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domingo, 31 de março de 2013

A Deusa retorna e a educação de nossas crianças



                                                                           

A Deusa retorna e a educação de nossas crianças
Dharmadhannyael


A Deusa retorna e isto significa que a União de todos será consagrada no céu e na terra.
A Grande Mãe de muitos nomes retorna e mobiliza a Unidade, a União para o bem de todos.


É necessário criar mecanismos pedagógicos que possam contribuir e inspirar um crescimento moral, ético, pessoal e profissional na
 na educação da criança, e do jovem adolescente.

  Quais serão os valores éticos com que iremos educar e formar nossas crianças?
A sociedade moderna é uma rede de relações de produção, alienação e de poder.  A família, a escola, as religiões e os meios de comunicação formadores de opiniões deveriam estar solidários para a missão de formar cidadãos conscientes e éticos.

A família, junto com a escola, a Igreja e as associações forma o tecido social. A família é a base  e é ela que transmite os principais valores da formação de um indivíduo.

O grande desafio do Estado,  da sociedade, da família,  dos professores é criar um projeto que possa levar os jovens a ocupar um papel central nos esforços por uma mudança social.  A moderna pedagogia e sociologia sabem que educar é, simultaneamente, transmitir valores e conteúdos.

 “O grande desafio dos professores é associar democracia com valores”. O jovem deve crescer sabendo dos seus direitos de cidadania.

 “Uma das conotações do autoritarismo é a total descrença nas possibilidades dos outros” (Freire 1966, p.308)

A tarefa de orientar condutas para a convivência social com valores éticos, democráticos está nas mãos de todos - pais, professores, escola e políticas públicas. Precisamos pensar em políticas voltadas para o imenso contingente de jovens que vivem nas regiões faveladas das periferias urbanas, a maioria sentindo-se socialmente discriminada, excluída de direitos básicos, sem acesso aos bens culturais, sem perspectiva de trabalho e de outras realizações pessoais.

“O totalitarismo de mercado diferente do nazismo não acaba com a raça dos negros, árabes e judeus, mas com a cultura deles, e quando acabamos com a cultura de um povo o suicidamos. O "holocausto da globalização" é fazer com que todos os povos se submetam a cultura euro-americana sem resistir. Um índio, por exemplo, não deixa de ser índio porque perdeu a sua terra, mas porque perdeu os costumes que faziam parte da sua cultura”.