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quinta-feira, 2 de maio de 2019

Oração do Perdão




Oraçãodo Perdão - 

Buscando eliminar todos os bloqueios que atrapalham minha evolução, dedicarei AGORA alguns momentos para “PERDOAR”. 

A partir deste momento, eu perdôo todas as pessoas que, de alguma forma, me ofenderam, me machucaram ou me causaram alguma dificuldade desnecessária. 
Perdôo sinceramente quem me rejeitou, me entristeceu, me abandonou, me humilhou, me amedrontou ou me iludiu. 

Perdôo, especialmente, quem me provocou, até que eu perdesse a paciência e acabasse reagindo agressivamente, para depois me fazer sentir vergonha, culpa, ou simplesmente, sentir inadequada.

Reconheço que também fui responsável por estas situações, pois muitas vezes confiei em indivíduos negativos, escolhi usar mal minha inteligência e permiti que descarregassem sobre mim suas amarguras, suas histórias, seus traumas e seu mau humor. 

Por tempo demais suportei tratamento indigno, humilhações, medo, grosserias e desamor, perdendo muito tempo e energia, na tentativa de conseguir um bom relacionamento com essas criaturas.

Agora, me sinto livre da necessidade compulsiva de sofrer e livre da obrigação de conviver com pessoas e ambientes que me diminuem e, principalmente, destas pessoas que se sentem incomodadas com a minha presença e a minha luz. 

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

O mundo das emanações divinas , a Unidade e a Luz



 O mundo das emanações divinas , a Unidade e a Luz

 Jean Charon 
’No original, éons. Éon, na filosofia dos gnósticos, designa a emanação vinda do seio de Deus. Os éons são inteligências eternas que presidem à formação do universo no qual voltarão a confundir-se. (N. do T.) [1]Ed. Stock.

Uma nova etapa foi franqueada há uma década, quando um físico francês, Jean Charon, fez intervir o espírito numa descri­ção física do universo.

 Em seu livro O mundo eterno das ema­nações divinas[2], ele escreve: “Segundo Einstein, assim como Descartes, não há imagens do universo sem uma substância universal. E esse universo se reduz a figuras em movimento.

 Quanto à substância, Aristóteles tinha descoberto o Éter; Descar­tes, a Extensão; e Einstein descobre o espaço-tempo, além de tudo que o Ocidente, desde as catedrais, a pintura e a música, tinha longamente prefigurado.

 Não existe tampouco, segundo ele, universo sem lei universal explicando este mundo contínuo, incluído neste o probabilismo.”