"Somos Programados na infância."
Pela Lei natural da Atração, atraímos
para nossa vida aquilo
em que acreditamos.
Os jesuítas diziam: “Dê-me uma criança
de até sete anos
e eu lhe devolverei o homem”.
Eles sabiam que as crenças eram formadas
nestes verdes anos,
e depois disso só existe repetição do mesmo programa,
a menos que aprendamos como mudar isso.
Quando bebês, ou mesmo no útero, somos
abertos e sensíveis aos pensamentos e sentimentos de qualquer pessoa perto de
nós. As impressões se tornam cada vez mais fortes até se parecerem com fatos,
quando então começamos a acreditar nelas. Assim formamos nosso sistema de
crenças.
Enquanto bebês ou crianças sensíveis, as
coisas que acontecem nunca são tão importantes quanto o modo como as
percebemos. Isto se torna nossa realidade.
Vamos examinar o caso de Andy, cujas
crenças e primeiros aprendizados tinham sido opostos aos do de Ann, de modo que
ele havia criado uma vida bem diferente da dela.
Dizem que “daquele que não tem tudo será
tirado”. Como Andy acreditava que não poderia ter o que queria, fez com que o
ditado se cumprisse.
A mãe de Andy costumava estar ocupada e
distraída. Ele tinha um irmão mais velho, que consumia grande parte do tempo e
da atenção da mãe. Muitas vezes sua mãe não podia alimentá-lo quando estava com
fome, causando-lhe a percepção de não ser importante. Assim foi implantada em
sua mente a crença em sua falta de importância.
Como não era atendido imediatamente
quando chorava, sentia-se mal amado naqueles momentos. Bebês são criaturas
egocêntricas e sensíveis. Assumiu aquele sentimento de desamor como crença de
não ser digno de amor.

