"A paixão e o amor
inteligente - Mentes que se conhecem"
"Os que são
destituídos de amor perdoam pouco mas julgam muito; são frágeis para abraçar, mas
fortes em excluir; são lentos em se doai mas velozes em dar as costas. São,
portanto, ótimos par conviver com máquinas, mas péssimos para se relacionar com
seres humanos. E, como seres humano ainda que não saibam, clamam pelo amor como
sedento que, em terra seca, procura por água, mas desconhece sua fonte.
Quem não
desenvolve o amor inteligente, não educa o seu “eu” para ser gestor da sua
mente, tem medo de assumir sua insensatez e de reconhece seus conflitos. Nega
que está doente, nega que é um ser humano. Pune-se quando erra, tem a necessidade
neurótica de estar sempre certo.
O amor inteligente fundamenta a saúde psíquica amplia os horizontes intelectuais, liberta o imaginário, promove a arte de se interiorizar, refina capacidade de observar. Quem ama constrói janelas lights nos solos conscientes e inconscientes da sua memória, que iluminam o “eu” como autor da história, realçam o princípio do prazer, alicerçam a auto estima, cristalizam a relação consigo mesmo e com os outros.
O amor
inteligente díscursado pelo Mestre dos mestres.
O amor
inteligente é concreto, estratégico, influenciador, relaxante e regado à
generosidade. Esse amor foi propagandeado em prosa e verso pelo homem que mudou
a história. “Amar o próximo como a ti mesmo” reflete a excelência do amor, um
amor que ultrapassa os limites da religiosidade e entra nos terrenos mais
sólidos da psiquiatria, psicologia, sociologia, filosofia e pedagogia. O Mestre
dos mestres parecia aos brados expressar:
“Quem não
tiver um caso de amor consigo, jamais amará profundamente as pessoas com as
quais se relaciona.
Quem é
autopunitivo, não será tolerante com os outros.
Quem cobra
demasiadamente de si, será superexigente com os outros.
Quem é uma
máquina de trabalhar, não respeita seus finais de semana e nem sua cama, será
um propagador de ansiedade, dificilmente ensinará quem ama a relaxar.
