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domingo, 11 de janeiro de 2015

SEXTO CHAKRA - A ENERGIA DA LUZ BRANCA




A ENERGIA DA Luz BRANCA O SEXTO CHAKRA

Em sua “Autobiografia de um logue Contemporâneo”, Yogananda afirma que quando nos concentramos calmamente no chakra da sobrancelha — a sede de nossa “visão interior” — e depois passamos nossa atenção para um determinado ponto entre o bulbo (medula oblongata) e o hipotálamo, a corrente de energia que vem dos dois olhos dirige-se primeiro ao ponto da testa e depois para o bulbo; em seguida, a energia da luz branca aparece no terceiro olho, ou chakra da sobrancelha, refletida ali pelo bulbo.

A visualização é como um pintor diante de uma tela em branco. Nossa imaginação — o pincel e as tintas — é somente uma ferramenta, um meio para um fim. Aquilo em que nos concentramos cresce, A imaginação e a visualização são as sementes que lançamos hoje para criar a realidade de amanhã.


A luz branca é o aspecto visual da energia que sustenta o corpo humano e flui pelo universo inteiro. Essa energia também pode ser percebida por todos os nossos sentidos físicos quando os voltamos para dentro durante uma sessão de meditação.

Desse modo, podemos não só “ver” essa energia como luz branca, como também podemos ouvi-la como harmonias interiores.

Podemos tocar ou sentir os raios de luz e as ondas sonoras dessa energia; além disso, ela traz consigo uma sensação de amor e bem-estar. Também podemos sentir o gosto dessa energia quando a glândula pineal segrega um néctar, ou fluido, chamado pelos antigos iogues de fonte da juventude, ou amrita.

CHACRA - AJNA - SEIS

                                                                                   


                                                                                





"CHACRA - AJNA - SEIS" 


Imaginação é mais importante que conhecimento.
— Albert Einstein


LUZ

Desde a aurora dos tempos, a escuridão e a luz se entrelaçaram para nos trazer um dos maiores presentes da consciência — a capacidade de ver. Para testemunhar as maravilhas do universo, estejam elas a anos-luz de distância numa abóbada cintilante de estrelas, ou desabrochando entre as flores de nosso jardim, a dádiva da visão nos permite contemplar a beleza da criação.


 A visão nos dá a capacidade de absorver num átimo imensas quantidades de informação sobre nosso ambiente. Destiladas em ondas luminosas, figuras e formas criam um mapa interno do mundo ao redor. 



De nossos sonhos, saltam imagens do inconsciente e nos conectam com a alma. Por meio da intuição, encontramos saída para situações, extraindo sabedoria que nos orienta em momentos difíceis.



A dádiva da visão — interior e exterior — é a essência e a função do chacra seis. Por intermédio da visão encontramos um meio de internalizar o mundo exterior, e uma linguagem simbólica para exteriorizar o mundo interior. Nossa percepção de relações espaciais nos fornece os módulos de construção para lembrar o passado e imaginar o futuro. Assim, esse chacra transcende o tempo.



O “chacra da testa” ou frontal, como é chamado com frequência, está localizado no centro da testa — no nível dos olhos ou ligeiramente acima, variando de uma pessoa para outra. Ele está associado à terceira visão, o órgão etéreo de percepção extrassensorial que flutua entre os dois olhos físicos. 



A terceira visão pode ser vista como o órgão mediúnico do sexto chacra, exatamente como nossos olhos físicos são ferramentas de percepção para o cérebro. O chacra em si inclui a tela interna e um vasto acervo de imagens que compreendem nosso processo de pensamento visual. 



A terceira visão enxerga além do mundo físico e nos acrescenta uma percepção subjetiva, exatamente como ler nas entrelinhas, no texto escrito, nos amplia a compreensão.

Em sânscrito, o nome do chacra é Ajna, que na origem significava “perceber” e mais tarde “comandar’ Ë isso o que diz da natureza dupla desse chacra — absorver imagens por meio da percepção, mas também formar imagens internas a partir das quais comandamos nossa realidade, ação comumente conhecida como visualização criativa.


 Manter na mente uma imagem aumenta a possibilidade de que ela se materialize. A imagem se torna uma espécie de vitral, através do qual brilha a luz da consciência em vias de manifestação. Se não houver interferência, a forma no plano manifestado é exatamente a que visualizamos, tal como ocorre com a imagem projetada num vitral, se não houver móveis no meio.