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domingo, 31 de maio de 2020

O corpo fala e não mente





O corpo fala e não mente

Quando sentimos uma dor seja ela qual for, a última coisa que pensamos é que ela é um aviso de nosso corpo nos alertando que em algum setor de nossa vida existe alguma coisa errada.

Doença não existe! Saúde é o estado normal das pessoas! Doença é apenas uma nuvem de mau tempo dentro de sua cabeça que perdura enquanto perdurar sua mágoa, seu ódio, seu medo, etc. Se você não sabe perdoar, também não é digno da saúde que procura!

Mas é isso, toda e qualquer dor ou alteração no nosso organismo, tenha ela surgido naturalmente ou em decorrência de acidentes, têm como origem um desajuste no campo emocional.

Cristina Cairo)

 Vejamos alguns exemplos:
pele amarelada: indica possíveis disfunções do fígado e vesícula biliar, como no caso da icterícia.

Pele cinza-azulada: indica fragilidade ou dificuldade do fígado e pâncreas para executarem suas funções.

Pele muito vermelha: possíveis disfunções cardíacas e respiratórias como na expansão capilar nas faces, ou pressão sanguínea anormal.
Mãos e pés frios: excesso de açúcar, frutas e bebidas geladas. Desordens digestivas e excretórias, bem como do sistema nervoso.

Inchaço generalizado de pés e mãos: ingestão excessiva de líquido, gordura, especialmente causado por frutas, sucos, laticínios. Desordens no aparelho circulatório e reprodutor.

Assim como esses, muitos outros sinais podem ser dados por nosso corpo. Em alguns casos são simples sinais de alerta para pequenas alterações, em outros, porém, podem ser verdadeiros pedidos de socorro para desequilíbrios que não sabemos ou não admitimos ter.

Por isso a necessidade de mantermos sempre a alimentação, repouso e atividades em níveis equilibrados, procurando conhecer o melhor possível nosso corpo, estando sempre atentos para o que ele possa estar querendo nos dizer.

Da cabeça aos pés, tudo foi estudado, comprovando que cada parte do nosso corpo tem uma linguagem a ser entendida. A cabeça, o tronco, os membros e cada órgão interno recebem um impulso nervoso do cérebro que é comandado pelas emoções.

 Há uma infinidade de reações nervosas que causam doenças, sendo que uma grande parte delas a medicina não reconhece como inconscientes.
Vamos mostrar alguns exemplos de como um pensamento crônico pode transformar-se em seu corpo, através das reações químicas comandadas pelo corpo:

Aids 

A aids é considerada incurável pela medicina, mas na realidade está no grupo das doenças de autopunição.
Indica a pessoa que não se ama e perdeu o respeito por si própria, a ponto de não ver valor em nada do que faz. Está descontente com tudo e todos, não se satisfaz nem profissional, nem amorosamente e vive uma vida sem atenção para consigo mesma, passando a imagem de que não vale a pena continuar vivendo.

O indivíduo que passa horas e horas futilmente, dorme pouco, ingere drogas e não consegue encontrar a felicidade, está buscando, através dessa atitude, encontrar amor pela rebeldia.

A natureza é harmoniosa e amorosa, portanto, para se ter saúde é necessário contemplar-se como parte do universo e, então, comungar com a paz.

(...) O sexo deve ser um veículo de trocas positivas e de alegria, não de destruição e punição. Alegre-se, pois, que a cura está dentro de você com toda força. O poder curativo da energia vital flui abundantemente através de seu corpo.

A doença é uma modalidade de ilusão.
Nosso corpo é regido por vibrações, por isso, necessitamos de boas frequências musicais e sonoras, para manter o ritmo sanguíneo equilibrado.



Alcoolismo 
 O alcoolismo não é tão difícil de curar. O difícil é fazer com que as pessoas entendam do que o alcoólatra precisa.
Não se sabe quem é mais teimoso: quem bebe ou quem implora ao alcoólatra que pare de beber.

Há pessoas que, quando bebem, dizem coisas sem nexo: são os bêbados briguentos, os sentimentais, etc. O que acontece com eles é que os sentimentos reprimidos no dia-a-dia “explodem” quando a consciência deixa de censurá-los, porque o receptor cerebral ficou entorpecido pelo álcool.

O bêbado sentimental é aquele que tem acumulado dentro de si motivos para chorar, mas que reprime essa vontade pela autocensura “que considera vergonhoso ou feio chorar”. Deixando de se reprimir, extravasa seus sentimentos e... Chora.

O bêbado briguento é aquele que vive sempre com muita raiva mas não a expressa, pois acredita que um cavalheiro que se preza não fica zangado e nem grita à toa. 

Por isso, reprime o sentimento de raiva e finge serenidade mas, na realidade, está “fervendo” por dentro. Em certas ocasiões pensa em pegar objetos e atirá-los, porém, acha que tal procedimento é muito vergonhoso para um cidadão civilizado e contém-se reprimindo essa vontade. Mas tais sentimentos ficam apenas confinados, não desaparecem.

Portanto, quando se ingere bebida alcoólica, ocorre a inibição da autocensura e o indivíduo passa a dizer coisas sem sentido, a jogar objetos, a implicar com as pessoas que o cercam por motivos fúteis e a resmungar bobagens. Tal comportamento não é o resultado da bebida em si, mas dos sentimentos nutridos e acumulados na mente da própria pessoa, os quais são liberados em consequência do entorpecimento do cérebro.