Atendimento Online

Dharmadhannya psicoterapeuta e astróloga transpessoal.
  • Atendimento Online (Skype)
  • Psicoterapia transpessoal
  • Entre em contato pelo e-mail

dharmadhannya@gmail.com ou para realizar o atendimento ou obter mais informações.

sábado, 19 de maio de 2012

O chakra do Plexo Solar


                                                           

                                                             
                                                         

O CHAKRA DO PLEXO SOLAR
Uma visão psicológica e mitológica do Plexo solar.
Ambika Wauters.

"Função Primária: Auto-estima, amor-próprio, confiança, poder de decisão e poder Pessoal. Autonomia, Dependência. 

Arquétipo Problemático: O Servo
Arquétipo Saudável: O Guerreiro

COMO FUNCIONA O CHAKRA DO PLEXO SOLAR

O chakra do Plexo Solar está intrinsecamente ligado ao amor- próprio e ao poder pessoal. Essa energia nos ajuda a sentir respeito por nós mesmos, proporcionando-nos poder de decisão e confiança. Quando somos submissos ou suscestíveis às influências de outras pessoas, a energia desse centro se torna fraca, e ficamos desprovidos de força.

Quando ligamos o Plexo Solar com a energia espiritual do chakra da Coroa (Espiritual), que é um Chakra que vibra no tom da Síntese da União, do Espírito, da Divina Presença, Eu Superior nossos relacionamentos passam para um nível espiritual a partir do qual podem se desenvolver. Isso nos confere uma visão da vida mais positiva e ordenada, que nos dá paz de espírito, integridade e desenvoltura para superar conflitos emocionais.

Os dois arquétipos que representam o aspecto problemático e o aspecto saudável desse chakra são o Servo e o Guerreiro. Esses aspectos são pólos opostos e refletem as maneiras pelas quais manifestamos nosso amor-próprio e nosso poder pessoal na vida.

O arquétipo do servo é ativado na infância, a criança  é “educada” para servir aos pais, ou para servir como os pais servem, ou para ser submissa e assim, as figuras materna assumem o poder de governar a mente do filho e controlar sua vida.
A família não valoriza os dons e a potencialidade do filho, usa o poder agressivo e pode influenciar a auto-estima da criança com o abuso do poder e da autoridade.

Esse arquétipo pode ser encontrado nos relacionamentos em que um dos parceiros se acha “mais importante” do que o outro. Tudo gira em torno das necessidades e das exigências de um dos parceiros. A família elege um dos membros, como se este fosse mais importante do que os outros. Existe um acordo tácito de que essa pessoa é mais importante e, por isso, tudo gira ao redor dela.

A medida que os membros da família abrem mão da própria força para apoiar essa falsa imagem, eles perdem a auto-estima e a noção de valor que têm. Suas necessidades reais são negligenciadas, e eles passam a achar que não têm a mínima importância, no contexto familiar e, depois, na vida. E, no entanto, são eles mesmos que provocam esse tipo de situação.

O mito de não ter valor pode ser facilmente perpetuado pelas pessoas da nossa família, da nossa igreja ou da nossa escola Devemos sempre nos perguntar: “Estou recebendo o amor e o respeito que sei que mereço?” Você está disposto a se livrar das atitudes negativas com relação ao seu valor como pessoa, que o impedem de receber o amor e a alegria que você almeja? Não é preciso sofrei ou lutar para ser feliz com você mesmo. E importante acreditar que tudo está ao seu alcance, quando você se ama e se respeita.

Esse arquétipo não tem nenhuma relação com o sexo da pessoa. Filhos de pais dominadores muitas vezes acabam trabalhando para patrões ditatoriais, que raramente reconhecem o valor deles.


Talvez você ache difícil saber o que quer ou qual a origem da sua necessidade de reconhecimento e consideração. Se você não foi reconhecido, amado quando criança, é possível que continue em busca do reconhecimento das pessoas mais próximas, dos amigos ou no ambiente de trabalho.

Na verdade, nunca conseguiremos o amor e a aprovação que queremos a não ser que nos dispusermos a dá-los a nós mesmos. S quando começamos a valorizar e a respeitar quem somos, é que esta mos no caminho do fortalecimento. O fato de nos valorizarmos no traz experiências saudáveis e enriquecedoras, que reforçam nossa auto-estima e aumentam nossa confiança.

 Quando isso acontece diminuem-se as chances de nos depararmos com situações infelizes ou em que somos maltratados. Evitamos nos envolver com pessoas que não nos respeitam.



O Plexo Solar é um chakra importante, pois controla o fluxo de energia gerada em nossas relações com os outros. Ele nos ajuda a lidar com as pessoas tanto no nível emocional, quanto no instintivo.

 Quando esse centro está em equilíbrio, temos relações satisfatórias e saudáveis, pois temos uma noção muito clara de quem nós somos.

Quando estamos de posse do nosso poder e aceitamos e reconhecemos nosso valor, sabendo que realmente merecemos o que é melhor para nós mesmos, incentivamos as outras pessoas a nos tratar com atenção,
cordialidade e respeito.

Quando temos consciência do poder que temos, nós nos sentimos cada vez mais fortes a cada dia que passa, e estabelecemos laços de amor mais profundos.

Quando não nos valorizamos nem nos respeitamos, somos sempre alvo da negatividade alheia, e muitas vezes somos até maltratados. Quando esse chakra é fraco, podemos atrair para nós experiências que minam nosso amor-próprio e diminuem nossa autoconfiança.

O Plexo Solar focaliza principalmente as questões de relacionamento. Quando temos amor-próprio e respeito por nós mesmos, nossas relações têm qualidade e possibilitam uma troca equilibrada de energia emocional. Não pensamos ou agimos como se fôssemos inferiores ou superiores aos outros; relacionamo-nos com as outras pessoas em pé de igualdade e atraímos aquelas que refletem nosso amor-próprio de maneira mais saudável e respeitosa.

                                                          
  
O CHAKRA DO PLEXO SOLAR
Uma visão psicológica e mitológica do Plexo solar.
Ambika Wauters.

Função Primária: Auto-estima, amor-próprio, confiança, poder de decisão e poder Pessoal.

Arquétipo Problemático: O Servo
Arquétipo Saudável: O Guerreiro

COMO FUNCIONA O CHAKRA DO PLEXO SOLAR

O chakra do Plexo Solar está intrinsecamente ligado ao amor- próprio e ao poder pessoal. Essa energia nos ajuda a sentir respeito por nós mesmos, proporcionando-nos poder de decisão e confiança. Quando somos submissos ou suscestíveis às influências de outras pessoas, a energia desse centro se torna fraca, e ficamos desprovidos de força.

Quando ligamos o Plexo Solar com a energia espiritual do chakra da Coroa (Espiritual), que é um Chakra que vibra no tom da Síntese da União, do Espírito, da Divina Presença, Eu Superior nossos relacionamentos passam para um nível espiritual a partir do qual podem se desenvolver. Isso nos confere uma visão da vida mais positiva e ordenada, que nos dá paz de espírito, integridade e desenvoltura para superar conflitos emocionais.

Os dois arquétipos que representam o aspecto problemático e o aspecto saudável desse chakra são o Servo e o Guerreiro. Esses aspectos são pólos opostos e refletem as maneiras pelas quais manifestamos nosso amor-próprio e nosso poder pessoal na vida.

O arquétipo do servo é ativado na infância, a criança  é “educada” para servir aos pais, ou para servir como os pais servem, ou para ser submissa e assim, as figuras materna assumem o poder de governar a mente do filho e controlar sua vida.
A família não valoriza os dons e a potencialidade do filho, usa o poder agressivo e pode influenciar a auto-estima da criança com o abuso do poder e da autoridade.

Esse arquétipo pode ser encontrado nos relacionamentos em que um dos parceiros se acha “mais importante” do que o outro. Tudo gira em torno das necessidades e das exigências de um dos parceiros. A família elege um dos membros, como se este fosse mais importante do que os outros. Existe um acordo tácito de que essa pessoa é mais importante e, por isso, tudo gira ao redor dela.

A medida que os membros da família abrem mão da própria força para apoiar essa falsa imagem, eles perdem a auto-estima e a noção de valor que têm. Suas necessidades reais são negligenciadas, e eles passam a achar que não têm a mínima importância, no contexto familiar e, depois, na vida. E, no entanto, são eles mesmos que provocam esse tipo de situação.

O mito de não ter valor pode ser facilmente perpetuado pelas pessoas da nossa família, da nossa igreja ou da nossa escola Devemos sempre nos perguntar: “Estou recebendo o amor e o respeito que sei que mereço?” Você está disposto a se livrar das atitudes negativas com relação ao seu valor como pessoa, que o impedem de receber o amor e a alegria que você almeja? Não é preciso sofrei ou lutar para ser feliz com você mesmo. E importante acreditar que tudo está ao seu alcance, quando você se ama e se respeita.

Esse arquétipo não tem nenhuma relação com o sexo da pessoa. Filhos de pais dominadores muitas vezes acabam trabalhando para patrões ditatoriais, que raramente reconhecem o valor deles.

Talvez você ache difícil saber o que quer ou qual a origem da sua necessidade de reconhecimento e consideração. Se você não foi reconhecido, amado quando criança, é possível que continue em busca do reconhecimento das pessoas mais próximas, dos amigos ou no ambiente de trabalho.

Na verdade, nunca conseguiremos o amor e a aprovação que queremos a não ser que nos dispusermos a dá-los a nós mesmos. S quando começamos a valorizar e a respeitar quem somos, é que esta mos no caminho do fortalecimento. O fato de nos valorizarmos no traz experiências saudáveis e enriquecedoras, que reforçam nossa auto-estima e aumentam nossa confiança.

 Quando isso acontece diminuem-se as chances de nos depararmos com situações infelizes ou em que somos maltratados. Evitamos nos envolver com pessoas que não nos respeitam.



O Plexo Solar é um chakra importante, pois controla o fluxo de energia gerada em nossas relações com os outros. Ele nos ajuda a lidar com as pessoas tanto no nível emocional, quanto no instintivo.

 Quando esse centro está em equilíbrio, temos relações satisfatórias e saudáveis, pois temos uma noção muito clara de quem nós somos.

Quando estamos de posse do nosso poder e aceitamos e reconhecemos nosso valor, sabendo que realmente merecemos o que é melhor para nós mesmos, incentivamos as outras pessoas a nos tratar com atenção,
cordialidade e respeito.

Quando temos consciência do poder que temos, nós nos sentimos cada vez mais fortes a cada dia que passa, e estabelecemos laços de amor mais profundos.

Quando não nos valorizamos nem nos respeitamos, somos sempre alvo da negatividade alheia, e muitas vezes somos até maltratados. Quando esse chakra é fraco, podemos atrair para nós experiências que minam nosso amor-próprio e diminuem nossa autoconfiança.

O Plexo Solar focaliza principalmente as questões de relacionamento. Quando temos amor-próprio e respeito por nós mesmos, nossas relações têm qualidade e possibilitam uma troca equilibrada de energia emocional. Não pensamos ou agimos como se fôssemos inferiores ou superiores aos outros; relacionamo-nos com as outras pessoas em pé de igualdade e atraímos aquelas que refletem nosso amor-próprio de maneira mais saudável e respeitosa.


O CHAKRA DO PLEXO SOLAR
ARQUÉTIPO PROBLEMÁTICO: O SERVO

COMO RECONHECER O SERVO
O arquétipo do Servo se desvaloriza e subestima o valor que tem como pessoa. O Servo não é tão problemático ou carente de força quanto a Vítima ou o Mártir.

 Ele representa alguém que faz um bom trabalho mas que é negligente e recebe pouco reconhecimento por ele. Não se trata de um arquétipo negativo, embora o Servo não seja devidamente recompensado por tudo o que faz.

O Servo não acha que merece mais do que recebe da vida. E grato por qualquer atenção ou reconhecimento que obtém, ao passo que, em relações saudáveis, todos são reconhecidos pela contribuição que fazem.

Reconhecimento é poder.

Ele liberta as pessoas e, como o Servo é ignorado, ele sente como se estivesse sempre em segundo plano, sem nunca conseguir se alçar para níveis mais elevados de realização e de força.

O Servo não tem auto-estima nem se valoriza o suficiente para dar a si mesmo o reconhecimento que merece; por isso depende dos outros para lhe dar o que ele não consegue dar a si mesmo.

As pessoas assumem o arquétipo do Servo porque não acreditam que tenham valor como pessoa. Esse arquétipo renega seu poder pessoal e suas necessidades emocionais, para ser reconhecido e aprovado. Ele projeta seu poder nos outros, fazendo com que pareçam multo mais poderosos do que ele, e investindo-os de qualidades que ele gostaria de expressar, mas não ousa.

Como começar a mudar a mentalidade do Servo
Se esperamos que os outros reconheçam o nosso trabalho ou a nossa ajuda, é sinal de que estamos ligados ao arquétipo do Servo. Quando nos pegamos querendo o reconhecimento alheio, é essencial que aprendamos como dar a nós mesmos o reconhecimento de que precisamos. E assim que nos fortalecemos e transcendemos o arquétipo do Servo.

Este arquétipo frequentemente aspira ao amor e o reconhecimento das pessoas que menos têm capacidade ou disposição para fazer isso. Nesse caso, o Servo precisa fazer uma avaliação realista de suas capacidades e tornar posse da própria força.

 Nesse ponto, ele precisa se desligar da situação ou da pessoa com a qual está enredado emocionalmente, deixar de projetar sua força em outra pessoa e se valorizar. Se as outras pessoas não reconhecerem o valor que ele tem, pode ser que precise considerar a importância do reconhecimento na vida dele e a razão de estar numa situação em que não consegue receber o que quer. Não vale a pena ficar empacado na questão do poder pessoal, pois existem muitos outros níveis de consciência, muito mais prazerosos e importantes para o desenvolvimento do eu.

 Quando o Servo vive ansioso por reconhecimento e por mostras de gratidão, passa a depender deles para se sentir bem e os torna responsáveis por sua felicidade. Então, fica submisso e dependente das outras pessoas. O Servo precisa se dar conta da simples verdade de que ele não precisa fazer ou ser nada, para ser amado. Ele tem direito ao amor e à consideração simplesmente porque os merece. Seu valor não está vinculado ao que ele faz, mas ao que ele é.

O Servo mantém sempre um desempenho modesto. Ele se apaga e sabe qual é o “seu lugar”. Num certo nível, isso reflete a compreensão que tem da sua função, e num outro, é uma expressão de sua submissão e do sentimento de que vale menos do que os outros.

O ego do Servo não está bem ancorado nele mesmo, e os limites dele são facilmente invadidos. Isso significa que ele pode ser facilmente manipulado, pois tem dificuldade para diferenciar o próprio eu do eu do outro.

 Se o Servo depende do reconhecimento alheio para definir seu próprio valor como pessoa, então seu eu precisa ser fortalecido. Ele consegue fazer isso fazendo escolhas que demonstrem mais amor-próprio e confiança em si, com a consciência de que ficamos mais fortes sempre que nos dedicamos àquilo que sabemos fazer bem.

O Servo raramente quer demonstrar muita força pessoal e evita a notoriedade. Geralmente sofre de doenças que afetam a área do
Plexo Solar, como úlceras, problemas digestivos e enxaquecas.

 Tem tendência a moléstias nervosas e sua vitalidade física geralmente oscila. Isso tudo porque, ao abrir mão da própria força, o Servo reduz seus níveis de vitalidade.

 Esse arquétipo só consegue se desenvolver se cultivar sua força pessoal por meio de escolhas mais sadias e compromissos mais sólidos. Ele precisa tomar decisões por si mesmo, que visem seu bem-estar e a necessidade que tem de respeito e do reconhecimento dos outros. Para aumentar sua auto-estima, é essencial que o Servo reconheça seu próprio valor.

Exemplos do arquétipo do Servo

Muitas mulheres desempenham o papel secundário de Servas no relacionamento. Elas são meras figurantes e só são reconhecidas pelo apoio que dão ao marido e aos filhos, Esse papel também pode ser  desempenhado por secretárias, por enfermeiras e por outros ajudantes e auxiliares. Não há nenhum problema com esses papéis, desde que as pessoas possam receber o reconhecimento que merecem.

COMO TRANSCENDER O ARQUÉTIPO DO SERVO
ASSUMIR A RESPONSABILIDADE POR Si MESMO

Para ter auto-estima, é importante que você assuma a responsabilidade pelo arquétipo do Servo. Reconhecer que, para você é mais fácil servir aos outros do que assumir a responsabilidade pelo que quer na vida, é um passo real em direção ao fortalecimento.

Se você sente que abriu mão do direito de tomar suas próprias decisões na vida ou de aumentar seu poder pessoal de forma significativa, é importante que você assuma agora a responsabilidade por sua vida. Pode começar por se valorizar. A possibilidade de mudança e de transformação está sempre no momento presente. Pergunte a si mesmo se você está disposto a assumir a responsabilidade pela sua vida e pelo que você quer. Orgulhar-se por essa decisão já é um passo em direção ao fortalecimento.

EXERCÍCIO
Lembre-se de uma época em que viveu o arquétipo do Servo seja numa situação de trabalho ou num relacionamento pessoal Como abriu mão do seu poder pessoal?

 Isso ocorreu porque você não se sentia digno de valor ou porque achava que outra pessoa valia mais do que você? Isso poderia ter acontecido porque você queria provar que era bom e esperava o reconhecimento alheio? Se quer se fortalecer, é essencial que você saiba se queria que os outros comprovassem o seu valor.

Procure responder às perguntas a seguir:
1. O que você ganhou sendo subserviente?
2. Você conseguiu o que queria dessa pessoa?
3. Você acha que alguém merece mais ou é mais digno de amor e de respeito que você?
4. Como você se sente a respeito dessa situação hoje?

À medida que analisa essa situação, pergunte mentalmente a essas pessoas se elas estariam dispostas a reconhecer você agora. Se receber uma resposta POSITIVA, agradeça-lhes e concorde que você merece esse reconhecimento.

Se receber uma resposta NEGATIVA, agradeça-lhes da mesma forma, e agradeça a você mesmo por tê-las apoiado e ajudado, da melhor maneira que você sabia. É importante que você saiba que merece o seu próprio amor e respeito. Em seguida, você pode perdoar aqueles que não o reconheceram, e esquecer qualquer vergonha ou culpa que ainda sinta com relação a essa situação. Livre-se de toda a negatividade que cerca essa situação, e sinta-se livre.

O MITO DO ARQUÉTIPO DO SERVO
Existem muitas pessoas que acreditam no mito de que não merecem conseguir o que querem. Elas geralmente atraem situações que refletem os piores sentimentos que elas têm sobre si mesmas. Se essa crença não for abandonada conscientemente, ela vai diminuir continuamente a auto-estima e corroer a confiança dessas pessoas. Elas podem se ver em meio a situações ou relacionamentos em que anseiam pelo reconhecimento ou pela aprovação dos outros, sem nunca ver sua necessidade satisfeita.

Essas pessoas podem ir em busca desse mito, achando que c amor ou a aprovação que almejam estão logo ali, na próxima esquina, e que tudo que precisam fazer é mudar alguma coisa ou ser melhor em alguma coisa, e o amor e o reconhecimento que procuram baterá à porta.

Ambas as coisas minam o eu e destroem a confiança de todo aquele que começar um relacionamento com essa atitudes.

Na verdade, nunca conseguiremos o amor e a aprovação que queremos a não ser que nos dispusermos a dá-los a nós mesmos. S quando começamos a valorizar e a respeitar quem somos, é que esta mos no caminho do fortalecimento. O fato de nos valorizarmos no traz experiências saudáveis e enriquecedoras, que reforçam nossa auto-estima e aumentam nossa confiança.

 Quando isso acontece diminuem-se as chances de nos depararmos com situações infelizes ou em que somos maltratados. Evitamos nos envolver com pessoas que não nos respeitam.


A medida que você vai conhecendo os mitos do Servo, procure se conscientizar de que toda experiência da vida lhe oferece a oportunidade de aprender mais sobre você mesmo. Às vezes, é a experiência “negativa” que traz mais esclarecimento. Geralmente, os pequenos tiranos da sua vida quer sejam um pai prepotente, um patrão desagradável ou um amante ingrato — lhe dão a chance de crescer e de se conscientizar do seu próprio valor. Quando sai de uma situação como essa, você está mais forte, mais experiente e menos suscetível a relacionamentos ou situações que não sejam prazerosos e saudáveis.

MEDITAÇÃO

Sente-se confortavelmente e relaxe. Respire profundamente várias vezes, inspirando pelo nariz e expirando pela boca. Se quiser manter a energia purificada ao seu redor, acenda uma veia ou queime um pouco de incenso.

Enquanto relaxa, imagine que está andando por um lindo caminho, que leva a urna montanha muito alta. Você quer chegar ao alto da montanha para encontrar um velho sábio que vive ali. Enquanto escala a montanha, passando pelas escarpas de um precipício, fica ofegante e sem fôlego. Ao chegar a um pequeno santuário, você encontra um velho sentado, em atitude de profunda meditação.

 Você se senta silenciosamente à frente dele, e espera que ele perceba sua presença. Você logo mergulha profundamente num estado de completo relaxamento e, antes de se conscientizar disso, está observando seu inundo interior minuciosamente, Quando abre os olhos outra vez, percebe que está sozinho no santuário. E, de repente, você se dá conta de que você é o sábio que procurava, e que todas as respostas que buscava estavam dentro de você mesmo.

Não é mais preciso procurar respostas fora de você. Tudo que precisa saber, tenha a importância que tiver, está dentro de você. Então, você agradece e desce a montanha, de volta para o mundo. Recomece a vida com uma nova e mais clara visão do seu próprio eu.

Desfrute a agradável sensação de saber o valor que você tem e de que merece o melhor. Seu trabalho e seus relacionamentos são profundamente satisfatórios, e o ajudam a expressar o que você tem de melhor.

VITALIDADE
Para aumentar sua vitalidade e energizar o Plexo Solar, você pode querer enfrentar desafios que exijam coragem e que você não ousou enfrentar no passado. Reflita sobre o tipo de atividade que seria apropriada para você e procure desenvolver as qualidades que lhe darão a sensação de controlar a própria vida. A lista de atividades a seguir irá ajudá-lo nesse sentido.

Viaje sozinho para um lugar em que nunca foi. Explore o lugar, descobrindo o que há de interessante e o que ele evoca em você.
Escale uma montanha.

Comece a praticar um esporte novo e que inclua uma dose de aventura. Comece um curso sobre alguma coisa que você sempre quis conhecer mais profundamente.

Venda ou dê coisas que não lhe servem mais.
Fale com alguém que no passado o intimidava.
Fale com um amigo ou agente de cura que possa ajudá-lo a resolver aspectos de sua vida que impedem sua felicidade ou prejudiquem a sua saúde. Tome algumas decisões que o levem ao encontro do que deseja.

FORTALECIMENTO
As afirmações a seguir podem ser escritas ou faladas em voz alta, ou podem ser ditas em frente a um espelho ou para você mesmo, enquanto nada, dirige ou cozinha. Elas servem para ajudá-lo  a se fortalecer.

Eu me amo. Eu me amo. Eu me amo.
Sou digno da minha própria aceitação.
Tenho valor pelo que eu sou.
Reconheço a minha natureza dócil e bondosa.
Valorizo-me e sei o que é melhor para mim.
Sei que, a cada dia, torno-me uma pessoa melhor,
Congratulo-me por conhecer cada vez mis minha natureza interior.
Assumo a responsabilidade por todas as decisões que tomo na minha
Vida.
Valorizo o que sou e me trato com respeito.
Tenho capacidade para sair de todas as situações injustas e negativas que me fazem mal.
Sou o principal responsável pelas decisões da minha vida.
À medida que assumo o meu poder, reconheço a minha força e a minha beleza interior.
Mereço todas as coisas boas e maravilhosas que eu quero.
Estou mais saudável e mais sábio a cada dia.
A cada dia que passa, estou mais forte e mais entusiasmado pela vida.
À medida que construo um ego forte e resistente, amo e respeito todos os aspectos da minha personalidade.
Não permito que ninguém projete sua negatividade em mim. Eu sou mais eu, e estou livre para optar pelo que é melhor para mim.

HISTÓRICO DE CASOS
Rose

Rose está com aproximadamente 45 anos e é casada há mais de vinte anos com um médico muito bem de vida. Ela começou uma terapia dois anos atrás. Tinha um título universitário, mas resolveu casar e ter filhos, em vez de enfrentar os desafios de uma carreira.

Teve cinco filhos e passou toda sua vida de casada cuidando da casa.
As crianças foram crescendo, habituadas aos confortos materiais e ao luxo. O pai, ocupado com o próprio trabalho, dava presentes aos filhos, como uma forma de substituir o tempo e a atenção que lhes negava. Eles tinham carros velozes, roupas e objetos caros e frequentavam escolas particulares. Nas férias de verão e de inverno sempre faziam grandes viagens.

Rose, quando a conheci, andava de bicicleta. Vestia roupas velhas e gastas, e não comprava nada novo para ela havia anos.

Parecia dez anos mais velha do que era e, no nosso primeiro encontro, estava com uma mancha escura no olho, em consequência de uma briga com o marido. Ela havia lhe dito que estava insatisfeita com a vida que levava. Ele quis saber por que estava tão descontente com todas as boas coisas que possuía e, num acesso de raiva, agrediu-a.

 Continuou a maltratá-la ainda por muito tempo, enquanto ela fazia terapia; ele não podia suportar a idéia de que ela tivesse sentimentos que não estavam de acordo com o ponto de vista dele. Estava surpreso com o fato de que ela pudesse ser infeliz, e sempre que ela expressava seus sentimentos, ele reagia negativamente.

Rose precisou de muito trabalho para desenvolver a auto-estima. Precisou aprender a se levantar por si mesma e a sentir que também tinha valor. Ela era uma mulher brilhante e criativa, que havia sacrificado voluntariamente sua vida pelos Outros, com pouco ou nenhum reconhecimento ou recompensa. Começou então a fazer exigências ao marido e ameaças de deixar de dar apoio à família. A vida em casa começou rapidamente a mudar. Ela saiu de férias por uns dias com uma amiga, e a rotina doméstica ficou totalmente desorganizada. A família, na ausência dela sentiu o quanto ela fazia falta e, quando ela voltou, todos estavam mais gentis, demonstrando muito mais respeito.

A luta de Rose para se impor não foi fácil. Ela não tinha modelos para seguir, ou para desenvolver sua personalidade, tanto na família quanto entre os amigos mais próximos. Sentindo que sua palavra não contava, ela lutou para dar a si mesma mais valor. Havia sido educada por freiras, e aprendera que a função da mulher era apenas servir, sem direito a exigir nada.

Embora seja extremamente difícil para ela, Rose está aprendendo a se amar e a reconhecer o seu valor. Cada dia é mais um passo para longe do arquétipo do Servo, e rumo a um arquétipo mais forte. Como ela começou a se valorizar mais profundamente, o marido de Rose começou a ouvi-la e, tanto ele como os filhos, estão apreciando muito mais a pessoa que ela é.

 George
George tem quase quarenta anos e é assistente social. Ele está envolvido num relacionamento com a mãe de seu filho. Vivem separados e ele paga uma pensão ao filho, visitando-o todo fim de semana. Os três tiram férias juntos.

Ele e a mãe de seu filho têm uma relação amigável, mas não se amam mais. George se queixa frequentemente dela, alegando que não é uma boa mãe. À medida que os anos passaram, ele se viu preso nessa relação, na qual sustenta tanto o filho quanto a antiga namorada e paga por muitas despesas que deveriam ser divididas igualmente entre ambos.

 Além disso, vive tomando atitudes com intenção de ser útil e de ser amado. Ama o filho e finge que não se incomoda quando este lhe pede que faça favores especiais para mãe. Em suma, George está sendo manipulado. Ele faz sempre o que lhe pedem, porque sabe que não tem direitos legais sobre o filho, teme que a mãe suspenda o privilégio de visitá-lo. A boa vontade da mãe do menino tem sido muito importante para ele.
Nesse meio tempo, George não se relacionou com nenhum outra mulher. Ele achava que ninguém poderia suportar uma situação tão complicada, até pouco tempo atrás, quando conheceu um mulher que gostava de passar os fins de semana com ele e com filho.

 Agora eles vivem juntos, incluindo sempre o garoto em tudo que fazem. Demorou um pouco para que George abandonasse arquétipo do Servo e começasse a impor a própria vontade no contexto familiar. Ele conseguiu garantir um lugar permanente na vida do filho e precisou se valorizar e enfrentar o comportamento manipulador da mãe do menino, para recuperar a sensação de poder que havia perdido.

Quando se fortaleceu, as relações com a nova parceira, com a antiga namorada e com o filho também melhoraram Todos os relacionamentos dele ficaram de fato mais saudáveis quando George conseguiu se valorizar.
O CHAKRA DO PLEXO SOLAR
ARQUÉTIPO PROBLEMÁTICO: O SERVO

COMO RECONHECER O SERVO
O arquétipo do Servo se desvaloriza e subestima o valor que tem como pessoa. O Servo não é tão problemático ou carente de força quanto a Vítima ou o Mártir.

 Ele representa alguém que faz um bom trabalho mas que é negligente e recebe pouco reconhecimento por ele. Não se trata de um arquétipo negativo, embora o Servo não seja devidamente recompensado por tudo o que faz.

O Servo não acha que merece mais do que recebe da vida. E grato por qualquer atenção ou reconhecimento que obtém, ao passo que, em relações saudáveis, todos são reconhecidos pela contribuição que fazem.

Reconhecimento é poder.

Ele liberta as pessoas e, como o Servo é ignorado, ele sente como se estivesse sempre em segundo plano, sem nunca conseguir se alçar para níveis mais elevados de realização e de força.

O Servo não tem auto-estima nem se valoriza o suficiente para dar a si mesmo o reconhecimento que merece; por isso depende dos outros para lhe dar o que ele não consegue dar a si mesmo.

As pessoas assumem o arquétipo do Servo porque não acreditam que tenham valor como pessoa. Esse arquétipo renega seu poder pessoal e suas necessidades emocionais, para ser reconhecido e aprovado. Ele projeta seu poder nos outros, fazendo com que pareçam multo mais poderosos do que ele, e investindo-os de qualidades que ele gostaria de expressar, mas não ousa.

Como começar a mudar a mentalidade do Servo
Se esperamos que os outros reconheçam o nosso trabalho ou a nossa ajuda, é sinal de que estamos ligados ao arquétipo do Servo. Quando nos pegamos querendo o reconhecimento alheio, é essencial que aprendamos como dar a nós mesmos o reconhecimento de que precisamos. E assim que nos fortalecemos e transcendemos o arquétipo do Servo.

Este arquétipo frequentemente aspira ao amor e o reconhecimento das pessoas que menos têm capacidade ou disposição para fazer isso. Nesse caso, o Servo precisa fazer uma avaliação realista de suas capacidades e tornar posse da própria força.

 Nesse ponto, ele precisa se desligar da situação ou da pessoa com a qual está enredado emocionalmente, deixar de projetar sua força em outra pessoa e se valorizar. Se as outras pessoas não reconhecerem o valor que ele tem, pode ser que precise considerar a importância do reconhecimento na vida dele e a razão de estar numa situação em que não consegue receber o que quer. Não vale a pena ficar empacado na questão do poder pessoal, pois existem muitos outros níveis de consciência, muito mais prazerosos e importantes para o desenvolvimento do eu.

 Quando o Servo vive ansioso por reconhecimento e por mostras de gratidão, passa a depender deles para se sentir bem e os torna responsáveis por sua felicidade. Então, fica submisso e dependente das outras pessoas. O Servo precisa se dar conta da simples verdade de que ele não precisa fazer ou ser nada, para ser amado. Ele tem direito ao amor e à consideração simplesmente porque os merece. Seu valor não está vinculado ao que ele faz, mas ao que ele é.

O Servo mantém sempre um desempenho modesto. Ele se apaga e sabe qual é o “seu lugar”. Num certo nível, isso reflete a compreensão que tem da sua função, e num outro, é uma expressão de sua submissão e do sentimento de que vale menos do que os outros.

O ego do Servo não está bem ancorado nele mesmo, e os limites dele são facilmente invadidos. Isso significa que ele pode ser facilmente manipulado, pois tem dificuldade para diferenciar o próprio eu do eu do outro.

 Se o Servo depende do reconhecimento alheio para definir seu próprio valor como pessoa, então seu eu precisa ser fortalecido. Ele consegue fazer isso fazendo escolhas que demonstrem mais amor-próprio e confiança em si, com a consciência de que ficamos mais fortes sempre que nos dedicamos àquilo que sabemos fazer bem.

O Servo raramente quer demonstrar muita força pessoal e evita a notoriedade. Geralmente sofre de doenças que afetam a área do
Plexo Solar, como úlceras, problemas digestivos e enxaquecas.

 Tem tendência a moléstias nervosas e sua vitalidade física geralmente oscila. Isso tudo porque, ao abrir mão da própria força, o Servo reduz seus níveis de vitalidade.

 Esse arquétipo só consegue se desenvolver se cultivar sua força pessoal por meio de escolhas mais sadias e compromissos mais sólidos. Ele precisa tomar decisões por si mesmo, que visem seu bem-estar e a necessidade que tem de respeito e do reconhecimento dos outros. Para aumentar sua auto-estima, é essencial que o Servo reconheça seu próprio valor.

Exemplos do arquétipo do Servo

Muitas mulheres desempenham o papel secundário de Servas no relacionamento. Elas são meras figurantes e só são reconhecidas pelo apoio que dão ao marido e aos filhos, Esse papel também pode ser  desempenhado por secretárias, por enfermeiras e por outros ajudantes e auxiliares. Não há nenhum problema com esses papéis, desde que as pessoas possam receber o reconhecimento que merecem.

COMO TRANSCENDER O ARQUÉTIPO DO SERVO
ASSUMIR A RESPONSABILIDADE POR Si MESMO

Para ter auto-estima, é importante que você assuma a responsabilidade pelo arquétipo do Servo. Reconhecer que, para você é mais fácil servir aos outros do que assumir a responsabilidade pelo que quer na vida, é um passo real em direção ao fortalecimento.

Se você sente que abriu mão do direito de tomar suas próprias decisões na vida ou de aumentar seu poder pessoal de forma significativa, é importante que você assuma agora a responsabilidade por sua vida. Pode começar por se valorizar. A possibilidade de mudança e de transformação está sempre no momento presente. Pergunte a si mesmo se você está disposto a assumir a responsabilidade pela sua vida e pelo que você quer. Orgulhar-se por essa decisão já é um passo em direção ao fortalecimento.

EXERCÍCIO
Lembre-se de uma época em que viveu o arquétipo do Servo seja numa situação de trabalho ou num relacionamento pessoal Como abriu mão do seu poder pessoal?

 Isso ocorreu porque você não se sentia digno de valor ou porque achava que outra pessoa valia mais do que você? Isso poderia ter acontecido porque você queria provar que era bom e esperava o reconhecimento alheio? Se quer se fortalecer, é essencial que você saiba se queria que os outros comprovassem o seu valor.

Procure responder às perguntas a seguir:
1. O que você ganhou sendo subserviente?
2. Você conseguiu o que queria dessa pessoa?
3. Você acha que alguém merece mais ou é mais digno de amor e de respeito que você?
4. Como você se sente a respeito dessa situação hoje?

À medida que analisa essa situação, pergunte mentalmente a essas pessoas se elas estariam dispostas a reconhecer você agora. Se receber uma resposta POSITIVA, agradeça-lhes e concorde que você merece esse reconhecimento.

Se receber uma resposta NEGATIVA, agradeça-lhes da mesma forma, e agradeça a você mesmo por tê-las apoiado e ajudado, da melhor maneira que você sabia. É importante que você saiba que merece o seu próprio amor e respeito. Em seguida, você pode perdoar aqueles que não o reconheceram, e esquecer qualquer vergonha ou culpa que ainda sinta com relação a essa situação. Livre-se de toda a negatividade que cerca essa situação, e sinta-se livre.

O MITO DO ARQUÉTIPO DO SERVO
Existem muitas pessoas que acreditam no mito de que não merecem conseguir o que querem. Elas geralmente atraem situações que refletem os piores sentimentos que elas têm sobre si mesmas. Se essa crença não for abandonada conscientemente, ela vai diminuir continuamente a auto-estima e corroer a confiança dessas pessoas. Elas podem se ver em meio a situações ou relacionamentos em que anseiam pelo reconhecimento ou pela aprovação dos outros, sem nunca ver sua necessidade satisfeita.

Essas pessoas podem ir em busca desse mito, achando que c amor ou a aprovação que almejam estão logo ali, na próxima esquina, e que tudo que precisam fazer é mudar alguma coisa ou ser melhor em alguma coisa, e o amor e o reconhecimento que procuram baterá à porta.

Ambas as coisas minam o eu e destroem a confiança de todo aquele que começar um relacionamento com essa atitudes.

Na verdade, nunca conseguiremos o amor e a aprovação que queremos a não ser que nos dispusermos a dá-los a nós mesmos. S quando começamos a valorizar e a respeitar quem somos, é que esta mos no caminho do fortalecimento. O fato de nos valorizarmos no traz experiências saudáveis e enriquecedoras, que reforçam nossa auto-estima e aumentam nossa confiança.

 Quando isso acontece diminuem-se as chances de nos depararmos com situações infelizes ou em que somos maltratados. Evitamos nos envolver com pessoas que não nos respeitam.


A medida que você vai conhecendo os mitos do Servo, procure se conscientizar de que toda experiência da vida lhe oferece a oportunidade de aprender mais sobre você mesmo. Às vezes, é a experiência “negativa” que traz mais esclarecimento. Geralmente, os pequenos tiranos da sua vida quer sejam um pai prepotente, um patrão desagradável ou um amante ingrato — lhe dão a chance de crescer e de se conscientizar do seu próprio valor. Quando sai de uma situação como essa, você está mais forte, mais experiente e menos suscetível a relacionamentos ou situações que não sejam prazerosos e saudáveis.

MEDITAÇÃO

Sente-se confortavelmente e relaxe. Respire profundamente várias vezes, inspirando pelo nariz e expirando pela boca. Se quiser manter a energia purificada ao seu redor, acenda uma veia ou queime um pouco de incenso.

Enquanto relaxa, imagine que está andando por um lindo caminho, que leva a urna montanha muito alta. Você quer chegar ao alto da montanha para encontrar um velho sábio que vive ali. Enquanto escala a montanha, passando pelas escarpas de um precipício, fica ofegante e sem fôlego. Ao chegar a um pequeno santuário, você encontra um velho sentado, em atitude de profunda meditação.

 Você se senta silenciosamente à frente dele, e espera que ele perceba sua presença. Você logo mergulha profundamente num estado de completo relaxamento e, antes de se conscientizar disso, está observando seu inundo interior minuciosamente, Quando abre os olhos outra vez, percebe que está sozinho no santuário. E, de repente, você se dá conta de que você é o sábio que procurava, e que todas as respostas que buscava estavam dentro de você mesmo.

Não é mais preciso procurar respostas fora de você. Tudo que precisa saber, tenha a importância que tiver, está dentro de você. Então, você agradece e desce a montanha, de volta para o mundo. Recomece a vida com uma nova e mais clara visão do seu próprio eu.

Desfrute a agradável sensação de saber o valor que você tem e de que merece o melhor. Seu trabalho e seus relacionamentos são profundamente satisfatórios, e o ajudam a expressar o que você tem de melhor.

VITALIDADE
Para aumentar sua vitalidade e energizar o Plexo Solar, você pode querer enfrentar desafios que exijam coragem e que você não ousou enfrentar no passado. Reflita sobre o tipo de atividade que seria apropriada para você e procure desenvolver as qualidades que lhe darão a sensação de controlar a própria vida. A lista de atividades a seguir irá ajudá-lo nesse sentido.

Viaje sozinho para um lugar em que nunca foi. Explore o lugar, descobrindo o que há de interessante e o que ele evoca em você.
Escale uma montanha.

Comece a praticar um esporte novo e que inclua uma dose de aventura. Comece um curso sobre alguma coisa que você sempre quis conhecer mais profundamente.

Venda ou dê coisas que não lhe servem mais.
Fale com alguém que no passado o intimidava.
Fale com um amigo ou agente de cura que possa ajudá-lo a resolver aspectos de sua vida que impedem sua felicidade ou prejudiquem a sua saúde. Tome algumas decisões que o levem ao encontro do que deseja.

FORTALECIMENTO
As afirmações a seguir podem ser escritas ou faladas em voz alta, ou podem ser ditas em frente a um espelho ou para você mesmo, enquanto nada, dirige ou cozinha. Elas servem para ajudá-lo  a se fortalecer.

Eu me amo. Eu me amo. Eu me amo.
Sou digno da minha própria aceitação.
Tenho valor pelo que eu sou.
Reconheço a minha natureza dócil e bondosa.
Valorizo-me e sei o que é melhor para mim.
Sei que, a cada dia, torno-me uma pessoa melhor,
Congratulo-me por conhecer cada vez mis minha natureza interior.
Assumo a responsabilidade por todas as decisões que tomo na minha
Vida.
Valorizo o que sou e me trato com respeito.
Tenho capacidade para sair de todas as situações injustas e negativas que me fazem mal.
Sou o principal responsável pelas decisões da minha vida.
À medida que assumo o meu poder, reconheço a minha força e a minha beleza interior.
Mereço todas as coisas boas e maravilhosas que eu quero.
Estou mais saudável e mais sábio a cada dia.
A cada dia que passa, estou mais forte e mais entusiasmado pela vida.
À medida que construo um ego forte e resistente, amo e respeito todos os aspectos da minha personalidade.
Não permito que ninguém projete sua negatividade em mim. Eu sou mais eu, e estou livre para optar pelo que é melhor para mim.

HISTÓRICO DE CASOS
Rose

Rose está com aproximadamente 45 anos e é casada há mais de vinte anos com um médico muito bem de vida. Ela começou uma terapia dois anos atrás. Tinha um título universitário, mas resolveu casar e ter filhos, em vez de enfrentar os desafios de uma carreira.

Teve cinco filhos e passou toda sua vida de casada cuidando da casa.
As crianças foram crescendo, habituadas aos confortos materiais e ao luxo. O pai, ocupado com o próprio trabalho, dava presentes aos filhos, como uma forma de substituir o tempo e a atenção que lhes negava. Eles tinham carros velozes, roupas e objetos caros e frequentavam escolas particulares. Nas férias de verão e de inverno sempre faziam grandes viagens.

Rose, quando a conheci, andava de bicicleta. Vestia roupas velhas e gastas, e não comprava nada novo para ela havia anos.

Parecia dez anos mais velha do que era e, no nosso primeiro encontro, estava com uma mancha escura no olho, em consequência de uma briga com o marido. Ela havia lhe dito que estava insatisfeita com a vida que levava. Ele quis saber por que estava tão descontente com todas as boas coisas que possuía e, num acesso de raiva, agrediu-a.

 Continuou a maltratá-la ainda por muito tempo, enquanto ela fazia terapia; ele não podia suportar a idéia de que ela tivesse sentimentos que não estavam de acordo com o ponto de vista dele. Estava surpreso com o fato de que ela pudesse ser infeliz, e sempre que ela expressava seus sentimentos, ele reagia negativamente.

Rose precisou de muito trabalho para desenvolver a auto-estima. Precisou aprender a se levantar por si mesma e a sentir que também tinha valor. Ela era uma mulher brilhante e criativa, que havia sacrificado voluntariamente sua vida pelos Outros, com pouco ou nenhum reconhecimento ou recompensa. Começou então a fazer exigências ao marido e ameaças de deixar de dar apoio à família. A vida em casa começou rapidamente a mudar. Ela saiu de férias por uns dias com uma amiga, e a rotina doméstica ficou totalmente desorganizada. A família, na ausência dela sentiu o quanto ela fazia falta e, quando ela voltou, todos estavam mais gentis, demonstrando muito mais respeito.

A luta de Rose para se impor não foi fácil. Ela não tinha modelos para seguir, ou para desenvolver sua personalidade, tanto na família quanto entre os amigos mais próximos. Sentindo que sua palavra não contava, ela lutou para dar a si mesma mais valor. Havia sido educada por freiras, e aprendera que a função da mulher era apenas servir, sem direito a exigir nada.

Embora seja extremamente difícil para ela, Rose está aprendendo a se amar e a reconhecer o seu valor. Cada dia é mais um passo para longe do arquétipo do Servo, e rumo a um arquétipo mais forte. Como ela começou a se valorizar mais profundamente, o marido de Rose começou a ouvi-la e, tanto ele como os filhos, estão apreciando muito mais a pessoa que ela é.

 George
George tem quase quarenta anos e é assistente social. Ele está envolvido num relacionamento com a mãe de seu filho. Vivem separados e ele paga uma pensão ao filho, visitando-o todo fim de semana. Os três tiram férias juntos.

Ele e a mãe de seu filho têm uma relação amigável, mas não se amam mais. George se queixa frequentemente dela, alegando que não é uma boa mãe. À medida que os anos passaram, ele se viu preso nessa relação, na qual sustenta tanto o filho quanto a antiga namorada e paga por muitas despesas que deveriam ser divididas igualmente entre ambos.

 Além disso, vive tomando atitudes com intenção de ser útil e de ser amado. Ama o filho e finge que não se incomoda quando este lhe pede que faça favores especiais para mãe. Em suma, George está sendo manipulado. Ele faz sempre o que lhe pedem, porque sabe que não tem direitos legais sobre o filho, teme que a mãe suspenda o privilégio de visitá-lo. A boa vontade da mãe do menino tem sido muito importante para ele.
Nesse meio tempo, George não se relacionou com nenhum outra mulher. Ele achava que ninguém poderia suportar uma situação tão complicada, até pouco tempo atrás, quando conheceu um mulher que gostava de passar os fins de semana com ele e com filho.

 Agora eles vivem juntos, incluindo sempre o garoto em tudo que fazem. Demorou um pouco para que George abandonasse arquétipo do Servo e começasse a impor a própria vontade no contexto familiar. Ele conseguiu garantir um lugar permanente na vida do filho e precisou se valorizar e enfrentar o comportamento manipulador da mãe do menino, para recuperar a sensação de poder que havia perdido.

Quando se fortaleceu, as relações com a nova parceira, com a antiga namorada e com o filho também melhoraram Todos os relacionamentos dele ficaram de fato mais saudáveis quando George conseguiu se valorizar.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

AddThis