Mostrando postagens com marcador toca um novo instrumento musical. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador toca um novo instrumento musical. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 30 de setembro de 2024

Como evitar riscos de perda da memória?

 




Como evitar riscos de perda da memória Saiba quais hábitos adotar (e evitar) para reduzir os riscos da perda de memória.

Cada vez mais, a ciência entende que fatores por trás do declínio cognitivo podem ser evitados com hábitos saudáveis e um cérebro ativo

https://saude.abril.com.br/alimentacao/os-10-alimentos-que-melhoram-a-memoria?nis=6#google_vignette

Controlar certos fatores de risco pode reduzir a possibilidade de desenvolver demência quase pela metade. É o que aponta uma atualização do Lancet Comission on Dementia, publicada no último dia 10 de agosto no periódico The Lancet.

Estudo revela alimentos que podem reduzir o risco de demência em 28%

Estudo diz que beber café ou chá pode reduzir o risco de demência

Saiba quantas vezes por semana se exercitar para evitar demência

Olhos podem revelar primeiros sinais de demência. Saiba reconhecer

O documento reúne as últimas evidências sobre o tema e lista os 14 fatores mais importantes para um envelhecimento saudável. Também acrescenta duas novas condições envolvidas na perda cognitiva: o comprometimento da visão e altas taxas de LDL (conhecido como colesterol ruim), que não eram citadas no artigo anterior, publicado em 2020.

 As recomendações vão ao encontro do que a ciência já conhece. “Sabemos que 45% dos fatores de risco para demência podem ser prevenidos”, diz a geriatra Thais Ioshimoto, do Hospital Israelita Albert Einstein.

 São hábitos e cuidados que devem ser implementados desde a infância e que, ao longo da vida, ajudam a formar a chamada reserva física e cognitiva capaz de reduzir danos vasculares e neurológicos.

Segundo o artigo, a prevenção da perda cognitiva começa ainda na infância, com acesso à educação. Uma das explicações é que esse estímulo está associado a maior eficiência ou menor declínio no funcionamento das redes neurais. Mas é possível manter o cérebro estimulado a vida toda.

“Um bom estímulo cognitivo envolve aprender coisas novas. Não adianta ficar fazendo as mesmas palavras cruzadas, pois o cérebro já se acostumou e não há formação de novas conexões neurais.