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quinta-feira, 7 de março de 2019

Sorte. Carma. Destino. Feng shui. Primeira parte




Sorte. Carma. Destino. Feng Shui. Primeira Parte.

Primeiro de tudo, o que é a sorte do céu em Feng-Shui?
 É algo com o qual começamos no nascimento e não pode ser mudado. Em outras palavras, é o nosso Karma.


Feng-Shui é baseado em três aspectos da sorte:  A sorte está do Ceu com a qual nascemos (“em nossas estrelas”) ou “nosso karma”). 

A sorte da terra é o ambiente que nos rodeia. É o nosso carma - a sorte humana hereditária, social, religiosa, cultural e do ambiente que define nosso nossos pensamentos, ideias e ações.

Vamos olhar para a nossa Sorte do Céu e do que isso depende.


Sob a lei do Karma, todos os resultados de ações feitas no passado, boas e más, voltam para nós. Karma define a família em que nascemos e as pessoas que encontramos em nossa vida, nossa saúde e nossa carreira.

 Por exemplo, ele pode responder à pergunta por que imigramos para o Canadá ou por que escolhemos uma carreira específica. Nada acontece sem um motivo.

Acreditamos que herdamos nossos genes, problemas de saúde e talentos de nossos pais. Na realidade, atraímos os pais que têm a mesma fórmula kármica que nós. Toda alma tem sua própria missão na Terra, pela qual esperou 1000 anos.

Frequentemente, uma criança está carmicamente conectada a seus pais e, se não nascer, pode impedir que os pais equilibrem seu karma em relação um ao outro.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

A energia da sua casa e simbologia do Feng shui.







A energia da sua casa e  simbologia do Feng shui.

Um dos maiores incentivos para se livrar da desordem é enten­der que o fato de conservar a bagunça não está fazendo a você bem algum, em absoluto. Há duas maneiras pelas quais a simbologia das coisas na sua casa pode afetá-lo.

A primeira delas tem que ver com as associações e significados pessoais que você pode ter com alguma coisa; a segunda tem que ver com a freqüência emitida pelo próprio objeto.

Se você conserva na sua casa coisas que tenham associações negativas para você, não importa que ainda disponham de anos de vida útil, elas estão poluindo o seu espaço e poluindo a sua psique.

Certa vez, tive um namorado que chutava coisas quando estava de mau humor; certo dia o meu toca-fitas portátil foi parar na ponta da sua bota. Nosso relacionamento não durou muito mas eu conservei o toca-fitas.

 Cada vez que o usava, via o pedaço quebrado no topo e me lembrava do incidente que o causara, mas eu o conservei porque, afora isso, ainda estava perfeitamente bom.

Continuei usando-o durante cerca de um ano, até que, num certo dia, olhei para o toca-fitas, lembrei-me do incidente e decidi que não queria jamais voltar a me lem­brar dele.

Compreendi que, na minha mente, ele ficara simbo­licamente associado com o fato de estar desapontada com o comportamento dos homens.

Saí imediatamente, comprei um novo toca-fitas e dei o ve­lho para uma amiga que precisava de um. Ela ficou muito con­tente. Ela não tinha ideia do motivo pelo qual faltava um peda­cinho de plástico na parte de cima, e não se preocupou em absoluto com isso, pois um toca-fitas ligeiramente imperfeito era muito melhor do que não ter nenhum.

 No entanto, para mim, a associação negativa que tinha com ele fazia com que minha energia afundasse todas as vezes que o via, e foi um enorme alívio livrar-me dele.

Toda vez que eu usava o aparelho, eu entrava na cena da agressividade masculina e esta imagem impedia o fluir nos meus relacionamentos futuros. Será que ele ocupava o cenário do meu futuro.