O órgão de recepção e transmissão é chamado de glândula pineal, que,
como se tem constatado, só que ele
não recebe nem transmite programas de rádio ou tevê, mas pensamentos humanos. .
À proporção que você lê
estas palavras, talvez cem ou mais programas de rádio e tevê (todos os meios
de transmissão de pensamentos e de
comunicação) estejam atravessando diretamente o seu corpo e o seu cérebro, sem
que você nada saiba sobre eles;
mas suponha que, em algum
lugar do seu cérebro, você tivesse um pequeno aparelho de recepção que pudesse
operar por meio do simples ato da vontade... Com pouco esforço, você poderia
passar a qualquer programa que desejasse, e poderia escolher qualquer tipo de
música, desde o rock mais “pesado” até as harmonias sublimes de Strauss ou
Chopin.
Você não só tem esse
“aparelho de recepção”, mas também um aparelho de transmissão e recepção no seu
cérebro, só que ele não recebe nem transmite programas de rádio ou tevê, mas
pensamentos humanos.
Esse órgão de recepção e transmissão é chamado de glândula pineal, que,
como se tem constatado, se afigura mais ou menos como um quebra-cabeça para os
fisiologistas ocidentais.
Estes compreendem que, de algum modo, essa
glândula desempenha um papel fundamental no desenvolvimento da mente, mas a
maior parte deles crê que ela constitui os remanescentes de um “olho
ancestral”;
contudo, o mecanismo delicado, que semelha o olho,
corrobora as descobertas dos pesquisadores no Oriente; pois esse mecanismo para
captar e enviar os impulsos elétricos do pensamento teria por força alguma
semelhança com o olho — o órgão para receber o fenômeno eletromagnético
conhecido como luz.
