segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Imagine-se Sendo um Paranormal




De um ponto de vista humano, a investigação das forças subconscien­tes, subliminares, psíquicas, anímicas é, e deveria ser, a mais importante preocupação da humanidade, pois através de si mesmo o homem só com­preenderá o seu Criador quando ele compreender a sua relação com esse Cria­dor; e o homem só o entenderá através de si mesmo, consistindo essa com­preensão no conhecimento da forma como é transmitido no seu estado atual.

Edgar Cayce, Leitura n? 3744 — 4[*]

As pessoas que entrarem nisso destituídas de aspiração espiritual de­vem ser prevenidas de que, a menos que se mantenham conscientes da pos­sibilidade de irem ao encontro de um significado bem mais profundo da vi­da, sua experiência, com toda a certeza, se transformará num beco sem saí­da.

 Às pessoas que ambicionam possuir forças psíquicas visando lucro e po­der, meu conselho é claro: voltem-se para motivações superiores ou desis­tam imediatamente desse intento. As consequências do mau uso deliberado dessas faculdades podem ser desastrosas.
Arthur Ford
 A alma é a luz do terceiro olho, e o terceiro olho será aberto com sua alma, com a empatia e a solidariedade que é o Bem de todas as virtudes humanas e espirituais.
Se a personalidade egocêntrica comanda a ambição, a manipulação, a maldade inconsequente, você estará desenvolvendo sua afinidade para o mal, e o mal começa a prejudicar em primeiro lugar sua vida, vida energia, seu trabalho e escurece sua aura, e ativa o carma para o sofrimento, guerra e destruição.

A Importância da Abordagem de Edgar Cayce para o Desenvolvimento da Percepção Psíquica

O desenvolvimento das faculdades psíquicas pode, realmente, levar-nos a situações perturbadoras. Perda do controle, perda da sen­sação de estabilidade do eu, perda das barreiras intransponíveis entre nós e as pessoas que nos rodeiam, perda dos limites referentes à nossa sensação de poder e perda de confiança no que seja a realida­de — essas questões não são de pouca monta.

 O que substituirá a sensação da perda de controle? Se se perder o velho conceito do eu, que conceito de eu o substituirá? Se as barreiras entre nós e ter­ceiros se esfacelam, como estabelecer uma linha divisória entre o que é justo para nós e a necessidade dos outros?

 Se descobrirmos, dentro de nós, poderes ilimitados, o que faremos com os sentimen­tos negativos? Se não pudermos confiar na “realidade", em que confiaremos?

Diante de tais questões, que surgem naturalmente durante o de­senvolvimento da percepção psíquica, as perspectivas apresentadas pelas leituras de Edgar Cayce prometem consolo, segurança e um rumo certo.

Para começar, poderia ser útil comparar o que imagina­mos ser um paranormal com o enfoque da faculdade psíquica pro­porcionado por Cayce.

A percepção psíquica parece, de início, distante da experiência normal. Por mais que prezemos esse dom, ele sempre parece cons­tituir uma raridade, como acontece com os incríveis poderes dos super-heróis das histórias em quadrinhos.

Cayce, ao contrário, fa­ria com que déssemos asas à imaginação para compreendermos que a percepção psíquica integra nossos dotes naturais.

A magia da imaginação 2






A Imaginação governa o mundo

Foi por esse motivo que Paracelso escreveu no século XVI:
“Seja verdadeiro ou falso o objeto de sua crença, você conseguirá os mesmos resultados.”

Ora, a visão é, diz São Paulo, a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem (EpístolaaosHebreus 11:1). 

Segundo Napoleão, “A imaginação governa o mundo”. Henry Ward Beecher, por sua vez, disse: “A mente sem imaginação é como um observatório sem telescópio.” Pascal escreveu: “A imaginação a tudo determina. Cria beleza, justiça e felicidade, que são tudo neste mundo.”

USANDO A IMAGINAÇÃO

1. A faculdade de criar imagens é denominada imaginação. A imaginação forma todas as ideias e as projeta na mente.

2. Você pode imaginar uma bela casa, uma viagem ou um casamento; ao sentir-lhes a realidade» a imagem mental se manifesta no plano físico.
3. Imagine-se fazendo o que adora fazer, sinta-se praticando esse ato, e maravilhas acontecerão em sua vida.

4. Imagine-se saudável e perfeito, morando numa bela casa, com um cônjuge amoroso e uma família feliz. Insista nessa imagem mental, e milagres acontecerão em sua vida.

5. Disciplinando a imaginação, você pode ver com o olho interior a estrutura de ruínas antigas e, vividamente, reconstruí-las e fazer com que o passado morto pareça vivo.
6. Foi do reino da imaginação que vieram a televisão, os computadores, o radar e todas as invenções modernas.


7. Escritores usam a imaginação para criar obras que os imortalizam, seguindo exemplos como Shakespeare, Bunyan, Milton e outros.

8. Imagine que o que escreve será fascinante e de profundo interesse para o público e também que está recebendo parabéns por seu sucesso.
Essas imagens, se habituais, mergulharão em seu subconsciente e, por fim, se transformarão em realidade.

9. Se imaginar que escreveu um belo poema, canção ou peça é provável que essas manifestações artísticas surjam completas em sua mente sem qualquer esforço de sua parte.
10. Químicos podem imaginar que têm a solução de um problema complexo. Ao fazerem isso, frequentemente, a solução lhes chega em um sonho, que é a imaginação subconsciente, e a fórmula aparece.

A imaginação é um farol...1




A imaginação é um farol....1

 O MUNDO DAS FORMAS AUTOLUMINOSAS

E, no momento da morte, para os budistas tibetanos, há um encontro frente a frente com a luz clara, branca, da consciência do Buda interior. Se não houver esse reconhecimento,  começamos a afundar cada vez mais em profunda e hipnótica ilusão, e finalmente num novo nascimento.

Na metáfora em que a luz se transforma em consciência, temos a importante idéia de que “ver com o olho da mente” pode abranger sua forma própria de lucidez, em lugar de ser sempre a ilusão ou delírio, como ocorre quando nossos sonhos mascaram a “realidade”.

Nesta parte, examinarei a relação metafórica entre a luz interior e a luz exterior. Tradicionalmente, o mundo da imaginação é o mundo astral estelar, ou do espírito. É chamado em certos textos yogues de mundo das “formas auto-luminosas”. (Talvez seja por isso que a consciência da luz do dia perde-se tão facilmente no mundo dos sonhos. A luz da consciência, que busca iluminar os objetos de nossos pensamentos, bruxuleia quando diante de formas auto luminosas.)


Nas Yoga-Sutras de Patanjali encontramos uma antiga formulação da natureza ambivalente da imaginação: “A natureza psíquica, assumindo a cor do Visionário e das coisas vistas, leva à percepção de todos os objetos.”7 A tarefa do iogue, através de sua disciplina, é manter imóvel Proteu — “a natureza psíquica”, o organismo vivo da imaginação.

O poeta Blake procurou levar a imaginação de volta às suas origens divinas:

O eterno Corpo do Homem é A Imaginação, ou seja, o próprio Deus O Corpo Divino: Jesus: somos seus Membros.
Ele se manifesta em suas Obras de Arte (Na Eternidade Tudo é Visão).9

Blake achava que o artista era o sacerdote da imaginação e que estava mais perto da verdadeira visão espiritual do que o filósofo. Lembramos a sua figura mitológica pessoal para a vida criativa, Los, o fogoso artista ferreiro com sua raiva e paixão, o adversário de Urizen — personificação da “tua razão” (ver lhe Four Zoas).

Também Coleridge, como já disse, reconhecia uma forma primária de imaginação, não baseada em objetos do mundo exterior — função meramente de espelho — mas no poder criativo e visionário da própria vida.  O poeta ou artista criador é o iogue do Ocidente, que estabelece relação com essa função mais profunda da imaginação. Ao contrário do iogue, ele não busca banir toda a ilusão para encontrar a verdade única. Ele procura, mais como o xamã, as verdades nas ilusões, e partilha as visões.

A alma ou imaginação não se ocupa da simples matéria ou do espírito puro; usando uma expressão abrangente, ela uma atividade psicossomática, que, como um arco-íris, liga extremos harmoniosamente e produz um “novo nível de ser”, um “terceiro”, que nada mais é do que a própria alma.

 A alma cria-se a si mesma, imaginando-se, e existe apenas enquanto imagina. A verdade e a realidade da alma são criadas e existem no que é criado. A imaginação é uma ocorrência autônoma, auto-originadora, simples presenciar, o “alguma coisa” que, como diriam os budistas, é “apenas assim”. No sentido rigoroso da palavra, é uma experiência colorida.

Hillman, que inspirou boa parte do pensamento de Avens, sugeriu, em seu clássico Revisioning Psychology, que a psique tem uma necessidade fundamental de ver através de si mesma, de tornar transparentes as idéias e imagens que sempre parecem reais (a raiz latina de “real” é res; literalmente, “coisa”) quando nos ocorrem.

 A palavra grega eidos é a raiz tanto de “idéia” (um pensamento por meio do qual vemos) quanto de “imagem” (eidolon, “forma”). “A alma parece sofrer quando seu olho interior está obstruído”, escreveu Hillman.

[E] o aprendizado psicológico, ou psicologização, parece representar o desejo de luz da alma, como a mariposa busca a chama. A psique quer encontrar-se vendo através; e gosta ainda mais de ser  iluminada vendo através de si mesma, como se o simples ato de ver através tornasse a alma transparente.’4

                 

“Quando as perturbações da natureza psíquica foram todas acalmadas, então a consciência, como um cristal puro, assume
a cor daquilo em que repousa, seja quem percebe, a percepção, ou a coisa percebida.”8 Esse princípio aparentemente simples é a raiz da metáfora para todas as práticas de meditação do Oriente, o caminho para a visão verdadeira, o autoconhecimento, até mesmo para a consciência cósmica. Haverá alguma outra de profundidade e eficácia equivalentes na tradição espiritual do  Ocidente?

 Em geral, a visão nos dá as mais ricas metáforas para a consciência e nos apresenta um mundo caracterizado por superfícies, contornos, texturas, cores e outras coisas.

Também traz transparência, dimensionalidade e profundidade — bem como opostos, sob a forma de opacidade, obscuridade e sombra. Acima de tudo, a visão como uma metáfora para a consciência se reforça com as características de seu próprio meio iluminante, a luz.

A fala cotidiana está cheia de metáforas visionárias: ‘Agora eu vejo”, “Poderia lançar um pouco de luz sobre isto?” e “Comecei a ver que... E nos referimos às mais completas percepções da consciência humana como cheias de luz: iluminações. A alma do místico assemelha-se ao olho pela sua capacidade de perceber a iluminação viva da experiência espiritual. A alma vê através da maya, a superficie ilusória das coisas.

As imagens da imaginação nem sempre são ‘imaginárias” ou inverídicas, mas sim “imaginais” , apresentando verdades de um tipo diferente, interior. A psique, ou alma, é a imaginação. 5 Jung, porém, disse isso com muita elegância:

A mitologema protéica e o bruxuleante símbolo expressam os processos da psique de maneira muito mais incisiva, e, em última análise, muito mais claramente do que o mais claro dos conceitos; pois o símbolo não só transmite uma visualização do processo, como também — e talvez isto tenha a mesma importância — provoca uma reexperiência daquela penumbra que só podemos aprender a compreender pela empatia inofensiva, mas que é dispersada por uma claridade excessiva.6

A “claridade excessiva” de que fala Jung é a luz da consciência diurna que espera contornos nítidos nas coisas — e nas idéias; isso é muito diferente do mundo protéico, poético, e não obstante simbolicamente rico, do sonho.

 Os pensadores neoplatônicos do Renascimento identificaram, de fato, a alma imaginal com a figura grega da divindade marinha Proteu, que podia tomar a forma de todas as coisas, homem, besta ou monstro. Contudo, ele só assumia a própria forma — diz-nos a lenda — e dava uma bênção, se fosse apanhado e preso. Da mesma forma, a anima (“alma” em latim) é mostrada com frequência nos velhos contos de fada como uma ondina, ou espírito das águas, que só retoma sua verdadeira forma se capturada e presa.

Visualizemos isto: em sua próxima aventura como herói, você prende o mágico Proteu (nossa metáfora neoplatônica para a alma), mas se o prender com muita força, pode não conseguir ver nunca as suas transformações lendárias e espetaculares.

Relaxe um pouco a pressão para fazer uma espécie de “viagem de mistério mágica” (e aumente a pressão para segurá-lo, quando ele ameaçar arrastar você totalmente, como nas lendas, nas costas de um dragão ou de um tigre). Com uma combinação de controle mental e permissividade mental, a imaginação mítica é levada a revelar seu funcionamento interno. 

É essa a essência do que Jung chamou de função transcendente, a qual delineei em The Shaman’s Doorway, como o mais elevado estágio (o quinto) de engajamento místico.

Anos depois, mas ainda na mesma tradição, Yeats disse:

Acredito que as artes estão na iminência de tomar sobre seus ombros o peso que caiu dos ombros dos sacerdotes, e levar-nos de volta à nossa viagem, enchendo nosso pensamento com as essências das coisas, e não com as coisas. Devemos, mais uma vez, colocar a destilação da alquimia em lugar das análises da química, e de outras ciências; e há pessoas que estão buscando o alambique perfeito, para que nenhuma gota de prata ou ouro venha a escapar.’11

Campbell disse que o artista criador de hoje herdou (e tornou ainda mais colorido) o manto do sacerdote. A arte, a literatura e
a cinematografia de que Campbell falava eram as mesmas que
Joyce fez Steven Dedalus descobrir: a visão impregnada de mito, a suspensão estética que leva a mente a uma nova compreensão da sua própria profundidade.’2

Em seu livro penetrante e sintetizador, Imaginal Body, Avens fala da colorida panóplia que a psicologia do arquétipo foi buscar nas imagens da alma:

 desde a psyche (literalmente, “borboleta”) dos gregos até Jung e a cauda pavonis (a “cauda do pavão”) dos alquimistas, e os simbolos multipetalados, a rosa (Ocidente) e o lótus (Oriente). Talvez a representação mais translúcida da alma (Avens atribui a Owen Barfield a imagem) seja o arco-íris:

Quando tentamos compreender um sonho, estamos fazendo idéias sobre imagens. E quando sonhamos, vemos as imagens carregadas de nossas idéias, como as associações sempre revelam. Será que a vida — e o crescimento — essencial da alma se encontram em nossa capacidade de auto-refletir: idéia/imagem/ idéia?

 (Dou exemplos mais detalhados de como isso funciona adiante.) Identificamos, certamente, a auto-reflexão com um nível mais elevado de consciência. A capacidade de ver dentro de nós mesmos e rir do que encontramos ali parece-nos atraente.

A visão através, como o humor, resiste a todas as conclusões fixas e prévias, a toda rigidez e opacidade de pensamento, e estimula o que é simbólico ou analógico, e transparente.

Toda vez que adotamos uma nova idéia ou um novo sistema de idéias, começamos a ver as coisas de novas maneiras, como se as idéias fossem olhos. Depois de algumas horas de estudo do sistema popular Análise Transacional, por exemplo, podemos passar a ver nosso comportamento, ou o comportamento dos outros, como variações sobre o tema de três personagens constantes: pai, filho e adulto;

 e a percepção nos mostrará, na verdade, coisas de cuja existência sabíamos. Mais miticamente (e de modo mais colorido), poderíamos identificar a sombra tenebrosa que paira atrás de nós; aquela coisa semelhante a uni espírito, a anima; e a máscara, a persona. É da natureza de qualquer forma de mito, presente na mente ou atuando sob a consciência, formar nossa experiência dentro do seu molde.

A imaginação é a estrela no homem...O segredo é ver através da imaginação.

Há um  intencional duplo sentido dessa frase, porque seu tema é tanto o USO da imaginação para ver, como ver através de suas imagens. Há indícios de que, nas fases evolucionárias iniciais de desenvolvimento da vida mental, a imaginação e a percepção eram uma mesma faculdade.

 Percebemos o mundo através de um sistema de imagens interiores nitidamente desenvolvido no decorrer dos anos, para imitar a realidade de certas maneiras. Não obstante, nossa percepção nunca está livre da imaginação (apercepção, ou a hipótese projetiva em psicologia).

IMAGINAÇÃO E VISÃO

Podemos separar a imaginação da percepção colocando uma pessoa numa câmara de privação sensorial, onde não recebe nenhum insumo do mundo exterior. Depois de algum tempo, a imaginação começa a descontrolar-se, criando alucinações (percepções desligadas da realidade exterior e delírios (idéias pertencentes a um sistema de crenças desligado da realidade exterior).2

 Não será talvez a nossa gabada “orientação para a realidade” simplesmente a imaginação que se atrelou aos acontecimentos externos, e deles se vale? A imaginação é uma faculdade que imita o mundo, de modo que possamos imaginar cores, formas, pessoas, lugares e fatos.

 Outras modalidades de sentidos pertencem também à imaginação: podemos ouvir música mental, por vezes de um tipo que não conseguimos afastar; vozes e conversas reconstituídas; e experimentar gostos, odores mentais, bem como a textura de um objeto que tenhamos tocado.

A imaginação pode imitar a vida tal como a conhecemos, ou pode preparar-nos para acontecimentos prováveis que ainda não se desenrolaram. Todas essas funções parecem razoáveis e necessárias à nossa existência. Mas há também o lado mais sombrio e descontrolado da imaginação; somos capazes de imaginar coisas que nunca vimos nem ouvimos na realidade externa. As mitologias estão cheias de animais míticos que nunca caminharam pela Terra, e os seres humanos mentem e enlouquecem, em grande parte por serem capazes de imaginação criativa.3

A mente, dizem os místicos orientais, é uma boa serva, mas um mau amo. O mesmo se aplica à imaginação mítica, porque ela não só nos permite modelar o mundo de maneira exata, como também fabricar fantasiosamente, e imaginar descontroladamente, coisas que não podem ou não devem nunca ocorrer.

 Assim, sofremos com frequência ao ver que nossos planos cuidadosamente imaginados se frustraram, ou que “interpretamos mal”, grosseiramente, a realidade — no mito, isso é por vezes representado por um conselheiro mentiroso ou um adivinho corrupto.

 Podemos, nessas ocasiões descobrir que a imaginação reagia na verdade à dinâmica interior da personalidade, e não a uma aproximação) do mundo exterior. A psicologia torna-se confusa em nossas percepções.

Nossa maravilhosa faculdade de criar mundos, portanto, pode agir como um gerador de facsimiles da realidade ou (de acordo com suas leis internas) um gerador de delírios. Como a onisciência, a imaginação tem liberdade de “conhecer” ou de modelar-se sobre qualquer coisa no universo.

 Mas, ao contrário da onisciência divina, a imaginação humana nunca sabe até que ponto o modelo que cria é exato. Nossa visão humana parece estar envolvida numa “nuvem de desconhecimento”, Precisamos, portanto, aprender a nova arte da visão”. 


 Postado por DharmaDhannya
Psicoterapeuta Transpessoal



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Eu sou, Eu Sou, Eu sou, a Divina Presença Vitoriosa  de Deus,
que chameja o Fogo da Chama  Violeta (TRÊS VEZES) através de
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Selai-me num pilar de fogo Sagrado e transformai e renovai
minha energia, purificai-me com a pureza, harmonia, amor,
liberdade e perfeição da Graça da Chama Violeta
Haja luz para compartilhar para o bem de todos.

 Coloque a mão no seu coração
 e sinta o fogo do amor Divino da sua  Alma no seu coração.
Que ela ascenda a liberação do dharma no seu coração.

Eu mereço ser feliz.
eu mereço amar e ser amada.
Eu mereço ter milhões amigos.
Eu mereço a prosperidade da vida.

Eu mereço o trabalho que me dá sucesso e riqueza.
Envie este amor para o seu lar, para a sua vida,
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Este  texto é resultado de uma pesquisa, eu fiz uma adaptação, inspirada nos ensinamentos de vários mestres do assunto.



Seja feita a Vontade de Deus.







Invocação a Vontade de Deus.
Para Meditar

Dharma Dhannya

Seja feita a Vontade de Deus. 
Se você estiver  sem emprego, sem oportunidades, doente, abandonado, isolado, sem  saída. medite  e invoque a Vontade de Deus.
A Vontade de Deus quer a sua felicidade faça sua comunhão com a Vontade de Deus.
Mas, é necessário sentir o amor de Deus, a Graça do Pai/Mãe no coração.
è necessário perdoar e pedir perdão a Deus.
e liberar todos os seus inimigos do seu coração e entregar eles para a vontade de Deus. 

Tenho observado que indivíduo sem escrupulos, do mal,  perseguem o justo e querem viver na sombra da luz, usufruir do trabalho do Bem, e como são preguiçosos, são falsos e dissimulados ninguém percebe.

O homens do Mal  estão infiltrados entre nós com a máscara do Bem, para ganhar lucros e usar as pessoas de escadas.
são morcegos que vampirizam o justo, o honesto quando ele permite.

Esta oração é para todos que precisam da intervenção do Pai, da Justiça, da força da Vontade de Deus, da Proteção da Vontade de Deus para seguir em frente e não ser vencido.
 Se Deus é por mim, quem será contra mim.
quando orar sinta a vontade de Deus mover o mundo, as estrelas, o universo. Sinta em sua respiração, a respiração da vida, de Deus.


Odia nasce 
 A Vontade de  Deus faz o dia nascer.
A Vontade de Deus é pura harmonia que move o Universo.
Eu sou a Vontade de Deus.
Eu sou a Força da Vontade de Deus.

O amor, a inteligencia da Vontade de Deus move o Universo.
Eu sou a Vontade de Deus em ação.

A força da Vontade de Deus, da minha Divina Presença se une com a Vontade do Uno para me proteger e guiar.

Eu peço a Vontade de Deus do meu Guru, do meu anjo Guardião, da Minha Presença Divina,de El Morya, dos Arcanjos Miguel, Rafael Uriel, Gabriel, Zackiel , Samuel, Metraton, Sandalfon, Elohim, Serafins e Querubins que me protegem  que afaste da minha vida espiritos do Mal, pessoas da escuridão.
Seja feita a Vontade de Deus.

Porque o senhor enviou seus anjos para que guardem o meu caminho e nada me sucederá, nem mal algum chegará a minha tenda, no meu trabalho, nos meus caminhos.

Porque a Vontade de Deus me protegue e guarda com seu amor.

O Silêncio é de ouro

A auto estima determina seu lugar no mundo, quando falamos da nossa vida pessoal, dos nossos amigos, do nosso trabalho estamos colocando em risco nossa vida pessoal, afetiva e profissional. 

Escolhemos a pessoa certa para falar da nossa vida, para nos destruir. Então seremos vítimas, punidas pela vida. O silencio é de ouro e a palavra é de prata. Proteger sua privacidade, sua vida é um ato de amor por sua vida. 

Fofoqueiros se alimentam de fofocas e tornam-se perigosos e não amados por ninguém, porem conquistam medo e afastam as pessoas da sua vida. São gentis, falsos. Cuidado, ele sempre tem uma carta da vitória na manga... dharmadhannyam,

Nunca troque confidências com pessoas fofoqueiras

Os fofoqueiros vivem em todos os nossos contextos. Vestidos em pele de cordeiro, se alimentam de rumores com a sua língua afiada para se manterem vivos. Possuem essa mentalidade de manada que é capaz de sentir prazer com os problemas dos outros, violar confidências e conspirar “pelas nossas costas”.
Por mais reprovável que pareça, este tipo de comportamento psicológico existe desde o início dos tempos. As fofocas são parte da nossa natureza biológica como seres sociais que somos. 

Robin Dunbar, célebre antropólogo, psicólogo e biólogo britânico, também desenvolveu uma teoria na qual falava sobre os fofoqueiros como o terreno fértil onde começou a se desenvolver a nossa linguagem. Segundo ele, enquanto os nossos antepassados ​​se encontravam em seus pequenos grupos sociais, eles começaram a trocar informações em um contexto confidencial, com a finalidade de fortalecer os laços.


No entanto, existem muitos tipos de fofocas, e uma boa parte delas não tem malícia. Muitas vezes, com essa troca, somente desejamos recolher informações para eliminar a incerteza dos nossos ambientes mais próximos. Nosso cérebro é projetado para coletar dados a fim de restaurar o nosso equilíbrio cognitivo e, portanto, precisamos do que os outros possam nos dizer para superar essas dissonâncias, essas lacunas de informação.


Isto é explicado, por exemplo, por um estudo publicado em 2008 na revista “Scientific American”.


Características dos traficantes de confidências
Os fofoqueiros também podem ser chamados de traficantes de fofocas: levam e trazem informações. Epicuro definiu a fofoca como um prazer natural, mas não necessário.Poderíamos viver a vida toda sem espalhar um único boato ou sem ter interesse por eles que nada iria acontecer, não morreríamos.

domingo, 24 de setembro de 2017

Ciclos da sorte e do Destino - Segunda parte.



A segunda parte deste tema é muito esclarecedora. E quando falamos em sorte e destino , pensamos na chama violeta que tudo purifica e ilumina nossa aura com a boa sorte. gratidão dharmadhannya

Ciclos de sorte e destino.





APELO DIÁRIO À TOCHA DÃ CHAMA DE VIOLETA
7- raio — violeta

Em nome da amada presença divina “eu sou”.
 Eu vos invoco. Amado mestre ascensionado Saint Germain:

Neste momento, ergo uma tocha de Chama Violeta (levantar a mão direita segurando a tocha mentalmente
Esta é a tocha que purifica a todos e a tudo.

Agora, deposito esta tocha de chama violeta no solo
(fazer o gesto)
Ativo com minha respiração o poder da ativida­de da chama (respirar) expandindo-se... abrangen­do-se, purificando e curando tudo e a todos.

Entro agora no centro desta chama violeta (colocar-se) e sinto a chama penetrando! Completamente..., purificando todos os meus corpos inferiores (físico, etérico, mental e emocional), célula por célula, molécula por molécula, átomo por átomo


Sinto. Também, a chama violeta transmutando todos os meus carmas de vidas passadas e presente,... curando-me de toda doença ou defi­ciência ...
Renovando-me completamente, tornando-me as- sim uma nova criatura em Cristo.

Agora, eu retomo a tocha de chama violeta do solo (fazer o gesto)
e, em nome do mestre ascensionado Saint Germain, eu a lanço ao universo (fazer o gesto) para que sejam purificados todos os carmas de vidas passadas e presentes da humanidade em geral... (e em especial das pessoas que agora mentalizo...) e sejam curadas todas as doenças e deficiências da hu­manidade em geral... (e em especial das pessoas que agora mentalizo...)

de modo que em todo lugar e em toda parte: Haja Paz. Pureza. Perfeição. Sabedoria. Saúde. Sanidade. Amor.
Que assim seja!



Eu posso!
Quanto mais me apoio com amor e aceitação, mais reconheço meu valor. Sentindo-me mais valorizado, vivo melhor.

Começo a ver coisas boas me acontecendo e a perceber oportuni­dades que antes pareciam inexistentes. A vida me leva para novas e interessantes direções. Deixo minha mente ir além do que eu imagi­nava ser possível.

Torno-me digno da totali­dade de possibilidades que está sempre ao meu alcance e passo a encarar a vida com entusiasmo. Tomo consciência de que tenho o direito de ter a vida que desejo.