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segunda-feira, 22 de novembro de 2021

Sucesso e a Inteligencia emocional

 





Sucesso e a Inteligência Emocional.

Você está no caminho certo para chegar ao sucesso profissional: pós- graduação em curso, inglês definitivo, espanhol quase fluente, seu talento está sendo exercitado em um grande empresa, trajetória afinada com o mercado. A vitória é certa? Ainda não.

 Nas duas últimas décadas, pesquisadores e consultores constataram que apesar de exemplar formação técnica, fluência em idiomas e alto quociente de inteligência, o índice de profissionais fracassados ainda é assustador. Como um profissional altamente capacitado, que preenche todos os requisitos do mercado, pode fracassar? Vamos aos motivos:
arrogância (em primeiro lugar, disparado!), timidez, egoísmo (só para ficar nesses três exemplos).

Constatada essa realidade, dirigentes corporativos e homens de recursos humanos tiveram que avaliar e rever os conceitos do que é ser inteligente e refazer seus manuais de qualificações. Descobriu-se que a maneira como os profissionais cruzavam e usavam todos estes conhecimentos “medidos” é que faziam a diferença. Isto é, os conhecimentos racionais precisam se equilibrar com os outros “conhecimentos” humanos não mensuráveis, como os sentimentos.

 A partir daí, surgiu o conceito de “inteligência emocional”.

Quem deu as primeiras pistas para essa descoberta foi o psicólogo americano Howard Gardner, da Universidade Harvard, em uma obra que mencionava as inteligências múltiplas e questionava os testes para medir o QI.

Depois veio o psicólogo Daniel Goleman, que popularizou o conceito com o livro “Inteligência Emocional”.

“Na psicanálise, o homem sempre foi visto globalmente, a cultura pragmática-científica é que estabeleceu o QI (quociente de inteligência). Conhecimento, dons naturais, aptidões. o que importa é como a pessoa vai administrar tudo isso que foi medido. A psicanálise sempre viu o homem sob a ótica humanista, o contexto afetivo-emocional.