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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Somos programados na Infância.






                    "Somos Programados na infância."

           Pela Lei natural da Atração, atraímos para nossa vida aquilo
        em que      acreditamos.

        Os jesuítas diziam: “Dê-me uma criança de até sete anos
            e eu lhe devolverei o homem”.
         Eles sabiam que as crenças eram formadas nestes verdes anos,
          e depois  disso só existe repetição do mesmo programa,
          a menos que aprendamos como mudar isso.

Quando bebês, ou mesmo no útero, somos abertos e sensíveis aos pensamentos e sentimentos de qualquer pessoa perto de nós. As impressões se tornam cada vez mais fortes até se parecerem com fatos, quando então começamos a acreditar nelas. Assim formamos nosso sistema de crenças.

Enquanto bebês ou crianças sensíveis, as coisas que acontecem nunca são tão importantes quanto o modo como as percebemos. Isto se torna nossa realidade.

Vamos examinar o caso de Andy, cujas crenças e primeiros aprendizados tinham sido opostos aos do de Ann, de modo que ele havia criado uma vida bem diferente da dela.

Dizem que “daquele que não tem tudo será tirado”. Como Andy acreditava que não poderia ter o que queria, fez com que o ditado se cumprisse.

A mãe de Andy costumava estar ocupada e distraída. Ele tinha um irmão mais velho, que consumia grande parte do tempo e da atenção da mãe. Muitas vezes sua mãe não podia alimentá-lo quando estava com fome, causando-lhe a percepção de não ser importante. Assim foi implantada em sua mente a crença em sua falta de importância.

Como não era atendido imediatamente quando chorava, sentia-se mal amado naqueles momentos. Bebês são criaturas egocêntricas e sensíveis. Assumiu aquele sentimento de desamor como crença de não ser digno de amor.