terça-feira, 2 de dezembro de 2014

A Criança de Sagitário 1.




A Criança com Sol em Sagitário

"O herói está sempre a se tornar algo, a vir-a-ser. Ele deve conquistar o direito de se tornar herói e rei, bem como um veículo adequado para os deuses que são seus pais".

A criança de Sagitário é expansiva, otimista, amigável, iluminada com a alegria e as Graças de Júpiter.

Palavras chaves que mostram o caminho que a  criança que tem o Sol em Sagitário  precisa seguir para desenvolver um ego saudável e um senso de individualidade:

- Necessidade de ser “abençoada”, amada, de ser aceita pela família. A casa é um espaço sagrado e o acolhimento da criança é uma experiência da Graça da Vida, de Júpiter, de Deus. - A criança que é amada sente que a  Vida  abençoa seus passos.

- Um instinto religiosos natural mobiliza a experiência com o Divino, com a Fé. Desde a meninice poder haver uma reflexão sobre as questões mais profundas a respeito do significado da vida.

Refletindo sobre o Otimismo e Pessimismo






"Otimismo e Pessimismo"

Não deixa de ser curioso observar as diferentes reações do ser humano frente a certos obstáculos. Ao adoecer, algumas pessoas só pensam na recuperação; outras sentem que jamais voltarão a ter saúde.

Diante de uma situação de risco, os otimistas decidem enfrentá-la, pois acham que as chances de sucesso são boas; os pessimistas recuam, antevendo a catástrofe. Para começar um namoro, o otimista se aproxima de alguém que despertou seu interesse; o pessimista evita o primeiro passo, imaginando uma rejeição inevitável.

As diferenças não param aí. Se de um lado, há alegria de viver, generosidade, desprendi­mento, do outro há certa tendência ao egoísmo e à tristeza, às vezes disfarçada de falsa euforia.

O otimista está sempre cheio de planos e projetos, é inovador, contagiando com sua esperança as pessoas que o cercam. O pessimista é mais comedido nos gastos e nos gestos, costuma ser conservador, só se interessa por coisas que já foram testadas e agradam à maioria.

O caminho da felicidade



"Um roteiro para a Felicidade"

Conceituo felicidade como um estado de equilíbrio relativo em torno da homeostase, isto é, um estado onde exista o menor número possível de desconfortos.

 A isto tem que se agregar alguns períodos de prazer efetivo, além de uma sensação de estar bem consigo mesmo, o que provoca um orgulho íntimo diferente do prazer que sentimos ao nos exibirmos para os outros.

Nada é mais prático do que uma boa teoria: não se deve pensar que existe um abismo entre teoria e prática, uma vez que é de uma boa teoria que se deduz tudo o que necessitamos para a vida concreta. Devemos evitar a tentação de que existem fórmulas simplistas e superficiais capazes de nos fazer felizes.

Nossos problemas se dão em 3 níveis: na nossa relação com o universo, nas relações que temos com as outras pessoas e com o mundo que nos cerca, além daqueles que temos no convívio conosco mesmos.

NOSSA RELAÇÃO COM O UNIVERSO: A INCERTEZA
Não temos conhecimento e nem controle sobre o nosso destino após a morte e nem das coisas — boas e más — que ainda estão por nos acontecer ao longo dos anos que vivermos.

Isto nos provoca uma sensação de desamparo e insignificância, com a qual teremos que conviver por todas as fases da vida.

Dicas para viver uma vida mais equilibrada

 

                                            Nossas Forças Mentais


"Quinze dicas para viver uma vida mais consciente, plena e equilibrada". 

1.

Todos nós ao nascer ganhamos um espelho. Este espelho é, então, colado no nosso peito. E assim vivemos toda a nossa vida, refletindo o outro e vendo no (espelho do) outro o nosso reflexo. Hermann Hesse disse: “Se você odeia uma pessoa, odeia algo nela que faz parte de você. O que não faz parte de nós não nos incomoda.”
Viver considerando isto, vai desenvolvendo nossa compaixão, nossa tolerância, nossa empatia e nossa solidariedade para com as nossas fraquezas e dificuldades e as dos outros.
2.

Cem por cento do que somos e vivemos (inclusive o que supomos ser acidentes) é fruto de nossas escolhas e opções. Conscientes ou inconscientes. Desta ou de outras vidas.
Viver consciente disto desenvolve nosso discernimento e nossa responsabilidade para com a vida, com as pessoas e com nossas atitudes.
3.

Livre-se da culpa. A única função da culpa é manter sua auto-estima baixa (por isso algumas religiões fomentam a idéia da culpa para assim manter poder). Transmute a culpa por responsabilidade. Ninguém é culpado de absolutamente nada, mas todos são completamente responsáveis por tudo.
Viver assim te torna mais atento e cuidadoso para com toda a existência.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Invocação à Poderosa Divina Presença Eu Sou








 




Invocação à Poderosa Divina Presença  Eu Sou


Poderosa Presença do Eu Sou! Convoco a tua ação para assumir o domínio dos meus pensamentos, sentimentos, emoções, corpo, lar, mundo e atividades diárias. Mostra a tua perfeição e conserva o teu domínio!

Poderosa Presença do Eu Sou! Toma o meu amor e deixa-o fluir em plenitude e devoção a ti. Toma as minhas mãos e deixa-as trabalhar incessantemente para ti.

 Toma a minha alma e que ela se dissolva na união contigo. Toma a minha mente e os meus pensamentos e deixa-os ficar em sintonia contigo. Toma- me tudo e deixa-me ser um instrumento do teu trabalho.

Poderosa Presença do Eu Sou! Assume o completo controle do meu ser, do meu mundo e da minha atividade. Cuida para que eu faça a minha ascensão nesta incorporação, pois Eu Sou a ressurreição, a verdade e a vida! Eu Sou a ascensão na Luz!

Poderosa Presença do Eu Sou! Carrega, intensifica e expande a tua chama de vitória cósmica ao meu redor. Faze que eu só sinta a tua vitória de mestre ascensionados.

Poderosa Presença do Eu Sou! Rogo-te para colocar em torno de mim a armadura cósmica da chama cósmica da vitória cósmica! 

Saint Germain e os outros mestres ascensionados sugerem que sempre que fizer afirmações, você deve usar as palavras “Eu Sou ’ para iniciá-las. Por exem­plo, eu poderia dizer:

Karma, destino e astrologia.





Karma, destino e astrologia.
Este texto é de  Breaux, gostei  e fiz alguns comentários com letra azul. DharmadhannyaEL


A astrologia é um instrumento útil para trabalhar com o nosso karma, porque ela delineia na sua linguagem simbólica nossos padrões primários de vida, isto é, os padrões kármicos.

 O mapa natal é uma fotocópia da atual evolução da alma. A relação entre os elementos do mapa natal representa os nossos talentos, os nossos potenciais e o caráter básico, bem como áreas de fatores psíquicos cristalizados ou desarmônicos. Portanto, o mapa aponta para o nosso condicionamento passado e para nossos padrões psicológicos.

Áreas problemáticas no mapa natal indicam as lições a serem aprendidas. O movimento subseqüente dos planetas, através do mapa natal, energiza essas áreas sensíveis ou padrões kármicos. A combinação de elementos astrológicos, entrando em jogo em determinadas épocas, descreve os tipos de energias arque- típicas contidas nos nossos complexos pessoais, e nos dá alguns indícios sobre como articular e expressar melhor essas energias para o nosso crescimento e transformação.

Quando prestamos atenção no modo como o movimento dos planetas ativa o mapa astral, sabemos onde temos necessidade

 Ele diz que a astrologia é um caminho para ver graficamente as forças da mudança, os ciclos de crescimento e de queda que operam através do mundo natural. Sua linguagem simbólica descreve nossas experiências interiores de vida e o modo como elas se relacionam com o nosso caráter básico. E que por mais não seja, acho útil saber que vai haver um fim para um período difícil, e saber aproximadamente quando isso acontecerá.

A negatividade e a obsessão.






A negatividade e a obsessão.

O processo obsessivo

“Justapondo-se sutilmente cérebro a cérebro, mente a mente, vontade dominante sobre von­tade que se deixa dominar, órgão a órgão, atra­vés do perispírito pelo qual se identifica com o encarnado, a cada cessão feita pelo hospedeiro, mais coercitiva se faz a presença do hóspede, que se transforma em parasita insidioso...”

 (Nos Bastidores da Obsessão, Manoel Philomeno de Miranda, psicografia de Divaldo Pereira Franco, “Examinando a obsessão”.)

Encontrando em sua vítima os condicionamentos, a predis­posição e as defesas desguarnecidas, disso tudo se vale o obsessor para instalar a sua onda mental na mente da pessoa visa­da. A interferência se dá por processo análogo ao que acontece no rádio, quando uma emissora clandestina passa a utilizar de­terminada frequência operada por outra, prejudicando lhe a trans­missão.

Essa interferência estará tanto mais assegurada quanto mais forte, potente e constante ela se apresentar, até abafar quase por completo os sons emitidos pela emissora burlada.

O perseguidor age persistentemente para que se efetue a ligação, a sintonia mental, enviando os seus pensamentos, numa repetição constante, hipnótica, à mente da vítima, que, incauta, invigilante, assimila-os e reflete-os, deixando-se dominar pelas ideias intrusa.

Kardec explica que há também um envolvimento fluídico: “Na obsessão, o Espírito atua exteriormente, com a ajuda do seu perispírito, que ele identifica com o do encarnado, ficando este afinal enlaçado por uma como teia e constrangido a proceder contra a sua vontade.”

Há, pois, uma afinização da aura de ambos, uma identificação, cujas raízes se encontram nos compromissos do passado, possibilitando a sintonização inicial, que, por carência de méritos morais do paciente e por sua invigilância mental e moral, transforma- -se em obsessão.

A princípio, é uma ideia que o perseguidor emite e que, repetida, acaba por se fixar, perturbando o fluxo do pensamento de quem está sendo visado.