento mundano ou, inversamente, deixam que suas mulheres e amantes  desempenhem inteiramente a função do sentimento, inclusive a da total responsabilidade pelo relacionamento.

 Os homens não precisam trabalhar esse aspecto, porque não se "espera que sejam tipos sentimentais". Eles também podem ser negligentes relativamente a desenvolver uma valorização das artes, um gosto pelo trajar, confiança em seu quadro de valores e em seus juízos de valor.

Hillman apresenta o exemplo de um casal que, no aspecto do relacionamento, cada uma das partes exerce as funções inferiores da outra, o que certamente se constitui num método fácil e muito comum, embora também seja dos mais inconscientes.

LIBRA VÊNUS PARTE 2



                                                        

LIBRA - PARTE 2
 VÊNUS
KATHLEEN BURT
Postado por dharma dhannyael


 Geralmente, Hera não dirige sua raiva contra o cônjuge, mas se enfurece contra a outra mulher ou o outro homem. O cônjuge não teria abandonado o relacionamento por sua própria vontade livre -jamais. O cônjuge era parte do "nós". Foi feitiçaria do terceiro que se envolveu na relação. Nada em absoluto estava errado com o relacionamento em si. Esta é uma fase surpreendente.

Um homem abandonado tenderá a ficar mal-humorado, e uma mulher abandonada também não dará ouvidos à razão, porque seu animus, sua natureza masculina interior, já sabe o que aconteceu. Esse animus fala generalizações da vulnerabilidade do marido ao encantamento de Afrodite e sua crise temporária da meia-idade.

Quando a raiva arrefece, num tom frio, lógico, seu animus diz "Claro, ele vai voltar quando superar o fascínio dela." Ou o animus pode elaborar um juízo moral: "Por que as mulheres
modernas não podem se comportar direito? Elas deveriam ter mais consciência em vez de tentar destruir o casamento dos outros" - e a isso se segue uma longa cadeia de argumentos lógicos.

"Mesmo que a outra não seja um tipo moral, ela deveria saber que meu marido não ganha o suficiente para sustentar duas famílias com conforto. Ela nem sequer pensa no seu próprio futuro e no dos filhos. Para dizer a verdade, até deve ser muito estúpida... Acontece, porém, que ela tem um diploma universitário... Mas este não é um comportamento inteligente de uma pessoa culta..." E assim por diante.