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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Memórias da Inteligência Universal - registros akashicos


                                                                             


                                                                           


Memórias da Inteligência Universal - registros akashicos 

Este tema é fascinante e expande nossa consciência. Quando sabemos que vibrar no mundo mental divino nos re-une com a memória de Deus, com a matriz, descobrimos que neste plano nosso átomo permanente está conectado com o átomo Universal de Deus. 
A Inteligência   e a nossa visão do mundo expande  e o nosso coração se reune com o nosso eu Superior. Somos Um-a só consciência. Dharmadhannya

"Aplicando a analogia dos planos superiores, o plano físico solar pode expressar-se  assim".

AKASHA - Estado de consciência onde estão gravadas as informações sobre a trajetória evolutiva dos universos, desde o princípio de sua manifestação até seu retorno aos mundos incriados Sua vibração está associada ao nível monádico,

 e o acesso às suas revelações é facultado à mônada. Designa o éter cósmico, faixa de existência que engloba os níveis intuitivos, espiritual, monádico e divino. Por ter impresso em si o transcurso da evolução, o Akasha é denominado arquivo cósmico. Seus dados são energia, em elevado grau vibratório, relacionada ao som imaterial, ao poder criativo conhecido como Verbo - essência da palavra sagrada.


Para contatar o Akasha é preciso despir-se de conjecturas intelectuais. Seus arquivos são constituídos de conteúdos imperceptíveis à mente concreta, pois são formados pela consciência imaterial das partículas dos diversos planos da existência, e tornam-se disponíveis aos que se devotam ao serviço impessoal. Nesses registros podem ser encontradas referências acerca da trajetória já percorrida pela humanidade, bem como de suas possibilidades futuras.

O homem perdeu as chaves desses arquivos quando optou por aprofundar-se, além do previsto, nos níveis mais densos da esfera material. Deve-se, porém alertar que nos níveis sutis da esfera material também há registros de acontecimentos passados, passíveis de ser confundidos com os dos arquivos akashicos pelo pesquisador inexperiente.

A literatura de fundo psíquico abriga esse tipo de engano, muitas vezes involuntário. Mas, em todos os tempos existiram seres coligados à Hierarquia que atuaram como transmissores do verdadeiro Ensinamento. Colhiam dos registros akáshicos as informações de que necessitavam no cumprimento de suas tarefas.

Hoje, muito mais poderá ser revelado, e para isso alguns indivíduos estão sendo silenciosamente preparados. H.P. Blavatsky apresenta o Akáza (ou Akasha ou ainda Akasa) como o Espaço Universal, e também como a eletricidade oculta ou a energia que anima toda operação sobrenatural.

O Éter, esse Proteu hipotético, é um dos princípios inferiores da Substância Primordial (Ákâsha), que se converteu, agora, no sonho da Ciência. Para os ocultistas, tanto o Éter como a Substância Primordial são realidades.

O Éter é a mesma Luz Astral e a Substância Primordial é o Ákâsha, base do Pensamento Divino ou Ideação Cósmica, ou Espírito.

Éter — É preciso distinguir entre AEther e Éter.
Éter ou Ether — Os estudantes são muito propensos a confundir o Éter com o Ákâza e com a Luz Astral. Não é nem uma coisa nem outra, no sentido em que a ciência física descreve o Éter.

O Éter é um agente material, embora nenhum aparelho físico o tenha, até agora, descoberto;

- enquanto o Akasha é um agente distintamente espiritual, idêntico em certo sentido ao Anima Mundi, e a Luz Astral é apenas o sétimo e mais elevado princípio da atmosfera terrestre;
tão impossível de descobrir como o Akâza e o verdadeiro Éter, por ser algo que se encontra completamente em outro plano.


O sétimo princípio da atmosfera terrestre, ou seja, a Luz Astral é apenas o segundo da escala cósmica.
A Escala de Forças, Princípios, e Planos cósmicos, de Emanações (no plano metafísico) e Evoluções (no físico), é a Serpente Cósmica que morde sua própria cauda, a Serpente que reflete a Serpente superior e que é refletida, por sua vez, pela inferior.

O Caduceu explica este mistério e o quádruplo dodecaedro sobre cujo modelo, diz Platão, o Universo foi construído pelo Logos manifestado — sintetizado pelo Primeiro-Nascido não manifestado — dá, geometricamente, a chave da Cosmogonia e seu reflexo microcósmico, ou seja, a nossa Terra.

O Éter, verdadeiro Proteu hipotético, uma das “ficções representativas” da ciência moderna, é um dos princípios inferiores do que chamamos “Substância Primordial” (Ákâza em sânscrito), um dos sonhos da Antiguidade e que agora tornou a ser o sonho da ciência de nossos dias.

E a maior e mais atrevida das especulações sobreviventes dos filósofos antigos. Segundo o Dicionário de Webster, o Éter “é um meio hipotético de grande elasticidade e extrema sutileza, que se supõe preencha todo o espaço, sem executar o interior dos corpos sólidos, e seja o meio de transmissão da luz e do calor”.