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domingo, 8 de fevereiro de 2015

Você atrai aquilo que acredita, que se identifica





 Você atrai aquilo que acredita, que se identifica

“Não julgueis, afim de que não sejais julgados, porque vós sereis julgados segundo houverdes julgado os outros, e se servirá para convosco da mesma medida da qual vos servistes para com eles.”

Esta é uma crença ou uma verdade? Mas, o juiz que carregamos é fiel a estas palavras - quando censuramos, temos preconceitos, juízos, regras, valores, opiniões radicais, discriminadoras, impiedosas que estão em nossa mente com uma “moral” individualista, egocêntrica, que não revela empatia, humanidade, amor e compaixão.

Não estamos livres quando julgamos, estamos presos ao nosso juiz interior, ou o nosso Deus internalizado e ele não terá piedade de nossos erros - nunca teve, nem agora, nem na hora da nossa morte em  vidas passadas. 

Estamos presos na roda da vida, no Karma que nosso mundo interno teceu ao nos condenar, como condenamos o outro. O outro é o nosso espelho - reagimos e condenamos sem compaixão aquele que nos mobiliza para o julgamento.


A aura daquele que é injusto, que condena é escura, não tem magnetismo e afasta as pessoas. As pessoas podem ter medo do que ela pode fazer com a sua vida, com punição, difamação, intriga, confusão.

 Não confiamos naquele que é severo com os outros, porque será severo em nossa vida. Aquele que julga sente que é superior, que tem capacidade e moral para julgar e punir e atrai pessoas como ele ou aqueles que querem ser julgados e punidos.

Agora, imagine o juiz ou o seu “Deus” que você tem internalizado. Ele carrega suas crenças,  sua religião, sua cultura familiar e social, seu dharma ou o seu carma.

Você iria condenar a si mesmo, de maneira tão violenta? Então agora, você sabe porque não é feliz...

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

A Justiça - Tarô palavras chaves




http://www.youtube.com/watch?v=iIpl4KSd1Qo&feature=

O símbolo do infinito revela a verdade do Filho e do Espírito, nesta realidade acontece a unidade absoluta. O ponto de interseção do infinito é a única via pela qual se pode chegar ao Pai.

De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantar-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a se desanimar da virtude, rir da honra e ter vergonha de ser honesto." Rui Barbosa
A Justiça Cósmica é a manifestação da Vontade e da Inteligência Divina em ação e reação.

“A Lâmina do oitavo Arcano representa um a mulher assentada numa poltrona amarela entre duas colunas, Nas mãos ela tem a espada e a balança amarelas. Em sua cabeça está uma tiara de três coroas.

Ela está sentada entre duas colunas: a da Vontade (Jakin) e a da providência (Boas).
-
A árvore da vida é constituída por três colunas: a da direita é designada como “coluna da Graça ou da Misericórdia”
- a coluna da esquerda tem o nome de “Coluna do Rigor”, há uma correspondência com  a justiça, à defesa e à acusação, enquanto a coluna do meio corresponde a equidade.
- O sistema das dez Sephirot está baseado num equilíbrio móvel que se restabelece quando se produz uma dissemetria momentânea.

- “Gevurah-rigor representa a lei, é a auto-restrição que Deus exerce na interação com os seres humanos e com a criação. Hesed-amor , que é o cumprimento da lei, representa a realização dessa relação na nossa unificação com Deus”.

- A Justiça guardiã do Equilíbrio entre o individual e o Universal.
- Tem o poder de restabelecê-lo cada vez que a vontade individual peça contra a vontade universal.
- Ela não age, somente reage.

- “A lei se interpõe entre a liberdade do homem e a liberdade de Deus”.
 -A lei reage por efeitos visíveis e invisíveis à sua ação.
 -A Lei se interpõe entre a liberdade do homem e a liberdade de Deus.

 - Coroa indica que a sua missão vêm do alto – do Ser Supremo, da Providência.

- a balança indica equilíbrio entre o que está no alto e o que está em baixo estabelecido restabelecido pela balança, com no sentido horizontal, sendo o equilíbrio entre o lado direito e o lado esquerdo, o lado da Graça e o do Rigor, mantido pela balança ou com a  ordem, ou  a harmonia, e a Justiça
- a espada significa o poder de restabelecê-lo cada vez que a vontade individual peca contra a vontade universal.

A obra da balança céu-terra ultrapassa a justiça do carma, ela é a Justiça da Graça. Rege não só o perdão, mas também o domínio inteiro dos dons do alto compreendidos no Espírito Santo.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

O JUlgamento - Arcano XX




O Julgamento – Arcano XX.

Dharma Dhannyael

Refletindo sobre o arcano do “Julgamento”.

O nome erudito do arcano XX é: “Ressurreição dos mortos” e seu nome comum: “O Julgamento”.

Uma vez que o indivíduo comece a trilhar a Estrada Iluminada, sofre uma metamorfose no processo de iluminação com a qualidade e o propósito da entidade solar, a Alma.

“Já não sou que vivo, mas Deus vive em mim”.

“As três figuras saíram do túmulo. Testemunham isso a lápide virada e o jazigo aberto. Para estas criaturas houve uma mudança total das condições de existência; porém, não traz ainda a libertação.

Fortune escreve que “A Sétima morte é a iluminação. A iniciação completa é uma morte viva. Na Sétima Morte a consciência está separada da Personalidade e se une à individualidade e então um homem vê a face de seu Pai que está no céu, mesmo que ele próprio habite a Terra. Significa a consciência da “Presença Residente” no meio da consciência dos sentidos. Significa consciência do céu enquanto se vive na Terra. Quem que expresse o Amor traz o Espírito que é Um, à manifestação. Estar separado é estar morto. Portanto escolham o Amor e vivam. (6)

Essa somente vem depois. Na lâmina vemos um anjo trombeteando no céu. O som de sua trombeta simboliza o poder atrativo da chamada do Arquétipo à evolução. O Arcano XX representa o mistério da atração que exerce sobre a vida humana (He) o Amor Divino (Iod). Daí o primeiro título do Arcano: “Transformação astral”.

Precisamos transformar-nos consciente e evolutivamente. Esta deve ser nossa meta. Devemos mudar a nos mesmos para podermos escapar da escravidão. Quando transformamo-nos, sutilizamos simultaneamente a natureza, ouvimos melhor o som da trombeta do despertar espiritual.

No tremendo tumulto do mundo, impelidos pela Roda da Fortuna, não podíamos ouvir essa voz, a não ser nos raros instantes do completo silenciar de nossas paixões. Agora esse som se nos torna mais e mais audível”.

Astrologicamente Saturno rege este arcano e está relacionado com o tempo, transformação e com a evolução. (3)

“Mas, o indivíduo que já avançou na Estrada iluminada até o ponto visado por Saturno para a incorporação do Espírito dentro do próprio ser como uma semente divina; então, poderá ouvir o som da trombeta, ouvir o chamado, que libera a luz para uma nova vida, o renascimento. A semente divina interior poderá florescer para que a Divina Presença possa realizar a verdadeira iniciação.

O indivíduo transfigurado tornou-se um centro focal para a liberação do poder da Mente Universal, Ouranos, o deus criativo do Espaço Universal. Os homens são convocados a ouví-lo, a contrair sua radiância o contagiante fervor de alguém em quem Deus está nascendo, cuja Alma está se enchendo a transbordar pelo Espírito – assim como, amiúde, numa mulher grávida parece transbordar um estranho poder de resplendente vida.

“A luz Uraniana toca a trombeta é reveladora. Urano é o raio, mas é também o poder criativo do som místico que, segundo a velha tradição da índia, penetra todos os espaços - A Akasha ou Luz Astral (superior). Esse Som como o raio, pode matar; mas ele é também a Voz de Deus dentro da Alma impregnada pelo Espírito.

Precisa ser ouvida; porquanto o Espírito é sempre e eternamente aquele que preenche todas as necessidades, que restaura a harmonia onde quer que a mente-ego e a matéria se tenham apartado. Na verdade, não pode haver real manifestação do Espírito salvo se estiverem presentes duas polaridades e, estando presentes, forem integradas”. (3)

A separação impede a integração. Aquele que julga, pensa que é o melhor, o mais iluminado, o mais sábio – Um ser Superior.