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sábado, 2 de dezembro de 2017

AFIRMAÇÃO DO DISCÍPULO:


Esta afirmação eu fiz em 2004 e agora fiz uma revisão. Foi um momento de interação e integração com a Divina Presença ou minha Alma e ela me devolve o seu amor  e sua energia. Ore e procure entrar em contato com o divino dentro de você que representa o dharma, sua liberação do karma , da egregora coletiva, do carma coletiva e ancestral. A Divina Presença espelha a consciência do Grande Espirito ou Deus.




AFIRMAÇÃO DO DISCÍPULO

"Eu sou um ponto de luz dentro de uma luz maior"
Eu sou um Sol dentro de um Sol maior.
"Eu sou um feixe de energia amorosa dentro da corrente do Amor Divino".

Eu sou um ponto de Luz dentro da rede 
infinita de luz do coração do Um.

"Eu Sou uma centelha de fogo Sacrificial
focada na flamígera Vontade de Deus. E assim permaneço.
Eu sou um caminho pelo qual os homens podem se realizar.

Eu sou uma fonte de força capacitando-os a sustentar.
Eu Sou um facho de luz brilhando no seu caminho.
E assim permaneço. E assim, permanecendo, eu giro.

E dessa forma percorro os caminhos dos Homens.
E conheço os caminhos de Deus.

E assim eu permaneço".

"Eu sou um ponto de luz dentro de uma luz maior”
Eu sou um Sol dentro de um Sol maior.
Eu sou a expansão da luz do Espirito Universal de Deus.
Eu sou o Espirito Santo!

"Eu sou um feixe de energia amorosa
 dentro da corrente do Amor Divino".

Eu sou um ponto de Luz dentro da rede 
infinita de luz do coração do Um.

"Eu Sou uma centelha de fogo Sacrificial
 focada na flamígera Vontade de
Deus. E assim permaneço.

Eu sou um caminho pelo qual os homens podem se realizar.
Eu sou uma fonte de força capacitando-os a sustentar.
Eu Sou um facho de luz brilhando sobre seu caminho.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Nossas subpersonalidades , nossos vários “eu”...






Nossas subpersonalidades , nossos vários “eu”...

Nossas convicções,nossas crenças, nossas “maldições” internalizadas têm muitos nomes: subpersonalidades, convicções que vivem dentro da noite escura da Alma,  inimigos internalizados (figuras parentais- pai, Mãe, agressor da infancia, figuras do passado kármico) memórias atávicas, obsessores...;

 o adversário interior, a sombra, vários “eu”..., várias faces do nossa Personalidade de vidas passadas, suas memórias, suas culpas, e suas punições; a influência negativa de um Saturno negativo no mapa, revela muitas vezes memórias de  punição de outras vidas.

 O "diretor"  figura de autoridade coloca a personalidade no papel que interessa para o filme da sua vida, somos atores   atuantes na cena do filme do outro sem opção de escolhas.

"Elas são os atores no drama da sua vida e o eu da sua personalidade central é o diretor. Seu Eu Superior, ou essência, ou alma, é o autor". 

  dharmadhannya 

“Durante os últimos quinze anos de meu trabalho com subpersonalidades descobri que a natureza delas não tem substância. Elas podem se parecer conosco, mas não são como nós.

 Elas não partilham da nossa essência. O único poder que detêm é a força que lhes demos, embora o tenhamos feito inconscientemente.

Subpersonalidades são como robôs programados, incapazes de divergir do programa que os criou, até vermos que nós as criamos e, então, começarmos a trabalhar, reunindo cada par de apostos. Entretanto, podemos absorver dessa união a energia que demos, restituindo-a ao âmago do nosso eu.

Aqui estão algumas maneiras de fundir suas subpersonalidades no âmago do seu eu. Comece tratando de conhecer as principais. Ouça as necessidades de cada uma e faça com elas um acordo que possa manter. Diga- lhes quais as suas necessidades e a sua maneira de ver as coisas, e dê-lhes permissão para cooperar.

Treine-as em novos meios de ajudá-lo. Finalmente, leve-as ao seu templo e deixe que a luz do amor caia sobre elas e as permeie. O poder da luz atuando junto com a orientação da sua mente no sentido de aproximar mais as subpersonalidades antagônicas, afinal permitirá que você as funda e à sua energia em sua personalidade central.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

As nossas escolhas - Vidas passadas -parte 1



"As nossas escolhas  - Vidas passadas - parte 1"

A personalidade que temos atualmente é resultado de uma combinação dos diversos fatores e tendências das diversas personalidades anteriores que estão registradas no nível akáshico, combinados com fatores genéticos de nossa herança orgânica e modelados pelo meio-ambiente, pela cultura em que nos desenvolvemos.

Essa soma de ingredientes forma o que chamamos de ego ou personalidade; ela é tudo aquilo que uma pessoa crê ser ou deseja ser, e também tudo aquilo que uma pessoa rejeita em si mesmo ou não deseja ser.

 O ego é uma definição arbitrária de si mesmo: “Eu sou isso, mas não sou aquilo.” Ele é uma auto-imagem na qual se misturam apegos e aversões.

Na verdade, não somos uma centelha divina evoluindo a matéria, nem somos a substância que está sendo evoluída; também não somos as muitas personalidades que assumimos durante a existência; não somos a mente ou a emoção: SOMOS TUDO ISSO e muito mais.

 Somos uma totalidade que contém todas essas funções e possibilidades de expressão, mas não somos nenhuma delas em particular, em separado.

 Precisamos começar a mudar nossos conceitos de inferior e superior para uma percepção direta das diferentes funções do SER como um todo. Mente-corpo, espírito-matéria, substância-energia são diferentes estágios e graus de expressão do SER ÚNICO — DAQUILO QUE É.

 A diferença é de grau de vibração e não de gênero. Em outras palavras, funcionamos como uma bateria de auto-transformação, de elevação gradativa da vibração energética, de um para outro nível de nosso ser, através de nosso viver. A energia é neutra.

Depende de nós qualificá-la vibracionalmente de acordo com nossa vontade, mas a força da luz emitida por uma consciência iluminada chega mais longe e mais alto do que a força da vontade pessoal, porque essa é limitada pela própria condição da consciência egóica.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Somos programados na Infância.






                    "Somos Programados na infância."

           Pela Lei natural da Atração, atraímos para nossa vida aquilo
        em que      acreditamos.

        Os jesuítas diziam: “Dê-me uma criança de até sete anos
            e eu lhe devolverei o homem”.
         Eles sabiam que as crenças eram formadas nestes verdes anos,
          e depois  disso só existe repetição do mesmo programa,
          a menos que aprendamos como mudar isso.

Quando bebês, ou mesmo no útero, somos abertos e sensíveis aos pensamentos e sentimentos de qualquer pessoa perto de nós. As impressões se tornam cada vez mais fortes até se parecerem com fatos, quando então começamos a acreditar nelas. Assim formamos nosso sistema de crenças.

Enquanto bebês ou crianças sensíveis, as coisas que acontecem nunca são tão importantes quanto o modo como as percebemos. Isto se torna nossa realidade.

Vamos examinar o caso de Andy, cujas crenças e primeiros aprendizados tinham sido opostos aos do de Ann, de modo que ele havia criado uma vida bem diferente da dela.

Dizem que “daquele que não tem tudo será tirado”. Como Andy acreditava que não poderia ter o que queria, fez com que o ditado se cumprisse.

A mãe de Andy costumava estar ocupada e distraída. Ele tinha um irmão mais velho, que consumia grande parte do tempo e da atenção da mãe. Muitas vezes sua mãe não podia alimentá-lo quando estava com fome, causando-lhe a percepção de não ser importante. Assim foi implantada em sua mente a crença em sua falta de importância.

Como não era atendido imediatamente quando chorava, sentia-se mal amado naqueles momentos. Bebês são criaturas egocêntricas e sensíveis. Assumiu aquele sentimento de desamor como crença de não ser digno de amor.

domingo, 28 de abril de 2013

O Poder das crenças em nossa vida.







"O Poder das crenças em nossa vida".

Postado por DharmadhannyaEL


As regras do jogo
O fato de nascer na Terra significa que seguimos certas regras. Nossa  realidade física, por exemplo, ocupa lugar num esquema de tempo em que o único momento que temos é o agora, com o ontem já tendo passado e não tendo chegado ainda o amanhã. Essas regras são como as regras de um jogo, algo arbitrário, mas com uma coerência e uma lógica internas que fazem com que os dramas excitantes sejam possíveis.

O nosso passado está impregnado pela energia:
-  que acumulamos em várias vidas, e nessa existência,
- dos nossos demônios (ira, cobiça, crueldade, extravagância, inveja, egocentrismo...) e anjos interiores ( talentos, dons, possibilidades )
-  da carga da herança ancestral e coletiva.
- que estamos tecendo nosso destino no grande tear coletivo e família.

Os fantasmas do passado vivem no presente em nossa memória, em nossa mente. Nossas crenças, nosso caráter  tecem no agora nossas escolhas, nossa aura magnética funciona como um imã que atrai a nossa atmosfera  tudo aquilo que nos identificamos por atração ou repulsão.

Não podemos negar que temos laços com o karma de vidas passadas com a nossa família, com nossas amizades, em atividades grupais, e ele define nosso destino e a Lei da Atração.

Não podemos esquecer que o plano de Deus para a humanidade é o nosso caminho. Seguimos na direção do destino do planeta. E, por isso temos limites e possibilidades.

Há escolhas que a Alma faz definem o nosso destino, muitas vezes a Personalidade escolhe seguir um caminho e a Alma outro, e por isso  podemos passa a vida lutando para chegar a algum lugar.

O segredo é nos unir com o nosso Eu superior ou Alma e nos integra com a vontade de Deus.

Quando combatemos a Unidade estamos preso no carma, “andando para trás”, parados na lei do Carma;

 quando estamos seguindo na luz que ilumina para o bem de todos, estamos no Dharma. DharmadhannyaEL

O paranormal ou sensitivo prático procura está sempre equilibrando idéias contraditórias. É um paradoxo, porém uma verdade, que o seu poder é ilimitado e limitado. Pode ser que você possa até caminhar sobre a água, mas pode ser impossível conseguir que seu companheiro ou companheira recolha a tampa no tubo de pasta de dente.