Sarashara o chakra do Infinito, da Harmonia e iluminação
Szeligowski R. S.
A voz do chakras que falam
Dádivas
Inerentes: É compreender a beleza, é tocar a intensidade de ser suave como
borboleta, é instigar a paz pelo mundo, é ser fogo que expande o próprio coração
e a extensão do próprio raciocínio. É viver a suprema Unidade.
Acima de tudo,
o pulsar do Sarashara mostram aos humanos a relatividade de todas as formas e
transformam a impermanência em eterno aprendizado e crescimento. Aqui, sonhar
de olhos abertos leva a ver estrelas que ainda não foram descobertas pelos
astrônomos, é conversar com o brilho de olhos sem malícia, é provar o
interlúdio entre mentes abertas, amorosas e sinceras. Aqui, o mistério do
terceiro-olho fica desvendado ao mesmo tempo que desvenda a maravilha do Afeto
verdadeiro cm todas as manifestações encontradas.
A
Ressurreição, a reconciliação, a realização, a Realidade maior são de casa e da
nossa mesa em que brilham como cristais transparentes e emissores de alegria e
simplicidade.
Frase de
competência: Todo e qualquer ato criativo subentende uma funcionalidade
perfeita ou a perfeição em potencial. Você já criou algo para que NÃO
funcionasse? E a Energia que criou o que existe, faria isto?
Ó, Supremo Bem
e Suprema Fonte, quem há de resistir a tanto brilho, tanto fausto explendor de
vida e de amor?!
É assim mesmo
que exprimo a confiança na evolução amorosa de meus raios ligados ao Divino, ao
Absoluto, ao Infinito.
Minha forma é
a de uma coroa feita com mil pétalas do lótus.
Eu rodo em
vertical inclinado, num movimento elíptico fora do corpo que vai se afinando
até tocar aquele determinado ponto que se chama glândula pineal, a qual governa
todas as outras.
Esta glândula é um órgão que, conhecendo seu
próprio poder, contém a graça do bom humor como demonstram os sons do seu nome.
Mas também é chamada hipófise.
Meu nome em
sânscrito é SAHASRARA, ou seja, a sede beata do estado de pura consciência.
Fico ali em volta da chamada “moleira”, e por onde o espírito deixa o corpo no
momento da passagem para o além. Somos como que o hara* do Poder Infinito, da
Inesgotável Fonte da intimidade e do prazer Supremo.
O sétimo
chakra não necessita e não requer deuses ou rainhas inspiradoras; aparecem só
minhas pétalas fechadas ou em mil ou novecentas e sessenta, para indicar que o
potencial infinito é possível, é acessível a quem exercita com humildade os
outros chakras.

