“Suas palavras têm poder. [...]
"Como você está?"
"Ah, não posso reclamar", ou "Não adianta reclamar", ou
"Nada mal".
Como o cérebro responde a essas visões sombrias?
É uma "dor de cabeça" lavar a louça? É uma "grande dor de
cabeça" equilibrar o talão de cheques? Você está "farto" do
tempo que estamos tendo?
Estou convencido de que [os médicos] devem grande parte de sua renda às
palavras que usamos. Lembre-se, o cérebro não é um intérprete sutil. Ele diz:
"Esse cara está pedindo uma dor de cabeça. Certo. Uma dor de cabeça
chegando."
É claro que, toda vez que dizemos que algo nos causa dor, a dor não resulta
imediatamente. O estado natural do corpo é a bosaúde. Com o tempo, porém, com
bastante pressão verbal sobre suas defesas, ele libera as próprias doenças que
ordenamos.”
“[Quando a mente negativa é neutralizada pela meditação], o corpo fica livre para fazer o que a natureza o projetou para fazer.