“Não julgueis,
afim de que não sejais julgados, porque vós sereis julgados segundo houverdes
julgado os outros, e se servirá para convosco da mesma medida da qual vos
servistes para com eles.”
Esta é uma crença
ou uma verdade? Mas, o juiz que carregamos é fiel a estas palavras - quando
censuramos, temos preconceitos, juízos, regras, valores, opiniões radicais,
discriminadoras, impiedosas que estão em nossa mente com uma “moral”
individualista, egocêntrica, que não revela empatia, humanidade, amor e
compaixão.
Não estamos
livres quando julgamos, estamos presos ao nosso juiz interior, ou o nosso Deus internalizado e ele não terá
piedade de nossos erros - nunca teve, nem agora, nem na hora da nossa morte
em vidas passadas.
Estamos presos na roda da vida, no Karma que nosso mundo interno teceu ao nos condenar, como condenamos o outro. O outro é o nosso espelho - reagimos e condenamos sem compaixão aquele que nos mobiliza para o julgamento.
Estamos presos na roda da vida, no Karma que nosso mundo interno teceu ao nos condenar, como condenamos o outro. O outro é o nosso espelho - reagimos e condenamos sem compaixão aquele que nos mobiliza para o julgamento.
A aura daquele que é injusto, que condena é escura, não
tem magnetismo e afasta as pessoas. As pessoas podem ter medo do que ela pode
fazer com a sua vida, com punição, difamação, intriga, confusão.
Não confiamos naquele que é severo com os outros, porque será severo em nossa vida. Aquele que julga sente que é superior, que tem capacidade e moral para julgar e punir e atrai pessoas como ele ou aqueles que querem ser julgados e punidos.
Não confiamos naquele que é severo com os outros, porque será severo em nossa vida. Aquele que julga sente que é superior, que tem capacidade e moral para julgar e punir e atrai pessoas como ele ou aqueles que querem ser julgados e punidos.
Agora, imagine o
juiz ou o seu “Deus” que você tem internalizado. Ele carrega suas crenças, sua religião, sua cultura familiar e social, seu dharma ou o seu carma.
Você iria
condenar a si mesmo, de maneira tão violenta? Então agora, você sabe porque não
é feliz...


