Pela Lei natural da Atração, atraímos para nossa vida aquilo
em que acreditamos.
Os jesuítas diziam: “Dê-me uma criança de até sete anos
e eu lhe devolverei o homem”.
Eles sabiam que as crenças eram formadas nestes verdes anos,
e depois disso só existe repetição do mesmo programa,
a menos que aprendamos como mudar isso.
Quando bebês, ou mesmo no útero, somos abertos e sensíveis aos pensamentos e sentimentos de qualquer pessoa perto de nós. As impressões se tornam cada vez mais fortes até se parecerem com fatos, quando então começamos a acreditar nelas. Assim formamos nosso sistema de crenças.
Enquanto bebês ou crianças sensíveis, as coisas que acontecem nunca são tão importantes quanto o modo como as percebemos. Isto se torna nossa realidade.
Vamos examinar o caso de Andy, cujas crenças e primeiros aprendizados tinham sido opostos aos do de Ann, de modo que ele havia criado uma vida bem diferente da dela.
