Como cultivar o hábito de ser feliz.
Basta
reconhecer o plano Supraconsciente da mente, da Divina Presença do
Espírito de Deus e permitir que este
opere nas condições apropriadas em sua vida.
Um dos
primeiros frutos do hábito da felicidade
é a destruição de um inimigo da natureza – a monotonia, o tédio, a depressão.
Fator
importante para alcançar vitória na luta contra a monotonia é conhecer o que eu
chamo de limite da monotonia.
Sua vida não
pode estar em permanente fase progressiva. Ocorre nela uma série inevitável de
pequenas monotonias. São as monotonias trazidas
pelas necessárias repetições das tarefas e dos deveres de cada dia.
Essas pequenas
monotonias, se deixarmos que se acumulem sem lhes opor o freio da atividade e
de pensamentos construtivos, podem crescer até a um ponto em que sobrepujarão
os momentos felizes da vida. A monotonia cresce sobre uma pequena base e se
amplia na parte superior, à feição do cogumelo.
O primeiro
limite da monotonia, do marasmo ou estagnação é o ponto em que o acúmulo dela
começa a se alargar na parte de cima. O segundo limite é o ponto em que nossa
inteira estrutura psicológica ameaça ruir por causa desse desequilíbrio.
A estagnação
nos rouba energia, nos entristece e perdemos o contato com a Alma.
