PARA UMA VIDA AFETIVA MELHOR
DR. FERNANDO LUCCHESE
□ O amor
não significa dependência.
Ao
contrário: o verdadeiro amor deve ler o perfume dá liberdade. Rompa sitas
amarras: ame com liber dade.
□ O amor
e o respeito a nós mesmos é fundamental. Nunca permaneça numa relação
destrutiva, mesmo que você ache que ama a outra pessoa..
□ Aprenda
a ver com o coração e não com os olhos.
□ Veja a
pessoa amada com realismo. Não a idolatre.
Não a
coloque em um pedestal. Não. a idealize.
□ A
felicidade vem do nosso interior, não depende dos outros, mas de nós mesmos.
□ Os
relacionamentos fazem-nos crescer. Este apren dizado constante é mais
importante do que o acúmulo de bens ou de títulos.
□ Procure
não se apegar às coisas materiais.
□ Sua
capacidade de amar nunca acaba. Calma! Outras oportunidades poderão
trazer-lhe a pessoa certa.
□
Relacionamento exige muito cuidado e atenção.
□ Ame-se. Não se preocupe com a opinião dos outros. Saiba dizer “não!” quando não quer alguma coisa. Saiba dizer “eu discordo”. Sc não fizer isso, abrirá as portas para a raiva quando se der conta do insu cesso da relação.
□ Seu
relacionamento é mais importante que seu jogo de futebol, seu jantar com ami
gos. Desligue a TV e converse.
□
Relacionamentos precisam ser continuam ente realimentados. Não existe
cadeira cativa para o amor. Cada dia inicia-se a reconquista.
□
Diariamente colocamos em risco o que já obtivemos.
□ Para um
relacionamento ser duradouro exige-se muita educação.
□ A
contrapartida do amor é o próprio amor. O afeto necessita afeto para
alimentar-se.
□ Confie
no amor. Ele é um sentimento estável. Não confie, porém, no seu ego.
□
Compartilhe os pequenos prazeres da vida.
Tome um
sorvete junto ao seu amor, roube uma batata frita de seu prato, surpreenda-o
com pequenas demonstrações de afeto.
PARA UMA VIDA SAUDÁVEL
Falando sobre a relação entre longevidade e felicidade, o médico mostrou que o estilo de vida tem mais peso para uma existência longa do que outros fatores como genética, meio ambiente e assistência médica.
“Entre os
fatores que definem a longevidade, o estilo de vida responde por 53%”, disse
Lucchese, ficando apenas 17% por conta da genética, 20% por conta do meio
ambiente e 10% devido à assistência médica. “Um bom estilo de vida se
caracteriza pelo bem-estar físico, psíquico, familiar, financeiro,
profissional, ambiental e espiritual”, explicou o cardiologista.
Lucchese
ressaltou que o Brasil é um dos países em que as pessoas envelhecem mais rápido
no mundo, por fatores como educação inadequada, corrupção e violência. “Em
média, 10% do tempo do brasileiro é gasto tratando doenças”, disse o médico,
apontando o infarto, o AVC e o câncer como os inimigos da longevidade.
O
palestrante chamou a atenção para as doenças da alma. “Somos um tripé: corpo,
mente e espírito”, disse, apontando que as disfunções numa área afetam as
outras. “É um erro curar o corpo sem curar a alma”, avisou, aconselhando a
busca de emoções e comportamentos positivos.
“Devemos
ter como compromisso de vida a busca da felicidade e da longevidade e isso é
uma opção pessoal”, declarou o médico, revelando que as leis da felicidade,
segundo a ciência, são a preocupação com o outro, a conquista de amizades
confiáveis e o prazer com o trabalho que, segundo ele, deve ser visto como
missão de vida e não apenas como um emprego para garantir renda.
“Está
comprovado que dinheiro não traz felicidade”, completou o cardiologista,
observando que os países mais ricos não possuem os níveis mais altos de
felicidade e apontando a comparação social e a inveja como grandes doenças da
atualidade.
“Enquanto
emoções como raiva inveja e vaidade, e comportamentos como pessimismo, solidão
e egoísmo encurtam a vida, o sentimento de perdão, a solidariedade, a
generosidade e a espiritualidade são antídotos para as doenças do corpo e da
alma”, afirmou Lucchese. “A atitude positiva muda o cérebro”, concluiu.
POSTADO POR DHARMADHANNYA


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