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segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

A arte da empatia





                               

A arte da empatia

A  arte da empatia, nos une com grupos, com o outro e nos coroa com a liderança. Se não temos a capacidade de perceber como o outro se sente e reage, revelamos nossa imaturidade e por isso, não fazemos aliança para a vitória do grupo.

Um executivo precisa ser empatico em todos os momentos para liderar, comandar e sentir com anda seus subordinados para que a empresa prospere.



Aprenda o que diferencia as pessoas empáticas de todo o resto e, coloque essas atitudes em prática no dia-a-dia

Se você acha que está ouvindo a palavra empatia por toda parte, você está certo. E agora, o termo está na boca de cientistas e líderes empresariais, especialistas em educação e ativistas políticos.

Mas há uma questão vital que poucas pessoas perguntam: como posso expandir o meu próprio potencial empático?

6 hábitos das pessoas altamente empáticas from Agendor

A empatia não é apenas uma maneira de estender os limites do seu universo moral. Segundo pesquisa, essa é um hábito que se pode cultivar para melhorar a qualidade de nossas próprias vidas.

Mas o que é empatia? É a capacidade de se colocar no lugar de outra pessoa, com o objetivo de entender seus sentimentos e perspectivas, e usar esse conhecimento para orientar nossas ações.


Isso a torna diferente da bondade ou compaixão. E não confunda isso com a regra de ouro “faça aos outros aquilo que gostaria que fizessem com você”, como George Bernard Shaw apontou.

domingo, 19 de novembro de 2017

A Chama da minha Alma





 


A Chama da minha alma
                                         SUTRA: Sat Chit Ananda

O meu diálogo interior reflete a chama da minha alma.
O terceiro princípio descreve a maneira como a mente cria a realidade e como, ao dominar o nosso diálogo in­terior, podemos literalmente transformar a realidade para criar a abundância.

O mantra — sat chit ananda — nos diz que a nossa alma é o lugar que é espontaneamente amor, conheci­mento e bem-aventurança.

 Sat significa verdade, liber­dade com relação a todas as limitações.
  Chit significa conhecimento total,
 conhecimento espontâneo ou cons­ciência pura.
 Ananda significa bem-aventurança, total felicidade, completa realização.

Desse modo, o que a frase realmente diz é: “A minha alma está livre de limi­tações. A minha alma possui um conhecimento espon­tâneo. A minha alma existe na completa realização.”

Quando você fizer isso, tudo a seu respeito - sua linguagem corporal, sua expressão e seu tom - será re­conhecido pela outra pessoa em um nível profundo.

Embora essa saudação seja silenciosa, o outro conscien­te ou inconscientemente registrará o respeito implícito nela. Pratique este exercício durante alguns dias e veri­fique se percebe alguma diferença nas suas interações com as outras pessoas.

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Sua imagem no mundo e o amor de Jesus.



Este texto é uma benção para todos  e nos ensina a curar o nosso coração, a perdoar e nos liberar. O que mais me impressionou foi a reflexão da imagem que passamos para o outro, para os amigos, marido, pais, filhos. Hoje recebi esta graça e passo para voce ...

E aproveito  para sinalizar a importância da educação das crianças e do nosso olhar para nossos filhos e a responsabilidade da escola e do contexto que estrutura a identidade da criança no mundo.

Este tema é muito importante para todos nós e  aprendemos a invocar a Jesus para nos curar aqui vai a primeira parte.
Dharmadhannya



Sua imagem no mundo e o amor de Jesus

“Chamo-me Vânia. Sinto-me envolvida numa situação desagra­dável. Já não consigo amar mamãe. De uns meses para cá, a gente não se entende mesmo! Discutimos muito.

Tudo começou quando, há dois anos, mamãe teve esgotamento nervoso. Vivia reclamando de tudo e de todos. Nada do que fazía­mos era bom.

 Ela vivia irritada e irritando. Papai, coitado, é quem levava sempre a pior. Nossa casa virou uma confusão geral. Nin­guém mais se entendia. E esta situação durou bastante tempo.

Felizmente, um dia mamãe foi levada para uma clínica de repouso, onde ficou três meses.

Mamãe voltou melhor. Muito melhor! Mas é aqui que começa o meu drama maior: eu não consigo mais amá-la! Sofro muito com isto e não me aceito assim. Afinal, mamãe está melhor, e eu deveria colaborar para sua melhora completa.

 Mas não consigo. Não adian­ta. Já fiz mil propósitos e mil vezes fracassei. Papai conversa comi­go, explica, pede que eu colabore, que eu mude. Eu compreendo, mas não consigo viver bem com ela. Às vezes, só de ouvir sua voz, já fico irritada. É incrível! Que faço?”
* * *
Aqui está um fato verdadeiro que nos revela algo importante para compreender o funcionamento do nosso coração emocional e saber como realizar a sua cura.

Você percebeu como Vânia queria amar sua mãe e não o con­seguia? Percebeu como sua mãe havia melhorado, e Vânia não con­seguia mudar seu comportamento? Por que Vânia não podia amar sua mãe, mesmo que o desejasse?
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É simples. Todos nós nos relacionamos com os outros, bem ou mal, de acordo com a imagem que temos deles. 

Se você tem no coração uma boa imagem de alguém, ao vê-lo, ouvi-lo, lembrá-lo, você se sente bem e pode relacionar-se agradavelmente com ele. É por isso que você gosta de estar com pessoas amigas: porque tem delas uma boa imagem. 

Ao contrário, se a imagem de alguém dentro de você é má, desagradável e dolorosa, ao ouvi-lo, ao vê-lo ou lembrá-lo, você terá reações desagradáveis. É por isso que não gosta de estar e de conversar com tal pessoa.

Era assim com Vânia. A imagem da mãe estava deformada e lhe era desagradável por causa dos tempos turbulentos vividos no pe­ríodo de sua doença. Todo aquele tempo difícil, os atritos, a convi­vência dolorosa deformaram a imagem da mãe no coração de Vânia. Por isso já não conseguia amá-la, mesmo que o quisesse.

                E o conseguiu um dia?, você pergunta.

                Sim. Quando Vânia curou seu coração. E pela Oração de Amorização refez e embelezou a imagem da mãe dentro do seu coração.
Não esqueça. O seu relacionamento, as suas reações boas ou negativas ao tratar com as pessoas, depende da imagem que você tem guardada no coração. Boa imagem produz boas reações e bom relacionamento. 

A imagem dolorosa provoca reações negativas e rela­cionamento difícil.
                O que deforma a imagem das pessoas em você, no seu coração?
E o que forma imagens belas das pessoas?

                O que forma ou deforma as imagens são as lembranças boas ou as lembranças desagradáveis que você tem delas. Faça um teste.
                Procure, neste momento, lembrar-se de uma pessoa muito querida: seu pai, sua mãe ou um amigo muito caro. Recorde muitos momen­tos bons que você viveu com ela, desde criança ou desde que a conheceu.

sexta-feira, 11 de março de 2016

A sombra do Eu inferior - Visão espiritual



O QUE OS MESTRES ASCENSOS DIZEM SOBRE...
O EU INFERIOR

UMA AULA COM PAULO R. SIMÕES
Como um ser pode ter dois Eus? Um Eu Superior, um eu inferior e ainda por cima, uma alma? Que confusão...! Vamos compreender isso melhor...
Na verdade não são dois eus, mas sim, quatro eus atuando em nossas vidas!
A primeira consciência é a sua amada Presença de Deus, o EU SOU O QUE EU SOU. Ela é Deus individualizado para cada um de nós. É aquela consciência que pode nos suprir de toda e qualquer informação e energia que precisemos, para manifestar sua vontade. É para este EU que dizemos, A VONTADE DE DEUS É BOA, e SEJA FEITA A TUA VONTADE!
A segunda consciência, é a do seu Santo Cristo Pessoal, seu Eu Perfeito, o Anjo da guarda de cada um de nós. Esta é aquela consciência modelo. Aquele que existe para que um dia você possa tomar seu lugar de filho de Deus. Ele é você perfeito, um anjo moldado para lhe guiar, e como tal, seu Mediador entre você e Deus. É para ele que nós dizemos "O meu Cristo é o Meu Guia e se Manifesta no meu Coração e na Minha Mente!“
A terceira forma de consciência atuando em nós, é a alma vivendo no maya da ilusão de sua encarnação. É aquela parte em nós que tem livre arbítrio. É a sua consciência, a parte de nós que se nada mais existisse, e estivesse no escuro total, e sem nenhuma das outras consciências se manifestando, diria para si mesma... “onde estou? Devo estar em algum lugar, pois sei que existo!” 
O quarto eu é a anticonsciência atuante em nossas vidas, é o seu eu imperfeito, o eu inferior, aquele que é conhecido como o morador do umbral ou anticristo pessoal.
Um ser criado a partir das energias mal qualificadas por você mesmo. Deus criou o Cristo para nos guiar. Nós, em nossa capacidade de cocriar, criamos este ser inferior que tem como objetivo iludir a terceira consciência, a alma, e dominá-la para que continue mal qualificando as energias que a primeira consciência, o EU SOU O QUE EU SOU, a Arvore da Vida, constantemente lhe provê. Este eu inferior se alimenta dos nossos erros, assim, se agirmos dentro da vontade divina, acabamos por matar este eu indesejado.