Como evitar riscos de perda da memória Saiba quais hábitos adotar (e evitar) para reduzir os riscos da perda de memória.
Cada vez
mais, a ciência entende que fatores por trás do declínio cognitivo podem ser
evitados com hábitos saudáveis e um cérebro ativo
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Controlar certos fatores de risco pode reduzir a possibilidade de desenvolver demência quase pela metade. É o que aponta uma atualização do Lancet Comission on Dementia, publicada no último dia 10 de agosto no periódico The Lancet.
Estudo
revela alimentos que podem reduzir o risco de demência em 28%
Estudo
diz que beber café ou chá pode reduzir o risco de demência
Saiba
quantas vezes por semana se exercitar para evitar demência
Olhos
podem revelar primeiros sinais de demência. Saiba reconhecer
O
documento reúne as últimas evidências sobre o tema e lista os 14 fatores mais
importantes para um envelhecimento saudável. Também acrescenta duas novas
condições envolvidas na perda cognitiva: o comprometimento da visão e altas
taxas de LDL (conhecido como colesterol ruim), que não eram citadas no artigo
anterior, publicado em 2020.
São hábitos e cuidados que devem ser
implementados desde a infância e que, ao longo da vida, ajudam a formar a
chamada reserva física e cognitiva capaz de reduzir danos vasculares e
neurológicos.
Segundo o
artigo, a prevenção da perda cognitiva começa ainda na infância, com acesso à
educação. Uma das explicações é que esse estímulo está associado a maior
eficiência ou menor declínio no funcionamento das redes neurais. Mas é possível
manter o cérebro estimulado a vida toda.
“Um bom
estímulo cognitivo envolve aprender coisas novas. Não adianta ficar fazendo as
mesmas palavras cruzadas, pois o cérebro já se acostumou e não há formação de
novas conexões neurais.