O psicólogo tibetano Kálu Rinpoche nos
diz o seguinte a respeito do sofrimento do samsara: “... pelo poder do karma,
das tendências fundamentais e das emoções perturbadoras da mente, sobre a
influência de causas e agentes variados, renascemos (continuamente) nos seis
mundos de existência da roda da vida, os quais por sua natureza são sempre
sofrimentos”.
Os budistas tibetanos têm uma crença
profunda no renascimento — a noção de que a morte, longe de ser um fim, é
simplesmente o início de outro ciclo de existência.
O
nome dado ao processo de nascimento, morte e renascimento é samsara. A cada vez
que renascemos, entramos numa existência caracterizada por duhkha (sofrimento,
dor, insatisfação), O ciclo de renascimento continua indefinidamente, até que o
despertar nos liberte de samsara: essa é a meta da prática budista.
