Mostrando postagens com marcador buda Budismo meditação abertura da terceira visão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador buda Budismo meditação abertura da terceira visão. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Meditação Mente clara





Meditação Mente Clara

Se a mente está vazia, ela está sempre pronta para qualquer coisa; ela está aberta a tudo. Na mente do principiante, as possibilidades são muitas; na do especialista, poucas.
— Shunryu Suzuki Roshi

As possibilidades são muito maiores para quem vive com a mente aberta, coração em harmonia e com dúvidas do que para os que vivem com certezas e res­postas. A mente que sabe que não sabe está muito mais aberta a aprender e descobrir do que a mente que pensa que tem a resposta.

Dae Soen Sa Nim, um inspirador mestre zen com quem estudamos, ensina uma prática clássica que abre a mente para o âmago da consciência, desafiando e nos convidando a sustentar si­multaneamente saber e não saber, estar no controle e ter fé para confiar no fluxo.

 Frequentemente, sugerimos essa prática para as pessoas com quem trabalhamos, para ajudá-las a transformar fi­xações em fluxo e focalizar o fluxo na claridade.

Mente clara pode significar  “a Consciência Universal de Deus”.
É assim que fun­ciona:

Enquanto inspira, pense ou diga baixinho para si:
“Mente clara, mente clara, mente clara...”
Depois, enquanto expira, pense ou diga baixinho:

“Não sei    ”
Inspirando: “Mente clara, mente clara, mente clara...”
Expirando: “Não seiiii         .”
Continue...


Cada inspiração focaliza a mente, conduz à calma e à clareza, proporciona um senso firme e forte de controle e certeza, e um lu­gar estável onde estar.

quinta-feira, 22 de março de 2018

Abertura da terceira visão- Iluminação




Abertura da Terceira  Visão - Iluminação.
Integração e fusão com o Divino na Meditação.

Na meditação o terceiro olho será aberto para a "consciencia" do divino de muitos nomes, de todos os povos, culturas; o mestre visualiza a si mesmo criando a integração e a fusão com a figura Divina que encarna virtudes e mais virtudes: amor incondicional, compaixão ilimitada, sabedoria profunda e outras.

Depois de se fundir à divindade, assim como o xamã em sua dança do poder animal, o yogue procura falar e agir como ela.

Em outras palavras, depois de se fundirem a seus aliados, o xamã e o yogue incorporam e expressam suas qualidades e desperta  a consciência do divino  internalizada por identificação e oração.

A dança é muito importante para o alinhamento com o divino –  a personalidade está “distraída” com a dança e com a música.

 A mente depois de algum tempo vai ficando “anestesiada” e vazia e impregnada pela música “abre o espaço” para o Divino, para o sagrado,  para o despertar da semente do nosso vir a ser; porém, aquele que tem o coração fechado para o Bem, não  despertará  a semente de Deus.

Acredito que a meditação e a visualização de um ser iluminado, Divino desperta a consciência da semente Divina da Alma, do Espírito, Eu Superior e as   qualidades inerentes a um ser iluminado. O nosso vir a ser...

Quando meditamos com a Alma, com a Divina  Presença, estamos entrando no plano Divino Superior e a li-gação com nosso Alma com o nosso dharma nos leva no tempo da nossa evolução que pode acontecer agora.

Realizamos “ascenção” e nos tornamos divinos, essa possibilidade a Alma busca através de éons.

Eu faço uma meditação que me leva no tempo de 12003 e lá eu me encontro com o meu eu do futuro e sinto a minha consciência expandir e fundir com o meu Eu iluminado do futuro.
quando medito cm o Buda eu sei que desperto a consciencia do meu Buda interior, do meu vir a ser.  Dharmadhannya