segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Espelho vazio - Dharma de Buda

 

Espelho vazio - dharma de Buda

Pesquisei sobre o vazio de Buda e de Osho. È muito complexo compreender, eu entendi, que uma mente vazia, está plena da consciência Divina, livre do carma do ego, de seus pensamentos, desejos e ambições. Dharmadhannya

 Tornar-se um Buda é como transformar a mente em um "espelho vazio" —Um estado de consciência pura e livre de pensamentos que reflete a realidade sem julgamento ou desejo. Representa um abandono total do ego e da bagagem mental, permitindo que a pessoa responda espontaneamente à vida. 

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Citações sobre o Espelho Vazio e Buda

  • "Para ser um Buda, você terá que abandonar completamente a mente, terá que se tornar um espelho vazio."
  • "A mente, em sua pureza, é apenas um espelho, um espelho vazio. Ela não contém nada. É um espelho porque é vazia, porque somente o vazio pode refletir."

  • "O espelho vazio é o termo correto para o sábio. Você se aproxima dele, ele o reflete. Quando você se afasta, o reflexo desaparece."
  • "Se você realmente quer saber quem eu sou, precisa ser tão absolutamente vazio quanto eu. Então, dois espelhos estarão frente a frente e somente o vazio será refletido."

  • "Lentamente, muito lentamente, toda a poeira dos pensamentos desaparece, todas as nuvens do desejo se dissipam – e então não resta nada, anatta, não-eu, o nada, mu". 

Temas principais

  • Não-Mente: O estado de não-pensamento não se refere ao vazio da existência, mas sim ao vazio da mente dominada pelo ego.
  • prontas, mas age como um espelho, refletindo a situação tal como ela é.
  • Libertação Total: É um estado de total entrega e meditação onde a pessoa se torna um "nada". 

 "Uma mente que pensa, se apega, julga — essa mente é como um espelho empoeirado. Você vê apenas manchas. Mas quando a poeira é removida, o espelho reflete tudo sem distorção. A não-mente é isso: consciência pura e clara. Não a ausência de pensamento, mas a liberdade da interferência do pensamento. Quando o espelho está limpo, o mundo se revela exatamente como é."

  • Resposta versus reação: Um Buda não tem respostas - Nantenbō Tōjū

O "espelho vazio" é uma metáfora central no budismo Zen e Mahayana, representando uma mente livre de pensamentos conceituais, desejos e ego, permitindo uma consciência pura e sem distorções. Significa atingir um estado de desapego onde, como um espelho polido, a mente reflete a realidade sem ser influenciada por ela, realizando a "natureza búdica". 

Principais citações e conceitos sobre o espelho vazio

  • A Mente Polida: "Uma mente que pensa, se apega, julga — essa mente é como um espelho empoeirado... Mas quando a poeira é removida, o espelho reflete tudo sem distorção." — Nantenbō Tōjū
  • Espelho da Vida: "Uma mente agora obscurecida pelas ilusões da escuridão inata da vida é como um espelho embaçado, mas, quando polido, certamente se tornará como um espelho límpido, refletindo a natureza essencial dos fenômenos e o verdadeiro aspecto da realidade." — Nichiren Daishonin, World Tribune
  • Natureza Original: "Você não precisa buscar o real, a Mente é originalmente Buda... Recitar mantras ou contemplar a mente são meros acessórios para polir um espelho. Quando a poeira é removida, eles também desaparecem." — Han-Shan, Facebook
  • A Mente do Sábio: "Para aquele que não habita em si mesmo, as formas das coisas se revelam como são. Ele se move como a água, reflete como um espelho, responde como um eco." — Chuang Tzu (perspectiva taoísta), Facebook
  • Metáfora do Templo: "Existe um templo na China onde, em vez de uma estátua de Buda, há apenas um espelho. O templo inteiro está vazio. As pessoas que criaram o templo deviam ser grandes meditadores: o espelho serve para nos lembrar do nosso ser interior." — Postagem no Facebook citando Zen, Facebook 

Ensinamentos Essenciais

  • Desapego: O objetivo é ser como um espelho que reflete uma flor sem se apegar à imagem quando a flor murcha.
  • Vazio de Ego: O "vazio" significa estar livre de um "eu" ou "eu" permanente e separado.
  • Aplicação prática: A "poeira" refere-se às aflições mentais, e o "polimento" é a prática da meditação ou da atenção plena para manter uma consciência clara. 

A metáfora do "espelho vazio" (ou "mente como um espelho") é fundamental no Budismo Zen e Mahayana para ilustrar a natureza da mente iluminada, o conceito de Sunyata (vacuidade) e a sabedoria não dualista. Ela representa uma mente livre de apegos, preconceitos e do "eu" desejante, capaz de refletir a realidade como ela é.

Aqui estão os pontos centrais desta metáfora:

Reflexão sem Apego: Assim como um espelho reflete objetos sem se apegar a eles ou ser mudado por eles, a mente desperta reflete o mundo (pensamentos, emoções, fenômenos) sem criar apego ou aversão.

O Vazio (Sunyata): O "vazio" no budismo não é "nada", mas sim a ausência de uma identidade própria e fixa em todas as coisas. O espelho é vazio no sentido de que não possui uma imagem própria, o que permite que ele reflita qualquer coisa com clareza.

A "Sabedoria do Espelho": É uma das cinco sabedorias do budismo, simbolizando a consciência pura que percebe a realidade objetivamente.

Mente sem "Eu" (No-mind): O espelho vazio ilustra o estado de mushin no shin (mente sem mente ou mente sem apego), onde a mente não está fixa ou ocupada por pensamentos egóicos.

Polir o Espelho: Refere-se à prática da meditação (zazen) para limpar a mente da sujeira das ilusões conceituais, permitindo que a luz da realidade brilhe.

Diferença entre o Espelho e o Reflexo

A metáfora ensina a distinguir entre a mente (o espelho) e os pensamentos (o reflexo). Quando nos identificamos com os reflexos (emoções, histórias do "eu"), esquecemos que a mente é, fundamentalmente, vazia e clara.

O espelho vazio é, portanto, uma imagem de clareza, liberdade e ausência de dualidade.

Vacuidade (sânscrito shunyata), mais comumente conhecida como “vazio” em inglês, é um dos principais insights do Buda. O Buda realizou que a fonte mais profunda dos problemas de todo mundo é a confusão em relação a como eles, os outros, e tudo existem. As mentes projetam maneiras impossíveis de existir em tudo. Sem a consciência de que aquilo que elas projetam não corresponde à realidade, as pessoas criam problemas e sofrimentos para elas com base na ignorância. Por exemplo, se projetamos que somos perdedores e que, não importa o que fizermos, nunca teremos sucesso na vida, então não somente ficaremos deprimidos e com baixa autoestima, como também nos faltará autoconfiança e talvez até desistamos de tentar melhorar a nossa situação. Nós nos resignaremos a uma posição inferior na vida.

A vacuidade significa uma total ausência de uma forma real de existência que corresponda a algo que instintivamente projetamos. Projetamos compulsivamente por causa de nosso hábito arraigado de acreditar que as fantasias de nossa imaginação são realidade.

 “Perdedor”, por exemplo, é apenas uma palavra e um conceito. Quando nós nos rotulamos com o conceito de “perdedor” e nos designamos com a palavra “perdedor”, temos que entender que se trata apenas de convenções. Pode ser verdade que tenhamos falhado muitas vezes em nossas vidas, ou talvez não tenhamos de fato falhado, mas o nosso perfeccionismo faz com que que nos sintamos fracassados, pois não somos suficientemente bons. 

Em todos os casos, muito mais ocorreu em nossas vidas além de nossos sucessos e fracassos. No entanto, ao nos rotularmos como perdedores, mentalmente nos colocamos na caixinha chamada “perdedor” e acreditamos que realmente existimos como uma pessoa dentro desta caixinha.

 Na verdade, imaginamos que há algo de inerentemente errado ou ruim conosco que estabelece definitivamente o fato de estarmos na tal caixinha. Estabelece que estamos na caixinha, pois ela tem poder sobre nós, independentemente de qualquer coisa que tenhamos feito em nossas vidas ou do que qualquer pessoa pense.

Esta forma de existência, de alguém que está preso na caixinha de perdedores e merece estar ali, é uma total fantasia. Não corresponde a nada real. Ninguém existe preso em uma caixinha. A nossa existência como perdedor surgiu meramente como um conceito que aplicamos a nós mesmos. 

O conceito “perdedor” e a palavra “ perdedor” são meras convenções. Pode ser que eles se apliquem de forma adequada a alguém, por exemplo, quando a pessoa perde em um jogo de cartas. Nesta situação, convencionalmente, a pessoa é uma perdedora. No entanto, ninguém existe inerentemente como perdedor, para quem é impossível ganhar porque trata-se de um verdadeiro perdedor.

Quando realizarmos a vacuidade de realmente existirmos como perdedores, entenderemos que não há esta forma de existência. Ela não corresponde à realidade. A nossa sensação de sermos realmente perdedores apenas pode ser explicada pelo conceito e pela palavra “perdedor” que aplicamos a nós mesmos, pois talvez às vezes tenhamos falhado em alguma coisa.

 No entanto, não há nada de inerentemente errado conosco que, por seu próprio poder, nos torna permanentemente perdedores e nada mais. A vacuidade, então, é a total ausência desta maneira impossível de existir. 

No passado, presente e futuro, não é possível que ninguém exista desta forma. É preciso grande familiaridade com a vacuidade antes de sermos capazes de desconstruir as nossas fantasias e pararmos de acreditar nelas. 

No entanto, se perseverarmos com a meditação na vacuidade, então, gradualmente, quando nos rotularmos como perdedores, perceberemos que isso é um absurdo e dissiparemos a nossa fantasia. No final das contas, poderemos até mesmo parar com este hábito e nunca mais pensar em nós mesmos como perdedores.

Conclusão

Só porque nada existe de formas impossíveis isso não quer dizer que nada existe. A vacuidade refuta meramente maneiras impossíveis de existir, tais como uma existência inerente e auto estabelecida. Ela não refuta a existência de coisas como “isso” ou “aquilo”, de acordo com as convenções das palavras e dos conceitos.

pesquisado em:

 https://oshosearch.net/

https://studybuddhism.com/pt/budismo-tibetano/

https://www.google.com/search?q=O+%22espelho+vazio%22+%C3%A9+uma+met%C3%A1fora+central+no+budismo+Zen+e+Mahayana&newwindow=


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