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terça-feira, 31 de julho de 2018

Integrando a Divina Presença





Esta meditação é muito  importante para nossa vida, ela nos envolve com a luz da Presença Divina Eu Sou. Se voce estiver isolada, e reativa  e as pessoas se afastam de voce faça esta meditação diária, que irá facilitar o seu contato com a luz divina magnética da Alma. Dharmadhannya

INTEGRANDO A PRESENÇA NO DIA A DIA 
Mensagem do Mestre A. Metatron 
Canalizado por Elsa Farrus


Todo ser possui lótus interiores, que em seu equilíbrio se iluminam perante uma decisão ou experiência.

As flores interiores dos chakras, ou lótus, quando respiramos ou decidimos algo ou bem vivemos uma experiência se iluminam e vibram: todas e cada uma de suas pétalas, como as teclas de um piano, emitindo um tom e aroma pessoal, que estruturam a geometria que impulsiona, por sua vez, a chave tonal que impregna o campo eletromagnético que, ao receber a decisão, ativa as sete leis universais pela ressonância.

Cada ser tem uma geometria própria que se move, que se transforma e vibra formando milhares de combinações harmônicas. Somente quando um ser teme ou não aceita uma mudança é que a geometria se desestrutura e reforma o código genético, desestruturando o corpo físico.


Somos como milhares de cristais que giram em um caleidoscópio e formam desenhos perante cada fato de nossa vida, formam realidades de cores e infinitas combinações.

Ao ativar o PONTO MÉDIO restauramos através da energia solar essa estrutura ao ponto original de maneira gradual ao integrar a consciência solar à luz do sol central.

sábado, 5 de novembro de 2016

A Construção do Antakarana




A Construção do Antakarana Manual Completo de Ascensão Dr. Joshua David Stone

Escola Flor da Vida.com   

O antahkarana pode ser usado para liberar as energias negativas de pessoas e objetos, bem como purificar cristais. É um símbolo multidimensional, que atua nos sete planos, fato representado pelos tres setes impressos em suas faces. 

O cubo representa o homem, a personalidade humana e as suas três faces, os três principais cordões/fios que unem o homem ao seu Eu Superior: o fio de Sutratma, o fio da consciência e o fio criador.

A construção do Antakarana, ou ponte do arco-íris, é um assunto absolutamente fascinante. Chegará o dia em que a ciência do Antakarana será ensinada em todas as escolas e salas de aula do mundo.



Ela é a verdadeira ciência da mente, pois utiliza a substância mental para construir uma ponte entre a personalidade e a alma e, à medida que o ser evolui, entre a alma (Eu Superior, Cristo, Filho de Deus Pai e da Mãe Terra que veio a este planeta com o objetivo de revelar na natureza de Deus que é amor), a Tríade Espiritual e a Mônada (Presença Eu Sou ou Divina Presença).



A tríade espiritual   é o veículo por meio do qual a Mônada trabalha, do mesmo modo que a alma, na Terra, trabalha através da personalidade. A Mônada trabalha através do tríplice veículo composto pela vontade espiritual, pela intuição e pela mente superior.

O Antakarana é o fio, e mais tarde o cordão que o discípulo cria pela meditação e compreensão, pelas práticas espirituais e pelo trabalho espiritual específico e dirigido. Nesse processo, o discípulo recebe ajuda da alma e, mais tarde, da Mônada; mas a primeira parte do trabalho tem que ser feita por ele.

A Mônada (Divina Presença, ou Centelha  Divina, Eu sou, Eu  superior, Espirito, ou Espirito Santo) já tem um fio ou cordão de energia que se estende dela mesma até o chakra do coração do discípulo na Terra. Esse cordão de energia é chamado de sutratama, fio da vida, ou cordão de prata.
 A alma tem um fio ou cordão, chamado de cordão da consciência, que se estende dela mesma até a glândula pineal do discípulo. O conhecimento usa o cordão da consciência. A energia da sabedoria usa o Antakarana, quando ele está construído.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

ENCONTRO DO HOMEM COM O SEU EU CENTRAL






ENCONTRO DO HOMEM COM O SEU EU

“O amor é a mais alta racionalidade” (Albert Schweitzer).
E esta suprema racionalidade do amor pede cometer a mais estupenda irracionalidade — escravizando-se por amor...
É este o mais profundo mistério dos avagares, e, sobre­tudo, do Cristo. “Quem quiser ser grande seja o servidor de todos.”

“Eu sou senhor de tudo que sei, mas eu sou escravo de tudo que ignoro” (Spinoza).

O mundo do homem é um grandioso cosmos, no qual o Eu central habita e governa como soberana Essência, a cujo serviço devem estar todas as Existências, assim como os planetas giram em torno do sol.

“Elevados são os sentidos; mais alta que os sentidos é a inteligência; acima da inteligência está a razão — mas acima de todos está o Eu (puruska) ” (cf. Bhagavad Gita, UI, 42 s.).

Se acordaste para o Eu central, e se integraste todos os teus egos periféricos nessa centralidade divina — então po­derás viver no meio do mundo sem ser derrotado, porque o teu mundo interno é mais poderoso que todos os mundos externos.

Esse Eu é a silenciosa Fonte de luz e força.
“O homem que disciplinou o seu mundo interior e está consolidado no Eu, totalmente livre do desejo de objetos dese­jáveis — esse é um homem liberto.

Como uma chama colo­cada num lugar abrigado não bruxuleia, assim é o yogui que disciplinou o seu mundo interno e se firmou no Eu” (cf. Bha­gavad Gita, VI, 18 ss.).

Enquanto o homem não rompe caminho rumo ao seu Eu central, vive ele perturbado e a sua força é dispersa.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

CONSCIÊNCIA ENCARNADA - FORÇA ESSENCIAL QUE MOVE O CORPO




CONSCIÊNCIA ENCARNADA
FORÇA ESSENCIAL QUE MOVE O CORPO.
- Primeira parte.
O intuito deste texto é apresentar esclarecimentos e evidências incontestáveis sobre a existência de uma força que dirige, controla e anima o mecanismo neuroorgânico de cada um de nós: a Consciência Encarnada. 
Antes de nos aprofundarmos, faremos um breve apanhado histórico sobre esta força inteligente cujo atributo principal é a inteligência. 
01. Pré-História
Através das escavações arqueológicas somos capazes de examinar que o homem de Neanderthal, que viveu no período de 60.000 a 35.000 anos a.C., não só tinha consciência da morte como também da sua transcendência e renascimento. 
Os mortos eram sepultados com os objetos que acreditavam serem úteis na jornada para outro mundo e outra vida. Desta forma, concluímos que estes primitivos sabiam, de alguma forma que algo inteligente residia no corpo, ou melhor, que este era animado por uma força. 
02. Alma
Os antigos egípcios (5.000 anos a.C.) afirmavam que uma força essencial movia o corpo. Ela tinha como atributo a inteligência e se libertava do mundo físico no momento da morte. 
 Era crença que a alma