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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Meditação - Integração com o divino

Integração e fusão com o divino na Meditação




Integração e fusão com o divino na Meditação.

Na meditação  budista , o mestre visualiza a si mesmo criando a integração e a fusão com a figura Divina que encarna virtudes e mais virtudes: amor incondicional, compaixão ilimitada, sabedoria profunda e outras.

Depois de se fundir à divindade, assim como o xamã em sua dança do poder animal, o yogue procura falar e agir como ela.

Em outras palavras, depois de se fundirem a seus aliados, o xamã e o yogue incorporam e expressam suas qualidades.

A dança é muito importante para o alinhamento com o divino –  a personalidade está “distraída” com a dança e com a música.

 A mente depois de algum tempo vai ficando “anestesiada” e vazia e impregnada pela música “abre o espaço” para o Divino, para o sagrado,  para o despertar da semente do nosso vir a ser; porém, aquele que tem o coração fechado para o Bem, não  despertará  a semente de Deus.

Acredito que a meditação e a visualização de um ser iluminado, Divino desperta a consciência da semente Divina da Alma, do Espírito, Eu Superior e as   qualidades inerentes a um ser iluminado. O nosso vir a ser...

Quando meditamos com a Alma, com a Divina  Presença, estamos entrando no plano Divino Superior e a li-gação com nosso Alma com o nosso dharma nos leva no tempo da nossa evolução que pode acontecer agora.

Realizamos “ascenção” e nos tornamos divinos, essa possibilidade a Alma busca através de éons.
Eu faço uma meditação que me leva no tempo de 12003 e lá eu me encontro com o meu eu do futuro e sinto a minha consciência expandir e fundir com o meu Eu iluminado do futuro. Dharmadhannya_el


 Os tibetanos consideram a divindade yoga como uma das mais poderosas e avançadas práticas de seu grande repertório, o que indica o poder em potencial dessas visualizações.

 Acreditam na sua eficácia a ponto de afirmar que, com a divindade yoga, o praticante pode se tornar um Buda numa só vida e não em “três éons sem conta”. Seja qual for o mecanismo, visualizar a si mesmo fundindo-se a uma figura poderosa e benevolente é uma surpreendente fonte de poder.