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sexta-feira, 8 de outubro de 2021

Sinais e Sintomas de diabetes r como evitá-la

 


Diabetes: Sinais De Que Você Pode Ter A Doença E Como Evitá-La

Dividida em diabetes tipo 1, tipo 2 e outras classificações, essa enfermidade pode prejudicar a qualidade de vida das pessoas e levá-las à morte. No entanto, não devemos nos desesperar. Felizmente, nosso corpo emite sinais de que algo pode estar errado em nosso organismo — dessa forma, podemos buscar ajuda médica e iniciar o tratamento adequado. Veja quais são alguns sinais da diabetes e cuide-se, sempre lembrando de fazer visitas regulares ao seu médico e ter um estilo de vida saudável.

1.    Vista Embaçada

Quando se fala de diabetes, poucos se lembram de comentar seus efeitos sobre a visão do paciente. A diabetes pode se manifestar de formas muito sutis, em certos casos passando quase despercebida. Mas um dos sinais para os quais devemos ficar atentos são alterações em nossa visão. A visão embaçada talvez seja consequência dessa doença que afeta milhares de pessoas em todo o mundo. Caso você note que sua capacidade de ver está um pouco prejudicada, consulte um médico assim que possível.

2.    Pele Com Manchas

Embora esse sinal seja mais difundido, é preciso chamar a atenção para ele. Muitos pacientes diabéticos, com o passar do tempo, começam a exibir manchas descoloridas sobre a pele. São manchas opacas e discretas, mas que podem estar indicando o desenvolvimento de um quadro de diabetes. Em geral, essas manchas surgem nas dobras do corpo e devem ser analisadas por um bom profissional da área de saúde. Só assim será possível diferenciar uma alergia de pele de uma doença mais grave como a diabetes.

                            3. Sensação De Boca Seca
Talvez a sensação de boca seca seja apenas uma consequência da temperatura ou do ambiente onde você está: em estações mais secas, isso acaba se refletindo em nossa boca. 
 No entanto, esse também é um sinal de que você está desenvolvendo diabetes.

Por isso, vale a pena agendar uma consulta com seu médico para avaliar o estado geral de seu corpo e verificar se há um quadro de diabetes ou não. Embora a boca seca possa ser ocasionada por questões climáticas e até mesmo emocionais, você não deveria esperar que o tempo melhore para cuidar da sua saúde, não é mesmo?

                                   4. Fome Em Excesso

Tudo bem que a fome nem sempre é um sinal de diabetes — aliás, sentir fome é um processo natural e saudável do organismo humano. Mas o que você deve observar é se essa fome que você sente é muito intensa, mais intensa do que o normal.
A fome intensa pode estar relacionada com os níveis de insulina no nosso corpo, que ficam desregulados devido à diabetes. Nesse caso, caso você perceba que sua fome está fora do normal, não hesite em marcar uma consulta com um bom profissional.

sexta-feira, 6 de novembro de 2020

Vitamina D - Insuficiência no organismo

 
                                              

 Vitamina  D- Insuficiência no organismo 
RESUMO da Pesquisa
Atualmente, a insuficiência/deficiência de vitamina D tem sido considerada um problema de saúde pública no mundo todo, em razão de suas implicações no desenvolvimento de diversas doenças, entre elas, o diabetes melito tipo 2 (DMT2), a obesidade e a hipertensão arterial.

A deficiência de vitamina D pode predispor à intolerância à glicose, a alterações na secreção de insulina e, assim, ao desenvolvimento do DMT2. Esse possível mecanismo ocorre em razão da presença do receptor de vitamina D em diversas células e tecidos, incluindo células-β do pâncreas, no adipócito e no tecido muscular.

 Em indivíduos obesos, as alterações do sistema endócrino da vitamina D, caracterizada por elevados níveis de PTH e da 1,25(OH)2D3 são responsáveis pelo feedback negativo da síntese hepática de 25-OHD3 e também pelo maior influxo de cálcio para o meio intracelular, que pode prejudicar a secreção e a sensibilidade à insulina.

 Na hipertensão, a vitamina D pode atuar via sistema renina-angiotensina e também na função vascular. Há evidências de que a 1,25(OH)2D3 inibe a expressão da renina e bloqueia a proliferação da célula vascular muscular lisa.

 Entretanto, estudos prospectivos e de intervenção em humanos que comprovem a efetividade da adequação do status da vitamina D sob o aspecto "prevenção e tratamento de doenças endocrinometabólicas" são ainda escassos. Mais pesquisas são necessárias para se garantir o benefício máximo da vitamina D nessas situações.

Descritores: Vitamina D; diabetes melito; obesidade; hipertensão 
VITAMINA D, NOVOS HORIZONTES

A vitamina D é bastante conhecida pela sua função no desenvolvimento e na manutenção do tecido ósseo, bem como pela manutenção da homeostase normal do cálcio e do fósforo. Porém, evidências recentes sugerem o envolvimento dessa vitamina em diversos processos celulares vitais, como: 

diferenciação e proliferação celular, secreção hormonal (por exemplo: insulina), assim como no sistema imune e em diversas doenças crônicas não transmissíveis (1-5).

segunda-feira, 26 de março de 2018

Para evitar o diabetes







Precisamos proteger o pâncreas das nossas crianças e evitar  alimentação com muito açucar como  refrigerantes, e doces. A saude do adulto está na raiz da infância. Dharmadhannya

Para evitar o diabetes




Apresentar níveis de glicose acima do normal no sangue não é sentença de que se vai desenvolver a doença. Há muito que pode ser feito para frear o processo.

Cada dia mais pessoas engrossam um número que não trás orgulho para sistema de saúde algum:

 A quantidade de indivíduos com diabetes no Brasil cresceu de 5,5% da população em 2006 para 6,9% em 2013. Esses são os dados da pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção de Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério da Saúde.

 É um mal que cresce com a idade – entre 18 e 24 anos, 0,8% é diabético, enquanto depois dos 60 anos esse número chega a 22,1%. Como a população está cada dia envelhecendo e engordando, não é de se estranhar que esse número aumente tanto. Mas uma quantidade significativa de pessoas não contabilizadas está em situação limítrofe, a chamada pré-diabetes.

O que é ser pré-diabético
“Um indivíduo é classificado pré-diabético quando tem glicemia de jejum entre 100 e 126 mg/dl, ou seja, são pessoas que têm uma quantidade de açúcar no sangue acima da considerada ideal, mas ainda não precisam tomar medicamentos”, explica a endocrinologista Mariana Narbot (SP). 

Estamos falando aqui basicamente do diabetes tipo 2 (o tipo 1 é uma doença autoimune em que as células do pâncreas são destruídas) que, apesar do componente genético, está muito mais relacionado aos maus hábitos.
Progresso lento e perigoso

O tipo 2 é uma doença de instalação lenta e progressiva. Começa com uma dificuldade na ação da insulina – hormônio que permite que o açúcar seja absorvido pelas células, que vai progredindo para uma falha na produção do hormônio, quando o diabetes 2 realmente se instala. 

A alimentação contribui para isso. Alguns alimentos fazem com que a taxa de açúcar no sangue suba muito. Os doces estão no topo da pirâmide, pois são ricos em glicose.


Mas outros alimentos são transformados em açúcar e devem ser evitados. “Para reverter o quadro de pré-diabetes, deve-se escolher alimentos com mais quantidades de fibras, como verduras e legumes. 

Evite carboidratos refinados, preferindo pães e arroz integrais. alimentos menos calóricos, com menos quantidade de gordura trans e saturadas, devem ser privilegiados porque não contribuem para o ganho de peso”, fala o endocrinologista Paulo Rosembaum, do Hospital Albert Einstein (SP).

Os exercícios também contribuem para reverter o quadro. “Os mais indicados são os aeróbicos, embora os que trabalham os músculos também sejam benéficos. Essas práticas reduzem a resistência à insulina, ajudam na perda de tecido adiposo e ganho de massa muscular”, diz Rosembaum.

domingo, 12 de maio de 2013

Depressão - O Hipotireoidismo, Glicose, B12




                                  Depressão: A “falsa”epidemia do século XXI?
                                         http://saudeblog.wordpress.com/

Por Dr. Paulo Farber

Imagine você passar anos sabendo que você está com depressão, vendo a vida passar como se somente os outros fossem convidados para a “festa da vida”. Os remédios ajudaram no início do quadro, mas agora, mesmo tomando os remédios em altas doses, você se sente cada vez pior, cansado(a), sem ânimo de fazer nada. Daí descobre que a causa do seu problema era uma doença física que não tinha sido diagnosticada.

O diagnóstico de depressão está cada vez mais presente, é difícil o dia que não recebo no consultório pacientes com esse diagnóstico, a maioria tomando os antidepressivos chamados inibidores seletivos de recaptação de serotonina . O sofrimento desses pacientes é patente, e o diagnóstico foi feito somente através dos sintomas, sem uma investigação clínica mais profunda.

É como se estivéssemos em uma epidemia contemporânea, e o que é pior, os remédios até ajudam no início do tratamento, mas com o passar do tempo, muitos pacientes continuam deprimidos, apesar da medicação. Mas será que todos estão com depressão de origem puramente psíquica?

Vejamos alguns critérios diagnósticos da depressão, segundo o DSM-IV (O manual psiquiátrico utilizado para diagnosticar os problemas mentais): “Estado deprimido”, “Dificuldade de concentração”, “Insônia ou sonolência”, “Perda ou ganho significativo de peso” “Diminuição de energia, cansaço, fadiga”. O maior problema é que esses sintomas podem estar ligados a doenças físicas,  E isso significa que o tratamento dessas doenças pode fazer toda a diferença no paciente “deprimido”.

 Existem três doenças muito prevalentes que podem levar a sintomas muito semelhantes a uma depressão de origem psíquica:
 - Hipotireoidismo.
- Resistência à Insulina.
- Deficiência de Vitamina B12.