Suas crenças regem cada minuto da sua vida.
Uma vez
compreendida a natureza simbólica da realidade física, você não irá mais se
sentir aprisionado por ela. Você criou os símbolos e, portanto, pode mudá-los.
(Seth)
Imaginemos duas
pessoas, Alegria e Tristeza, que visitam Londres num fim de semana. A primeira
visitante, Alegria, conhece uma terra maravilhosa de locais históricos,
museus, parques, teatros, lojas e locais para entretenimento — uma cidade cheia
de pessoas amáveis, sorridentes e interessantes.
Tristeza, por outro lado, vê uma cidade
barulhenta e enfarruscada, com estações subterrâneas apinhadas, restaurantes
caros e rostos sombrios e desconhecidos que não se inibem na hora de usar os
cotovelos para abrir caminho na multidão.
Elas visitaram a mesma cidade, às vezes os
mesmos lugares e tiveram os mesmos gastos — mas Alegria divertiu-se muito
enquanto Tristeza sentiu-se péssima desde o início até o fim. Por quê?
O segredo está em seus
sistemas de crenças. Alegria tem as seguintes crenças: “As cidades são lugares
emocionantes.” “As pessoas em geral são amistosas e solícitas.” “A vida deve
ser usufruída em sua plenitude.” Tristeza, ao contrário, abraça as seguintes
crenças: “As cidades são lugares horríveis.” “As pessoas, na maioria das vezes,
são desagradáveis.” “A vida é um fardo que todos temos de carregar.”

