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sexta-feira, 15 de maio de 2015

A CURA PELA VOZ - Quinto chakra -Xamanismo




"A CURA PELA VOZ  Quinto  chakra -Xamanismo"

A palavra falada ou cantada é o elemento de manifestação com maior poder vibratório, motivo pelo qual o rádio e a televisão têm mais eficácia que os jornais. Povos nativos compreendem (ou compreendiam) bem a força da voz, especialmente na canção, para criar e perpetuar a realidade que desejavam.

O Espírito Santo que habita em mim irradia a  Graça da  Força da Vida.
Seja feita a vontade de Deus. Amém. Dharmadhannyael
                                                                                  
Acredito que, quando não cessamos de reverenciar a vida — agradecer
pelo que temos —, a energia à nossa volta se intensifica e tornamo-nos veículos de manifestação mais poderosos.

Místicos de numerosas culturas concordam quanto ao poder absoluto do som. Começamos pelo som, somos mantidos íntegros pelo som e um dia regressaremos à Música cósmica das Esferas.

O som é a experiência mística original da criação. O mestre sufi Hazrat lnayat Khan, músico de grande renome, assim comenta a Bíblia e outras obras de igual importância:

Na Bíblia, encontramos as palavras: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”; e vemos também que o Verbo é Luz, a qual, surgindo, fez com que a criação inteira se manifestasse. Esses não são meros versículos religiosos; para o místico ou o vidente, a revelação está contida aí.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

O Poder dos Animais - Xamanismo



O Poder dos Animais  - Xamanismo

Ser um xamã é uma graça -  seguimos para frente com os pés nos chão e a cabeça nas estrelas. Podemos nos unir com a natureza, com os animais, vegetais, com tudo e como todos. Nada tememos porque confiamos no Grande Espírito, seguimos unidos com a tribo, com a humanidade.
 Não vemos nem projetamos o mal nos outros. A vida é sagrada e procuramos respeitar os nossos limites. A intuição e instinto animal e espiritual são muito aguçados e seguimos fortes e confiantes na vida.

Quando passo por um lugar perigoso eu sinto,
 e reajo instintivamente diante de uma pessoa perigosa e evito seguir ao lado dela.

Temos consciência do poder da vida e seguimos sem ferir o próximo , nem a natureza e sentimos que somos amados e acolhidos com a Luz da Mãe Terra.
Dharmadhannya 
1. É do estudo do xamanismo que podemos aprender muito sobre as interações mentais entre homens e animais. Seres espirituais sejam na forma de santos, anjos, ancestrais, fadas, duendes ou animais totêmicos compõem o repertório de nossos mitos antigos nas diversas escrituras.

 Quando as crenças são universais, devemos dar algum crédito a elas. O estudo dos totens animais é muito importante para a compreensão de como o reino espiritual se manifesta na vida natural.

O conceito de “medicina”, que emprego, quando se refere; a medicina da águia, poderes medicinais do urso, medicina pessoal, e etc. se referem aos quatro corpos: O emocional, o físico, o mental e o espiritual.

 O termo medicina é empregado para o poder pessoal, dádivas de sabedoria, força física, clareza espiritual, talentos. É um modo de vida consciente através da relação de cura, com nossa Mãe Terra, com O Grande Espírito  e suas crianças, nossos familiares, amigos, plantas, pedras e as pequenas criaturas.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Quíron e o Xamanismo - Mitos e simbolos







"O Centauro  Quíron e o Xamanismo - Mitos e Símbolos"

Veja no seu mapa astral onde se encontra Quirón


XAMANISMO: PERSPECTIVA HISTÓRICA E CULTURAL

Dentro de um contexto histórico, o xamanismo floresceu no Paleolítico em povos caçadores e coletores; nos dias atuais, são poucas as culturas primariamente xamânicas que ainda sobrevivem, à exceção de certas tribos nativas da África e das Américas.

Historicamente, portanto, o período xamânico caracteriza-se por um tipo de vida tribal, estando a individualidade de cada homem inserida dentro de uma totalidade que abrangia sua família e seus antepassados, bem como o mundo da natureza e, inclusive, a vida como um todo, sendo esta quase sempre percebida como reflexo de várias divindades cosmológicas.

 Por conseguinte, a individualidade de uma pessoa não existe como entidade isolada, porém adquire sua validade quando considerada em relação à comunidade e à posição que nela ocupa. Nossa ferida é exatamente essa inexistência de relação e constitui, pois, a doença da qual padece a nossa sociedade ocidental industrializada. Jung expressa essa  situação de modo comovente:

À medida que foram se ampliando os conhecimentos científicos, nosso mundo tornou-se desumanizado. O homem sente-se isolado no cosmo porque não está mais inserido na natureza e perdeu sua “identidade inconsciente” emocional com os fenômenos naturais.

Estes, com efeito, perderam lentamente suas implicações simbólicas. O trovão já não mais representa a voz de um deus encolerizado, e os raios tampouco constituem-se numa arma por ele usada em sua vingança.

Não há mais nenhum rio que contenha um espírito, nenhuma árvore que simbolize a sabedoria, nenhuma gruta que abrigue um grande demônio. O homem já não ouve mais nenhuma voz emitida pelas pedras, plantas e animais, nem fala com eles acreditando que possam ouvi-lo.

Seu contato com a natureza esvaiu-se, e junto com esta perda foi-se também a profunda energia emocional suprida por essa conexão simbólica.