A falta de amor próprio - baixa autoestima
A autoestima define seu lugar no mundo, sua força, sua força de vontade, suas escolhas e o seu destino.
A baixa autoestima revela sua carência,
sua necessidade de ser aceita, de ser amada.
A criança que é castigada diariamente aprende a pensar que não merece amor e ser amada.
"Eu sou muito feia e por isso ninguém gosta de mim. Preciso agradar a todos para ser aceita".
A auto estima revela o seu amor próprio, que não permite a desvalorização e a agressão do outro, e assim protege sua criança interior.
Se você maltrata uma criança, ou diz que não gosta de "pirralhos", possivelmente não aprendeu a si amar, e não cuida da sua criança interior, e poderá permiter ser humilhada...
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Dharmadhannya.
Exercícios para estabelecer o contato
com a nossa criança interior
Como este está proximo o dia das crianças,
decidi propor para aqueles que estão em busca de autoconhecimento, alguns
exercícios que ajudam a entrar em contato com a criança interior.
Existe dentro de cada um de nós uma criança, que
precisa ser cuidada, amada e tratada com carinho. Essa criança dentro de nós
remete a criança que fomos um dia. Ela nunca morre e irá nos acompanhar durante
todo o percurso das nossas vidas.
Todas as nossas emoções e sentimento ficam
registrados na nossa memória corporal e muitas das nossas vivências,
principalmente desagradáveis da infância continuam registradas em nós.
Isto
faz, com que mesmo que nós tenhamos atingido a idade adulta, do ponto de vista
emocional, continuamos a reagir de forma infantil diante da diversidade da
vida.
Se sofremos muitas situações de violência, negligência, desamparo,
incompreensão, abandono e mágoas durante o período da nossa infância, se não
trabalharmos internamente esses sentimentos, vamos carrega-los nos nossos
futuros relacionamentos.
Repetindo dessa forma, vivências que gostaríamos de
evitar. Se conectar com a nossa criança interior é uma das melhores maneiras de
curar mágoas do passado. Durante os exercícios seja muito carinhoso, paciente e
gentil consigo mesmo.
Lembre-se que a criança é toda a fonte de criatividade,
alegria de viver e pureza espiritual que vamos perdendo à medida que nossas
vivências vão sendo deturpadas ou agredidas pelo meio em que nos desenvolvemos.
Sei que muitos de nós não tivemos uma infância magnifica e perfeita.
Mas muitas
vezes, a vida exige que nós voltemos ao passado para rever os aprendizados que
foram úteis e que devem continuar e aqueles que devem ser reformulados e
compreendidos sobre outra óptica. Para que assim podemos seguir em frente com
firmeza e força. Dessa forma, segue abaixo alguns exercícios que podem
facilitar este contato com a sua criança interior:
1) Fazer uma retrospectiva de como
fomos criados, pois temos a tendência de nós tratarmos da maneira que nossos
pais nos tratavam.
2) Converse com a sua criança
interior e faça perguntas para ela. Coloque abaixo algumas perguntas de
sugestão:
Do que você gosta?
Do que você não gosta?
O que faz você sentir medo? Por quê?
Como se sente?
O que você precisa?
3) Estimular os talentos da sua
criança interior.
4) Peça para a sua criança interior
fazer uma lista sobre suas dez maneiras de se divertir.
5) Visualize seu quarto de dormir
quando pequeno. Lembre-se de como era o seu quarto, as cores, os objetos e o
cheiro. Veja sua cama e você dormindo nela.
Aproxime-se, passe a mão nos
cabelos da sua criança interior e acorde-a. Olhe bem em seus olhos e pergunte a
ela o que mais quer e precisa. Ouça a resposta. Depois diga a ela que está a
seu lado sempre e que a ama muito. Abrace-a fortemente. Permita-se sentir a emoção
deste momento.
6) Imaginar que a sua criança
interior, encontra-se na sua frente e fazer a seguintes perguntas para ela:
O que você está sentindo?
O que você tem?
Por que você está triste?
Por que você tem medo?
O que você gosta de fazer?
7) Procure uma foto sua da infância.
Olhe bem para esta criança que você foi um dia e observe o que ela lhe
transmite. O que você vê? Uma criança triste ou alegre? Como é o ambiente?
Você
se lembra deste dia? Como você se sentia? Como é a sua expressão facial e
corporal? Qual a sua idade? Se você não tem foto de quando era criança, basta
procurar em revistas uma imagem de uma criança que se pareça com você. E
lembrar-se desta etapa da sua vida. Depois pegue esta foto sua de criança e
coloque num porta retrato. Olhe todos os dias para a foto com carinho,
transmitindo-lhe amor.
8) Se apresente para a sua criança.
Eu sou você hoje. Você mora dentro de mim. Como você está? Não se esqueça de
anotar tudo o que você ouvir ou sentir. Pergunte para sua criança do que ela
precisa? O que ela sente neste momento?
9) Abrace sua criança interior. Como
você imagina esta cena? Como que é o contato? Fácil ou difícil? Quando estiver
triste, abrace-se como se estivesse abraçando uma criança em seu colo. Diga
palavras de tranquilidade, transmitindo-lhe muita paz e amor.
10) Compre um urso, boneca ou um
cachorrinho de pelúcia e coloque em sua cama. Quando estiver triste, converse
com ele, como fazem as crianças.
11) Vá ao supermercado e compre
apenas aquilo que gosta. E coma, sem culpas! Mas também sem exageros.
12) Você também pode conversar com a
sua criança interior através do espelho. Senta-se em frente ao espelho e comece
a fazer-lhe perguntas sobre o que lhe machucou, porquê ela está triste e também
para saber o que ela gosta de fazer, suas brincadeiras favoritas etc.
13) Conversar com a criança interior
por intermédio da escrita. Use duas canetas com cores diferentes. Com a mão
dominante você escreve uma pergunta para sua criança interior e ela irá lhe
responder com a mão esquerda. Você pode se surpreender com as respostas. Ás
vezes nós achamos que sabemos a respostas e surge algo completamente diferente
do que esperávamos.
14) Desenhar com a mão não dominante
e depois perguntar para a sua criança interior, o que ela fez.
15) Brinque com a sua criança
interior. Qual era a sua brincadeira favorita na infância? Esqueça esses
valores sociais que diz quais são os tipos de comportamentos adultos e
infantis.
16) Reserve um tempo e leve sua
criança para passear, brincar, se divertir.
17) O que fazia quando criança e não faz
mais? Ver pessoas queridas, brincar, fazer nada, assistir um desenho, tomar um
sorvete... Por onde andam os amigos de infância? Que locais gostaria de ir?
18) Explique para ela as situações
difíceis que ela não conseguiu compreender.
19) Para ajudar a sua criança
interior a se desprender de mágoas e rancores, utilize as seguintes frases,
pois as palavras têm poderes de transformação e cura:
- Eu sou uma criança amada!
- Todos os dias e de todas as formas
eu sou e estou cada vez melhor e melhor!
- Ajustarei os meus padrões
emocionais ao meu novo eu.
- O meu novo eu reconhece a minha
Criança Interior como adorável, amorosa, Sábia e íntegra.
- Eu sou digno de ser amado, adorável
e íntegro no meu adulto interior e na minha criança interior.
Durante os exercícios com a nossa
criança interior, nós iremos perceber que ela é o espelho daquilo que
precisamos rever em nós mesmos no momento presente da nossa vida.
Não podemos
apagar o que ocorreu no nosso passado, mas podemos reformulá-lo e compreendê-lo
com um outro olhar. Lembre-se que no seu passado, você fez o melhor que você
pode com o conhecimento que você tinha naquela época. E as pessoas a sua volta
também.
Espero que vocês tenham gostado do meu artigo e se vocês souberem de
outros exercícios para trabalhar com a criança interior me mandem, por favor.
Com carinho, de Gabriela Prado
Mas o que Realmente é a Autoestima?
Ela pode ser compreendida basicamente
em duas dimensões:
as crenças ou avaliações positivas e
negativas que tenho a meu respeito, ou seja, como eu percebo os sentimentos
positivos ou negativos resultantes dessas crenças.
Acho que deu para perceber o quanto
ela é essencial.
Ela é a base do nosso senso de
segurança pessoal. Isso influência todas as áreas de nossas vidas para melhor
ou para, consideravelmente, pior.
Consequências da Ausência de
Autoestima
A ausência de autoestima pode ser
observada a partir do constante sentimento de inadequação ou deslocamento.
Sabe quando parece que você não
encaixa em lugar nenhum?
Ou que você nasceu toda do avesso?
Está presente ainda em pessoas muito
perfeccionistas, muito exigentes, que não se permitem errar.
Essas pessoas sofrem muito com as
cobranças internas e a autopunição pela culpa. (Quem não tem autoestima é a
rainha da culpa!).
Esses fatores acabam por tornar a
vida muito
mais pesada do que ela de fato é.
Nosso problema de autoestima faz com
que
duvidemos de nós mesmas em vários aspectos:
duvidamos da nossa competência;
duvidamos da nossa capacidade de
observação;
duvidamos da nossa capacidade de
compreensão da realidade;
duvidamos da nossa experiência;
duvidamos as vezes até da nossa
sanidade;
E o pior! Achamos que o outro sabe o
que é melhor para nós mesmas, o que não é verdade, e com isso temos
dificuldades de assumirmos as responsabilidade pelas nossas escolhas, o que nos
deixa imaturas e infantis.
Quando se fala do contexto de
relações, a presença ou ausência da autoestima torna-se mais expressiva porque
revela diversas dificuldades.
A tendência excessiva que muitas
vezes temos de precisar agradar o outro está enraizado em problemas no
amor-próprio. Isso leva a muitos medos como o da rejeição, medo do ridículo,
medo de não ser capaz, entre muitos outros.
A falta de amor próprio,
particularmente no contexto dos relacionamentos amorosos, pode ser devastador.
Quanto mais baixa a autoestima maior
a probabilidade de se envolver em relacionamento tóxicos e abusivos. (FATO!!!)
O senso de merecimento, de dignidade,
de admiração por si mesma, é essencial para se manter uma relação saudável,
pois dele deriva os limites que colocamos na relação com o outro.
Mas o interessante é que dificilmente
chega ao meu consultório pessoas querendo focar na sua autoestima.
A maioria das vezes a procura é para
conseguir ter um relacionamento mais saudável e feliz COM O OUTRO.
É curioso, como no amor, as pessoas
demonstram muita energia e garra para salvar um relacionamento, porém tão pouca
energia para salvar a si mesmo.
Como as pessoas conseguem cuidar com
tanto zelo do outro mas são inaptas a cuidarem de si mesmas.
Como fazem de tudo para evitar
abandono e traição do outro, quando se abandonam e se traem diariamente para
permanecer na relação.
Precisamos entender que a ordem é
outra. Se eu não me amar, isso compromete severamente a minha capacidade de
amar e ser amada! (Quando digo severamente, eu não estou exagerando!)
E veja bem, nossa autoestima é
construída ao longo da vida.
Não espere que de um dia para outro
você simplesmente passe a ter autoestima, porque isso não vai acontecer.
E não
espere que ela se desenvolva sem necessidade de muito trabalho interno, que
isso também é pouco provável.
Por onde começar?
Algumas dicas que costumam ajudar,
mas o processo é uma construção, lembre-se disso!
10 Passos para Reconstruir a sua
Autoestima
1) Pare de ser cruel consigo mesma:
diminua a autocrítica e a culpa. Elas não te ajudam e não te fazem crescer,
então qual é o sentido?
2) Perdoe-se pelos seus erros:
transforme-os em oportunidades de aprendizado
3) Preserve sua dignidade: isso é
essencial! Se você se coloca em situações que será maltratada e humilhada,
nunca se sentirá bem consigo mesma;
4) Acredite que você merece ser
amada: todos nós merecemos ser amadas, mesmo com as nossas limitações;
5) Coloque-se em primeiro lugar:
observe suas necessidades! Elas são importantes;
6) Acredite em si mesma: acredite no
que sente, no que vê, no que você percebe;
7) Faça coisas que te ajudam a
construir sua admiração por si mesma: aumente seu senso de valor;
8) Esteja consciente das suas
qualidade e defeitos: ninguém é somente defeitos na vida!
9) Faça atividades que tragam sentido
para sua vida e te deem prazer
10) O mais importante: se conheça!!!!
Conhecimento é Poder!
Autoconhecimento, então, é chave para resgatar
o poder
sobre sua própria vida.
Acima de tudo, construir autoestima é
uma decisão!!!
Não deixe para depois. O tempo de se
amar é AGORA!!!
As pessoas acreditam que o amor vai
mudar a vida delas, e estão certas: O AMOR-PRÓPRIO!
Luíza Colman.
Sinais de que você tem baixa
auto-estima
Pessoas com baixa auto-estima cedem
facilmente aos argumentos, pedem desculpas com frequência e ficam deprimidas
com facilidade, principalmente quando criticadas.
Embora comprar coisas novas
lhes dê uma falsa sensação de empoderamento, eles acham difícil deixar
relacionamentos abusivos ou até mesmo expressar sua opinião.
Homens com baixa auto-estima
também podem se tornar excessivamente críticos em relação aos seus
parceiros. As crianças com auto-estima se escondem dos desafios e são
sensíveis demais.
Você é uma pessoa silenciosa e
pensativa em festas, mais à vontade com sua própria empresa? Outros podem
pensar que você não tem confiança e tentar aumentar sua moral e torná-lo mais
social.
No entanto, pode haver um problema
diferente e mais enraizado no trabalho aqui, mais do que apenas baixa
autoconfiança - uma baixa autoestima.
A baixa autoestima é caracterizada
por um complexo de inferioridade persistente que faz você se sentir inútil e
incompetente em todos os aspectos da vida.
Se você notar algum desses sinais de
alerta em
você ou em outra pessoa, eles são uma indicação de baixa auto-estima.
1. Você cede facilmente aos
argumentos
Você tenta evitar conflitos a todo
custo. Mesmo que isso signifique concordar com algo em que você não
necessariamente acredita. Como resultado, você raramente tem a chance de se
expressar.
Isso impede que você construa
relacionamentos significativos, pois as pessoas não conseguem conhecer quem
você realmente é. Supere essa aversão ao conflito dizendo a si mesmo que
sua opinião é
valorizada. Repita isso diariamente e logo você começará a
acreditar.
2. Você sempre pede desculpas
desnecessariamente
As pessoas que sofrem de uma baixa
auto-estima podem acreditar que tudo que dá errado é por causa de algo que
fizeram. Isso ocorre principalmente porque eles desconhecem completamente
sua autoestima.
Eles só veem seus defeitos e não seus
muitos dons e talentos. Isso soa como algo que você faz? Na próxima
vez que você se desculpar, tente perceber que seu pedido de desculpas é
desnecessário, pois você não fez nada de errado.
3. Você está facilmente deprimido
Depressão na maioria das vezes
decorre de baixa auto-estima. Pessoas que sofrem de baixa auto-estima
podem não se socializar, não têm confiança e raramente tentam algo
novo. Isso os torna o alvo perfeito para a depressão.
Se você estiver facilmente
deprimido, tente escolher um novo hobby, viajar para um novo lugar ou conhecer
alguém novo. Aprenda a correr riscos de vez em quando. Vai valer a
pena no longo prazo.
4. Você não pode lidar com críticas
Você se vê de mau humor cada vez que
seu chefe faz críticas construtivas? Você derramar uma ou duas lágrimas
quando sua mãe diz que alguma roupa parece muito apertada para você?
Se você se considera uma crítica
construtiva como um insulto, pode estar sofrendo de baixa
auto-estima. Portanto, da próxima vez que alguém o criticar, tente contar
até três antes de responder irracionalmente.
5. Você encontra felicidade ao
comprar coisas novas
Os pesquisadores descobriram que o
materialismo e a baixa auto-estima têm uma relação causal, principalmente em
crianças e adolescentes.
Muitas vezes, pessoas com
baixa auto-estima têm uma natureza materialista. Comprar bens materiais se
torna sua maneira de lidar com a baixa auto-estima. Eles acreditam que são
essas coisas que contribuirão para sua felicidade e bem-estar.
Se você
estiver fazendo isso, tente passar algum
tempo com a família e os amigos de
apoio.
6. Você é excessivo em relação aos
outros
Homens e mulheres têm sinais
diferentes de baixa auto-estima. Homens que não têm alta auto-estima
geralmente tentam controlar outras pessoas, especialmente seus parceiros.
Eles são excessivamente
críticos e criticam bastante as pessoas, dizendo coisas principalmente
negativas sobre tudo. Além disso, um homem inseguro pode se sentir
protetor e ciumento. Ele também continua dizendo coisas depreciativas.
7. Você depende dos outros para tomar
uma decisão
Uma mulher com baixa auto-estima acha
muito difícil tomar decisões; em vez disso, eles gostam de seguir a
liderança de outra pessoa.
Eles acham assustador falar por
si e dar opiniões. Isso torna mais difícil para eles deixar um
relacionamento abusivo ou prejudicial. Eles são incapazes de dizer
"não" porque têm medo de causar conflito.
8. Você evita desafios ou tem
sensibilidade excessiva
A Academia Americana de Pediatria
recomenda que os pais observem como seus filhos respondem a determinadas
situações.
Se as crianças estiverem com medo de
tentar novas tarefas e evitar fazê-lo, ou talvez até se frustrem na primeira
tentativa, isso pode ser um sinal de baixa auto-estima.
Eles poderiam ter mudanças de
humor mostrando irritação e tristeza. Eles também se retiram socialmente e
são muito sensíveis às opiniões de outras pessoas. Se você vê essas
bandeiras vermelhas em seus filhos, é hora de fazer algo a respeito.
Se você conseguir se identificar com
qualquer um desses sinais de alerta, pode ser uma boa ideia avaliar sua
auto-estima. Ao fazer isso, você perceberá que a vida é ótima quando você
está mais seguro de si. Você sabe que é único; não deixe ninguém
dizer o contrário.
Suas Dúvidas Respondidas
1. É tarde demais para criar minha
baixa auto-estima?
OPINIÃO DE UM 'EXPERT
Minha experiência e pesquisa nos
dizem que a baixa auto-estima é reversível e houve centenas de livros que
enchem centenas de páginas que dão a receita para abordar esse problema.
Algumas das coisas a fazer para
reverter a baixa auto-estima são:
tornar-se positivo, afastar-se de coisas e
pessoas negativas, tornar-se decisivo, amar e ter compaixão por si mesmo, ser
grato, agradecido e perdoar.
Todas essas são boas qualidades
que podem, de fato, virar a maré contra a baixa auto-estima. Para mim, a
principal causa de baixa auto-estima é o medo.
O medo é o ponto de partida. Eu
acho que é uma boa idéia abordar a lista de “mudanças a fazer” que será
fundamental para aumentar a auto-estima, mas se o medo principal não for
abordado, você estará perdendo seu tempo.
De fato, enfrentar o medo como a
principal estratégia é altamente eficaz. Descobri que o medo é tratado com
mais eficácia incorporando a prática da atenção plena em sua vida.
A atenção plena é uma maneira de manter
o sistema nervoso livre do medo principal que eleva sua cabeça na resposta de
luta ou fuga, principalmente quando fica preso por longos períodos de tempo.
É impossível ter medo quando
você está "no momento". Todas as coisas negativas tendem a desaparecer
por conta própria quando estão no momento.
Essa "queda" é o que
permite o surgimento gradual de todas as qualidades que associamos a uma
auto-estima saudável.
Portanto, tenha certeza de que
a baixa auto-estima é reversível e que a atenção plena combinada com um
processo natural de cura e bom senso o colocará no caminho certo.
Descobri que o medo é tratado
com mais eficácia incorporando a prática da atenção plena em sua vida. A
atenção plena é uma maneira de manter o sistema nervoso livre do medo principal
que eleva sua cabeça na resposta de luta ou fuga, principalmente quando fica
preso por longos períodos de tempo.
É impossível ter medo quando
você está "no momento". Todas as coisas negativas tendem a
desaparecer por conta própria quando estão no momento.
Essa "queda" é o que
permite o surgimento gradual de todas as qualidades que associamos a uma
auto-estima saudável.
Portanto, tenha certeza de que
a baixa auto-estima é reversível e que a atenção plena combinada com um
processo natural de cura e bom senso o colocará no caminho certo.
Descobri que o medo é tratado
com mais eficácia incorporando a prática da atenção plena em sua vida. A
atenção plena é uma maneira de manter o sistema nervoso livre do medo principal
que eleva sua cabeça na resposta de luta ou fuga, principalmente quando fica
preso por longos períodos de tempo.
É impossível ter medo quando
você está "no momento". Todas as coisas negativas tendem a
desaparecer por conta própria quando estão no momento.
Essa "queda" é o que
permite o surgimento gradual de todas as qualidades que associamos a uma
auto-estima saudável.
Portanto, tenha certeza de que a
baixa auto-estima é reversível e que a atenção plena combinada com um processo
natural de cura e bom senso o colocará no caminho certo.
A atenção plena é uma maneira
de manter o sistema nervoso livre do medo principal que eleva sua cabeça na
resposta de luta ou fuga, principalmente quando fica preso por longos períodos
de tempo. É impossível ter medo quando você está "no momento".
Todas as coisas negativas tendem a
desaparecer por conta própria quando estão no momento. Essa
"queda" é o que permite o surgimento gradual de todas as qualidades
que associamos a uma auto-estima saudável.
Portanto, tenha certeza de que
a baixa auto-estima é reversível e que a atenção plena combinada com um
processo natural de cura e bom senso o colocará no caminho certo.
A atenção plena é uma maneira de
manter o sistema nervoso livre do medo principal que eleva sua cabeça na
resposta de luta ou fuga, principalmente quando fica dominado pelo passado, com
medo de não
ser amado, de não ser aceito; excesso
de cobranças impostas por sua auto punição, por longos períodos de tempo.
É impossível ter medo quando
você está "no momento". Todas as coisas negativas tendem a
desaparecer por conta própria quando estão no momento.
Essa "queda" é o que
permite o surgimento gradual de todas as qualidades que associamos a uma
auto-estima saudável.
Portanto, tenha certeza de que
a baixa auto-estima é reversível e que a atenção plena no aqui e no agora,
combinada com um processo natural de cura e bom senso o colocará no caminho
certo.
Todas as coisas negativas tendem a
cair por conta própria quando estão no momento. Essa "queda" é o
que permite o surgimento gradual de todas as qualidades que associamos a uma
auto-estima saudável.
Portanto, tenha certeza de que
a baixa auto-estima é reversível e que a atenção plena combinada com um processo
natural de cura e bom senso o colocará no caminho certo.
Todas as coisas negativas tendem a
cair por conta própria quando estão no momento. Essa "queda" é o que
permite o surgimento gradual de todas as qualidades que associamos a uma
auto-estima saudável.
Portanto, tenha certeza de que
a baixa auto-estima é reversível e que a atenção plena combinada com um
processo natural de cura e bom senso o colocará no caminho certo. Paul Sugar















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