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terça-feira, 16 de julho de 2019

Medtação para Buda




Potencialmente um dia todos seremos um Buda, ou um iluminado que vive no dharma coletivo e individual.

A compaixão nos ilumina e expande nossa consciência búdica.
Vamos meditar com esta imagem do Buda para assim fazer a ponte com o nosso Buda Interior, ou Divina Presença, ou Eu Divino.

Ao meditarmos com a imagem do Buda, entramos em contato com o Buda interior entramos no plano superior búdico da mente que expande nossa intuição, harmonia interior nossos sentidos e abre o nosso coração para amar e ser amado.

Se voce não consegue controlar a raiva, a inveja medite diariamente o mantra Om mani Padm hum, que irá limpar sua mente de programações e de espiritos trevosos desta vida e de vidas passadas. Este mantra cantado com compaixão por tudo e por todos libera nosso dharma, tudo que há de melhor e mais harmonico em nossa vida.

se o nosso Eu inferior do carma é muito forte e poderoso em nossa mente, cante o mantra e ele levará a compaixão para nosso sofrimento ou para outra pessoa. 

Entre dentro da energia da compaixão de todos os Budas , para voce e para todos e envolva seu lar e seu trabalho com a compaixão de todos os Budas.

Mas sem cobranças, a luz do dharma precisa ser conquistada pelo próprio Eu e entrar no santuario do dharma do Buda interior é uma conquista da sua alma e do seu coração.

Eu sou a beleza da harmonia do Amor.
É puro Dharma...Olhando e meditando com um Buda estamos vibrando na frequência do nosso Eu Divino.
Ouça o mantra aqui...



                                              

O mantra Om Mani Padm Um é uma energia vibracional da compaixão universal de todos os Budas ou iluminados.

Este mantra será poderoso, se você sentir o poder de todos os Budas no seu coração. O poder deste mantra está no coração da compaixão.

 Sinta a compaixão de todos os Budas para você e então poderá entrar no dharma da libertação do sofrimento.
É um salto quantico de consciência e irá mudar seu lugar na roda da vida.
Quando meditar imagine que está indo  navegando nas águas do dharma  e o  seu Buda interior é o comandante do seu destino, deixando para tras, o carma, os ressentimentos e provações...

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

14 treinamentos da consciência


                                

Três métodos de Meditação

O Buddha ensinou 84.000 diferentes maneiras para domar e pacificar as emoções negativas, e no budismo há incontáveis métodos de meditação. Encontrei três técnicas de meditação que são particularmente eficazes no mundo moderno, e que todos podem usar e se beneficiar. São elas: “observar” a respiração, usar um objeto e recitar um mantra.

1. Observar a respiração

O primeiro método é muito antigo e o encontramos em todas as escolas do budismo. Trata-se de pousar sua atenção, leve e atentamente, na respiração. (…)
Assim, quando você for meditar, respire naturalmente, como sempre faz. Ponha sua atenção de leve na respiração. Quando põe o ar para fora, flua com sua expiração.

domingo, 18 de junho de 2017

A semente da felicidade em nosso jardim



A nossa sombra e a semente da felicidade em nosso Jardim.

Estudando sobre a sombra encontrei este texto budista e achei muito interessante e complexo. Eu  fique a pensar que há pessoas que entram em nossa mente  e  despertam  a semente do ódio, da miséria, da tristeza que estava adormecida,  nos levam a girar na roda do karma ao seu lado e assim, de um momento para o outro nossa vida muda.

Quem dirige o nosso barco nos leva para o seu mundo para o seu Karma ou dharma. Aquele que vive ao nosso lado, nos envolve no seu mundo, no seu karma, no seu dharma e o cenário da sua vida se mistura com  o cenário da nossa vida.

O inferno somos nós.
O inferno é o estar sozinho,
Tudo o mais são, nele, projeções.
Não há de onde escapar, nem para onde fugir.
Sempre estamos sós.
T. S. Eliot, The Cockail Party

Quando um homem está atormentado,
Como encontrará a paz
Senão pela paciência, até que as águas serenem?
Como a vida do homem seguirá o seu curso
Se ele não a deixar fluir?
Tao Te Ching, 15

 “A Mente Universal transcende todas as individualizações e limites. A Mente Universal é totalmente pura na sua natureza essencial, permanecendo inalterada e livre de equívocos da impermanência, imperturbável pelo egoísmo, serena nas honrarias, desejos e aversões.”

Intermediária entre a consciência universal e a intelectual-individual está a consciência espiritual (manas), que participa das duas. Ela representa o elemento estabilizador da mente, o ponto central de equilíbrio, que mantém a coesão do seu conteúdo por ser o centro de referência.


 “A mente intuitiva (manas) é una com a Mente Universal  por causa da sua participação na Inteligência Transcendental, e é una com o sistema mental (os cinco sentidos e o intelecto) pela sua compreensão do conhecimento diferenciado. A mente intuitiva não tem corpo próprio nem marcas pelas quais pode ser diferenciada. A Mente Universal é sua causa e suporte, mas ela evoluiu com noção de um ego e o que lhe pertence, ao qual se apega e reflete”. (1)

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Equanimidade - Meditação diária.






A equanimidade nos leva para o centro do Tao, é um escudo poderoso para nossa proteção.

O estado de compaixão: a neutralidade

O suave estado de neutralidade, uma das ferramentas mais po­derosas e eficazes para lidar com situações difíceis, encontra- se na essência da nossa prática.

Neutralidade significa criar uma abertu­ra emocional que nos permite abandonar a resistência às nossas expe­riências. Simplesmente observamos e deixamos a experiência ser o que ela é, sem julgá-la, sem ter de modificá-la.

A neutralidade, de uma ma­neira sutil, cria uma estrutura benevolente para nós mesmos e para os outros.

Manter o estado de ânimo inalterável, sempre igual, tanto na adversidade como na prosperidade é a chave do equilíbrio, do espírito sereno, equilibrado, da imparcialidade.


Equanimidade significa serenidade de espírito. É um estado natural e relaxado, a capacidade de experimentar de maneira estável as diferentes situações do mundo físico, das sensações, da mente e dos fenômenos.

É caracterizada por uma inteligência emocional e pela profunda tranquilidade, completamente livre de oscilações.

 É "um estado mental que não pode ser influenciado por preconceitos e preferências" (Bodhi, 2000), uma serenidade face a todo o tipo de experiências, independentemente do prazer ou da dor estejam ou não presentes" (Thanissaro Bhikkhu, 1996).

Equanimidade como significado “estar firme diante de tudo isso”. Equilíbrio diante de toda agitação que a vida possa trazer junto com uma calma resultante do conhecimento e reflexão.

Portanto, podemos concluir que a equanimidade nos protege de todas as oscilações da vida, sejam elas boas, sejam ruins.
Desenvolvemos a equanimidade estando atentos a nossas reações àquilo que o Buddha chamou os oito dhammas (fenômenos) mundanos.