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quinta-feira, 16 de março de 2017

A Fé, a força do pensamento e o milagre.

Passando para você o cálice 
das graças infinitas de Deus...

COMO FAZER A ORAÇÃO, a mentalização  E DAR   FORMAS AOS PENSAMENTO.

O conceito básico da prece na Huna está contido em um certo número de palavras familiares e significativas para o iniciado na tradição, mas carente de qualquer sentido especial para alguém de fora.

O “cálice” que é preenchido até transbordar é um dos excelentes símbolos, porque um cálice pode representar o cacho de formas-pensamento usado ao compor a prece, que vai ser feita pelos eus básico e médio e enviada telepaticamente ao longo do cordão aka, para o Eu Superior (Divina  Presença, Alma, Espírito, Mônada)

O preenchimento do cálice simboliza a “resposta” da prece pelo Eu Superior. Isto também permite um símbolo adicional muito bom de como ele dá a resposta.

 Ao enviar um acúmulo de mana para cima, ao longo do cordão aka para o Eu Superior, carregando telepaticamente as formas de pensamento que incorporam a prece e fazem um cacho ou “cálice”, o mana é simbolizado como água se erguendo de uma fonte.

Quando ela alcança o Eu Superior, é transformada em neblina ou nuvem (substância), e é usada para realizar as circunstâncias que darão a resposta à prece.

Após a passagem de tempo suficiente (a não ser que a resposta seja dada instantaneamente), a situação aparece como uma realidade física. Isto é simbolizado como o derramamento de gotas de chuva do Eu Superior para preencher o cálice.

 (Um belo uso desta taça e chuva é encontrado na moderna versão do baralho do Tarot, reunido por Waite e conhecido como o “conjunto Pamela Smith).
No Egito, e especialmente na Índia, o cálice era substituído por um lótus dourado, que é em si próprio um cálice. Por causa do fato do lótus nascer do brejo em caule longo (representando o cordão aka) e porque flutua na água (símbolo do mana do eu básico), serve bem para ilustrar as coisas necessárias para a prece.

O significado Huna dos simbolos perdeu-se em alguma época e na India de hoje o lótus tem outros significados — embora a frase “Oh! a jóia no lótus” usada em mantras, indique o mana simbolizado pela chuva ou orvalho caindo em gotas para preencher o cálice.

Os kahunas, nas distantes eras, certificaram-se bem de que o símbolo do cálice não seria confundido. Fizeram isto reunindo as palavras que significavam “jato de água” e “um cordão” para formar ki-aka, a palavra usada ainda hoje para “cálice”.