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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

A criança de Sagitário - Educação. continuação ... 2






A criança de Sagitário - Educação. continuação ... 2
Postado por Dharmadhannya
"Os astros predispõem não determinam"



" Durante certo tempo de vida nos vemos através de um espelho, confusamente, e que posteriormente, no conheceremos como realmente somos ou como estamos sendo estruturados pela vida, pela família, cultura, educação; e nos veremos face a face.


A criança Sagitariana necessita de momentos de silêncio, de concentração. Ouvir histórias, brincar com jogos e  brincadeiras inteligentes podem iniciar o seu “treinamento” para a concentração, e para a disciplina – luz do discernimento intuitivo, simbólico que Júpiter oferece. E assim, ela será treinada para receber a Graça da “boa Sorte” que Júpiter  oferece em suas escolhas e no seu aprendizado.

Liz Greene diz que Júpiter e Sagitário tem a tendência de ter vislumbres e revelações diretamente da dimensão  “transcendental” do inconsciente – processo de “iluminação”, apenas ele  sabe e não consegue explicar.

Existem dois tipos de estímulos – genético e ambiental. A criança pode ter uma pré-disposição genética, uma influência astrológica natural, mas também é muito influenciada.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

A Criança - a violência e o chakra Muladara ou básico.









Bater, dar tapas, amedrontar, ridicularizar ou promover o pânico são formas de punição que deixam cicatrizes emocionais.

 Algumas crianças vão querer se vingar; outras vão se menosprezar tanto que podem tentar se ferir ou ferir os outros. Algu­mas ficam com medo de fazer qualquer coisa para não correrem o risco do fracasso ou do ridículo.

O opressor um dia internalizou o pai carrasco, e hoje age como ele, e se você agir com violência, irá projetar o carrasco e ele irá internalizar o seu ódio, a sua maldade e poderá usar a violência contra si mesmo, ou irá ser agressivo na escola.

O chakra básico das crianças que sofreram violência na infância, ficam “lesados”  -  a criança revela instabilidade emocional, não confia nos outros, tem medo, fobia, timidez, incapacidade de concentração, insegurança, esquecimento,  ganância, , credulidade, desapontamento, depressão, materialismo excessivo, o desapego. Podem perder o controle das finanças da sua vida ou querer ter controle de tudo.


Na tradição Yoga, o bebê permanece com sua mãe desde o nascimento até quarenta dias. Visitas ou outros estímulos externos não são incentivados. Uma mãe é cuidada, irá preparar a comida, você massagem e é servido por uma pessoa amorosa.

 O bebê está sempre com ela, tocando-a, e recebe a massagem de sua mãe, pelo menos, duas vezes por dia. O sentido do tato e segurança a que estão a partir deste momento mágico não pode ser substituído por anos de terapia e meditação.

 Ele permite que o recém-nascido para desenvolver a confiança básica na vida. "Eu estou aqui. Eu sou bem-vindo. O terreno é bom. Eu posso estar aqui. Eu deveria estar aqui. Minhas necessidades são cobertas. O que eu preciso está aqui." Muitos mestres espirituais dizem que um dos maiores desafios do homem moderno está contando com aterrar-se e, em seguida, mais tarde no invisível.

Nossa falta instinto básico de confiança interrompe o fluxo de energia para os centros superiores ou chakras. Ela nos impede todo e desenvolver emocionalmente.

 Nós complica a construção de muitas defesas contra a sensação desconfortável de não ter raiz e segurança.

 Nós rejeitamos o mundo antes que o mundo nos rejeite – somos reativos para nos defender. Nós nos apegamos a tudo para acreditar que podemos enfrentar as adversidades e atacamos para nos defender, e negamos nossa insegurança, a nossa falta de centro pessoal na tempestade da vida. Isso produz intolerância, torturadores, perversão e mentes estreitas.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Dez razões por que seu filho precisa obedecer





 “Se meus pais não estabelecem uma hora para eu voltar para casa, é porque não se importam comigo. ”

 Essa curiosa frase de um adoles­cente deixa clara a necessidade que as crianças têm de que mostrem a elas o que podem e o que não podem fazer.

Se estabelecermos uma lista com as dez principais razões por que você precisa impor regras ao seu filho, e ele precisa cumpri-las, che­garíamos à esta lista:

NÚMERO UM - Porque, com as regras, ele aprenderá o que pode e o que não pode fazer. A pílula mágica não existe, e as crianças não nascem sabendo o que “é certo e o que não é.” Nascem com todo o potencial para aprender isso, desde que alguém lhes ensine.

A aprendizagem do adequado/inadequado não vem de fábrica, e é tarefa, principalmente dos pais, que esses conceitos sejam in­cluídos no dia a dia da educação das crianças para que, no futuro, elas venham a se beneficiar dele/.

 Como os carros, as crianças podem funcionar sem manutenção, mas, depois, passarão muito tempo na oficina.

Quando os pais estabelecem limites para seus filhos, dão a eles referências que os ajudam a ter claros determinados critérios sobre a vida.

 “Minha mãe disse que não devo fazer isso”, responde um me­nino de quatro anos a um amigo que insiste em que ele roube doces em uma loja.