Quando estamos em contato com a Alma, com a Fonte estamos “protegidos” do controle mental internos e externos, não somos levados pela emoção, abrimos o terceiro olho da Alma e purificamos nossa alma. Quando estamos re-unidos com a Alma estamos re-unidos com a Superalma com a Unidade
1. A Flauta
Depois do estado de tranquilidade alcançado com os Exercícios Preliminares, sente-se na postura de meditação e ouça uma música tocada com uma flauta. Com os olhos fechados, visualize uma flauta doce de madeira, vazia, espaço oco.
Penetre nessa flauta, nesse espaço. Sinta-o, perceba-o.
Observe agora o sopro entrando na flauta oca. Ouça: a flauta começa a soar.
Vai-se modulando uma doce canção melódica e harmoniosa. Siga essa música, acompanhando o brotar de cada nota. Perceba a qualidade que daí emana.
Dê-se conta de que você é o flautista, a melodia, a flauta e o Sopro Divino.
Permaneça em silêncio por alguns minutos.
2. A Taça
Depois de fazer os Exercícios Preliminares, sente-se com os olhos fechados em postura de meditação.
Visualize em sua tela mental uma taça. Observe bem como ela surge para você: de que é feita, sua cor, seu formato, seu tamanho, o som que ela emite quando você tamborila com seus dedos delicadamente sobre ela.
Passeie por seus contornos, subindo e descendo, pelo lado de fora e por dentro. Se ela estiver cheia, esvazie-a. Observe o vazio desta taça e ao mesmo tempo o espaço preenchido pelo ar!
Encha agora a sua taça com água pura e cristalina — bem devagar, até a borda.

