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segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Eu me amo e eu me aceito




     

                   
A força do poder está no presente. Cada momen­to é um novo início e este momento é um novo iní­cio para você. Aqui mesmo, neste instante.
Chris não tinha tempo para o restrito modo de vida deles, e raramente  visitava sua família.

Quando era criança, sempre se sentia diferente, tími­da e desajeitada. Na escola era impiedosamente maltra­tada, e ninguém parecia protegê-la ou prestar atenção nela. Foi reprovada na maioria dos exames, apesar de ser inteligente, porque ninguém a estimulava.

Chris queria fazer algo com sua vida, mas se via pre­sa num emprego sem futuro, trabalhando para pessoas maçantes, e nada parecia poder fazer a respeito disso. A frustração era enorme.


Nunca havia tido sorte na vida. Nada de bom cruzava seu caminho. Tentava agradar as pessoas, sem sucesso. Nin­guém correspondia, e ela achava que ninguém gostava dela.

A única coisa boa em sua vida era seu namorado. Eles moravam juntos e ele pensava exatamente como ela. A vida era uma batalha terrível, que nada reservava para eles.

Não tinham dinheiro, e não podiam se dar ao luxo de comprar um carro. De qualquer modo, não fazia diferen­ça poder ou não comprar um carro, porque ela não tinha autoconfiança suficiente para conseguir dirigir.

Informou-me que nunca se casaria. Era perigoso de­mais. Certamente, nunca poria um filho neste mundo terrível.

“Não há nada que se possa fazer, não é?” disseram seus olhos, inquisitivamente, enquanto encostava na cadeira, cruzando os braços e lançando-me um olhar furioso. No entanto, por trás da careta havia um apelo desesperado e temeroso.

Parecia perdida e sozinha. Não pude deixar de lembrar da época em que eu havia me sentido como uma vítima desamparada do destino. A vida parecia muito ame­açadora.

Levei Chris a rever sua vida, atual e passada mostrando-lhe exata­mente como ela mesma havia causado esses relaciona­mentos e eventos difíceis. Expliquei as Leis do Universo.

“As Leis do Universo são as grandes Leis pelas quais vivemos. Governam nossas vidas, porque estamos dentro de um Universo estruturado e sujeitos a Leis Espirituais.
 Através dessas Leis atraímos todas as pessoas e situações. Quando as compreendemos e as aplicamos, podemos assu­mir responsabilidade por nós mesmos e dar direção e propó­sito a nossas vidas. Então deixamos para trás o papel de vítima indefesa e nossas vidas se transformam."

Chris aceitou e aplicou as Leis; dentro de um ano, havia conseguido um trabalho criativo de que gostava muito. Casou-se com seu namorado, e está agora espe­rando um bebê.

Conseguiu curar seu relacionamento com os pais, e seu pai lhe deu um carro de presente - o qual ela apren­deu a dirigir.


Seu corpo se movia com vitalidade e energia, e seu rosto era vivo e expressivo. Sua vida tornou-se feliz; ela agora possuía as ferramentas e o conhecimento para conservá-la desse modo.

As pessoas em geral estão se tornando mais consci­entes de que existe uma estrutura no Universo, mas não sabem direito do que se trata nem o modo de aplicá-la.

Quanto mais compreensão tivermos, mais fácil se torna nossa caminhada rumo à saúde e à felicidade. Só assim nunca mais nos permitiremos ser vítimas do destino.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Minhas crenças e a lei da atração





           Pela Lei natural da Atração, atraímos para nossa vida aquilo
        em que      acreditamos.

        Os jesuítas diziam: “Dê-me uma criança de até sete anos
            e eu lhe devolverei o homem”.
         Eles sabiam que as crenças eram formadas nestes verdes anos,
          e depois  disso só existe repetição do mesmo programa,
          a menos que aprendamos como mudar isso.

Quando bebês, ou mesmo no útero, somos abertos e sensíveis aos pensamentos e sentimentos de qualquer pessoa perto de nós. As impressões se tornam cada vez mais fortes até se parecerem com fatos, quando então começamos a acreditar nelas. Assim formamos nosso sistema de crenças.

Enquanto bebês ou crianças sensíveis, as coisas que acontecem nunca são tão importantes quanto o modo como as percebemos. Isto se torna nossa realidade.

Vamos examinar o caso de Andy, cujas crenças e primeiros aprendizados tinham sido opostos aos do de Ann, de modo que ele havia criado uma vida bem diferente da dela.