domingo, 6 de agosto de 2017

Plexo solar - Terceiro Chakra




Ozaniec 
Pesquisado por dharmadhannya

MEDITAÇÃO

Visualização: Saudação ao Sol

Veja-se de pé sobre a protuberância de uma rocha, numa paisagem árida e sem árvores. Ainda está bastante escuro; está prestes a amanhecer. Sua posição privilegiada permite que você contemple o território. Mesmo nessa luz você consegue descortinar uma vasta planície desértica que avança em todas as direções.

 Aqui e ali você consegue perceber grandes aforamentos rochosos, que parecem dedos que se erguem para o céu. O Sol começa a nascer no horizonte longínquo. Você observa o despontar da grande bola de fogo. Logo que surge, parece vermelho. Você ergue os braços saudando o grande ser que emerge da escuridão da noite.
 A luz do sol começa a inundar o terreno, iluminando a paisagem aparentemente sem fim. Você sente um toque de calor no rosto quando os raios do grande astro ficam mais longos.

À medida que o sol se eleva no céu, passando do vermelho para um amarelo ardente, ele parece acender a fagulha dentro do seu centro de fogo.

 Sua mente fica inundada com a imagem de uma radiante esfera nas profundezas cio centro do seu ser. Ela reluz com um brilho que se expande para fora, enquanto você se ergue sobre o seu pico elevado. Ela sobe dentro de você como uma grande bola flamejante que emerge do sono. Você começa a respirar profundamente, bebendo os raios do sol como um líquido dourado. Ao inspirar, você se vê inundado por uma chuva de luminosidade. Ao expirar, irradia essa energia divina na direção de outras formas vivas.


Enquanto se ergue no brilho cada vez mais intenso de um novo dia, procure tomar consciência da qualidade vivificante de toda a paisagem. Na frescura do novo dia, tudo irradia vida. À medida que você dá seguimento à respiração profunda, suas inalações parecem colocá-lo em contato com a força vital da terra, das pedras, da areia e do próprio ar.

Enquanto inspira, você sente que está bebendo a energia que a terra tem a lhe oferecer, compartilhando o seu ciclo diário de renovação. Essa energia enche o seu centro do poder, inundando-o de força vital. Você se sente totalmente vivo, revigorado, extremamente alegre. Sua reserva de energia, agora tão elevada, está quase transbordando. Transfira esse vigor para a sua vida e use-o para se realizar.


O chakra manipura produz um vasto conjunto de imagens flamejantes: acender uma fogueira; preparar um fogo ritual; porém, paradoxalmente, ileso, de um modo bastante semelhante ao da sarça ardente. As imagens do amanhecer, ou outras imagens solares, podem indicar um despertar nesse nível.

Diz-se que o iniciado que atua nesse nível é capaz de enviar prana para o chakra sahasrara e ficar completamente livre da doença. Na verdade, isso só é possível quando se alcança um considerável grau de controle com relação ao prana.


Remédios Florais do dr. Bach

Aspen - 2 Para vencer o medo
 Hornbeam - 17 Para ser capaz de atingir objetivos pessoais

Impatiens - 18 Para ter paciência

Larch - 19 Para ter consciência de si mesmo

Scleranzhus - 28 Para o equilíbrio interior

Star of Bethlehem - 29 Para adquirir a habilidade de agir alegremente

Música
Esse chakra está relacionado com a expressão d Quando elas não são liberadas no momento adequado, aloja-se, literalmente, no chakra e no corpo. A música poder de expressar uma emoção, de dor ou tristeza, pode proporcionar uma experiência catártica extremamente necessária. Uma boa idéia é ouvir Sunrise, de David Sun, The Enchanier, de Tim Wheater, e Aquamarine, de Stairway.

PLEXO SOLAR – Terceiro Chakra
Localização: Situado entre a décima segunda vértebra torácica e a primeira vértebra lombar.
Nome em sânscrito: Manipura, que significa “gema reluzente” ou “cidade das jóias”.
Elemento: Fogo.
Funções: Vontade, poder.
Estados interiores: Emoção intensa — riso, alegria, raiva. Partes do corpo: Sistema digestivo, fígado, baço, estômago, intestino delgado.
Glândula: Pâncreas.
Disfunções: Úlcera, diabetes, distúrbios alimentares, como a anorexia e a bulimia, hipoglicemia.
O portal do Sol

O chakra do Plexo Solar:
Tabela de correspondências

Cor: Amarelo.
Som fundamental: Ram.
Sentido: Visão.
Pétalas: Dez: da, dha, na, ta, tha, da, dha, na, pa, pha.
Animal-símbolo: Carneiro.
Divindades: Rudra, Lakini. Apolo, Agni.
Através da meditação neste lótus do umbigo, adquire-se o poder de criar e de destruir.

Através da meditação neste lótus do umbigo, adquire-se o poder de criar e de destruir. Sat-Cakra-Nirupnana, verso21.

Nós ascendemos do fluido chakra svadisthana para encontrar o fogo do chakra manipura. Satyananda situa este chakra entre a décima segunda vértebra torácica e a primeira vértebra lombar, atrás do umbigo. No Ocidente, esse centro energético é conhecido como o chakra do plexo solar. Este é um nome um tanto ou quanto inadequado, uma vez que os doze nervos do tórax, nessa área, não formam um plexo, permanecendo, ao contrário, separados.

Manipura pode ser traduzido por “gema reluzente”, ou “cidade das jóias” ou, ainda, “cheio de jóias”. No Tibete, esse chakra é conhecido como manipadma ou “lótus adornado com jóias”. Esse chakra irradia sua ardente energia como um sol brilhante. Sua cor é o amarelo; seu elemento, o fogo.

O abdômen contém o sistema digestivo, que transmuta o alimento em energia. Raramente pensamos nesse processo, a não ser quando ele apresenta alguma disfunção. O alimento proporciona combustível para o corpo. Do mesmo modo como o sistema digestivo físico extrai energia do alimento, o chakra do plexo solar extrai e armazena o prana.

O prana é a energia que permeia toda a vida; onde existe prana, existe vida. Cada um dos chakras é um centro de prana, mas ele

é gerado e distribuído pelo manipura. O prana pode ser conduzido para qualquer um dos sistemas do corpo através da força da imaginação dirigida e aliada a um sólido conhecimento de anatomia.

O Prana Vidya é o estudo prático da força vital. Trata-se de um antigo ramo do treinamento esotérico que tem sua origem na tradição tântrica. Os praticantes aprendem técnicas de contração, de expansão e localização do prana. Os distúrbios do prana no corpo são considerados a causa fundamental das doenças. O prana pode ser passado de uma pessoa a outra, especialmente durante uma sessão de cura. Ele pode ser visto algumas vezes como lampejos brilhantes de luz branca que emanam das mãos.

 Durante uma troca de energia, pode-se sentir as repentinas mudanças de temperatura, dependendo da direção do fluxo. O curador, aquele que manipula o prana, experimenta com frequência uma sensação de calor seguida de um frio extremo, quando o prana é inicialmente acumulado e depois liberado. A pessoa que o recebe tem, muitas vezes, uma sensação gradual de aquecimento, à medida que o prana, lentamente, é assimilado.

Afirma-se que no corpo o prana tem cinco formas, ou ventos denominados udana, sainana, uyana, apana e prana.

- Udana rege a área acima da garganta e os quatro membros; também controla o fluxo ascendente de energia no corpo.

- Samana rege a região do umbigo e o sistema digestivo.

- Uyana permeia todo o corpo.

-  Apana rege a área abaixo do umbigo.

Prana rege a área entre a garganta e o diafragma, controlando a respiração e as funções da fala.

 O praticante experimentado tem de aprender a distinguir e operar as cinco formas diferentes de prana. De acordo com Satyananda, a união consciente de prana e apana no plexo solar é uma prática extremamente importante, que serve para despertar esse centro. As duas energias distintas se encontram e geram uma poderosa força.

O prana é universal para todas as coisas vivas. Ele é absorvido a partir do alimento vivo, do ar e das paisagens naturais virgens. Isto traz à baila a questão mais importante dos nossos dias:


- o da poluição do planeta, que afeta a qualidade do ar que respiramos e do alimento que ingerimos.

O chakra do plexo solar é o nosso lugar de habilitação no mundo. É a nossa reserva de combustível. Quando essa reserva está baixa, não temos força propulsora para nos projetarmos com impacto no mundo.

Tornamo-nos vítimas da sorte e das circunstâncias quando perdemos o contato com a força da vontade, que é uma expressão direta do ser interior.

A vontade é fundamental para o bem-estar e a realização pessoal, pois traduz a nossa natureza mais íntima numa expressão exterior, permitindo que superemos as circunstâncias difíceis da vida.

 Se uma pessoa tem uma pessoa tem uma vontade fraca, as qualidades de autodeterminação e de auto-orientação são pouco desenvolvidas; ela é facilmente desviada de qualquer rumo pela influência das outras pessoas.


Quando a pessoa tem uma vontade forte, ela exerce o poder sem se preocupar nem um pouco com os outros. É através da expressão da vontade que criamos a nossa própria realidade; nosso poder no mundo é uma expressão do nosso senso de vontade. A vontade humana tem sido encarada por muitos escritores esotéricos como o reflexo de uma qualidade divina, a Vontade Primordial, que dá vida à criação.

É através da vontade humana que a mudança para o bem ou para o mal passa a existir no mundo. Nós temos o livre-arbítrio; isso nos proporciona o direito de escolher e nos ensina o valor do discernimento.

Nossas vidas são moldadas pelo uso consciente da vontade.

Quando a vontade está bloqueada, temos uma sensação de muitas vezes seguida de uma compressão em toda a região do plexo solar.

Nossa força desaparece, nosso fogo se extingue. Deveria existir, idealmente, um fluxo livre de energia entre a vontade pessoal e a liberdade de nos projetarmos no mundo, mas em geral ele está bloqueado. Pode tratar-se de um obstáculo temporário, provocado por uma discussão pessoal, ou pode ser uma situação permanente de repressão.

A harmonia entre a percepção da vontade pessoal e a liberdade externa de expressão permite que a energia do terceiro chakra flua de uma maneira uniforme.

 Quando a vontade é bloqueada, quer na sua origem, quer externamente, o chakra não consegue liberar as energias, e estas começam a colidir.

O chakra atua como uma represa que retém os sentimentos, as energias, as necessidades e os impulsos.

Existe um tumulto interior, uma raiva reprimida(Marte), e uma força contida.
a vontade fraca, imatura, infantil não controla emoções. Não tem tempero, não tem controle.

Finalmente, alguma coisa estala e ocorre uma cena emocional, uma crise, ou até mesmo um esgotamento. Esse chakra contém nossas emoções mais grosseiras. Quando as emoções se expressam livremente, elas saem de nós e passam facilmente para a situação apropriada, sendo incorporadas ao nosso ser como um todo.

 Quando as emoções, por qualquer razão, não se manifestam e se voltam para dentro de nós, elas permanecem alojadas nesse chakra até que tenha lugar a catarse. A raiva, especialmente, é uma emoção que pode ficar reprimida durante muitos anos e pode haver somatização  -  doenças psicossomáticas.


Acredito que alimentamos o nosso “monstro interior”, filho da repressão e da violência na infância que vai crescendo alimentado com a raiva contida, com a criatividade contida; assim,  ele poder explodir num Câncer, num assassinato, em um suicídio, ou com o uso destruidor de bebidas e de drogas. Ele pode transfigurar nossa imagem no mundo com a inconsciência e cego vamos sendo levados pela sorte sem escolhas e sem consciência.

O estômago é extremamente sensível a mudanças repentinas nos nossos sentimentos. Quando sentimos uma dor na boca do estômago, estamos sentindo medo ou um extremo nervosismo. Quando sofremos um choque repentino, podemos ter a impressão de uma pancada no estômago e de nos sentirmos fisicamente doentes. Quando estamos perturbados, temos dificuldade para comer. Essas sensações físicas são reflexos da atividade do terceiro chakra.

Esse chakra representa uma etapa importante no desenvolvimento da consciência humana. Ele não retém nenhum vestígio da ancestralidade animal que compartilhamos, ao contrário do que ocorre com os chakras raiz e do sacro. Alguns ensinamentos tântricos o consideram o ponto de partida do desenvolvimento humano superior exatamente por esse motivo. Satyananda o chama de local da “confirmação do despertar”, indicando que, quando esse nível é alcançado, a força da kundalini não mais recuará aos centros inferiores.
Considera-se, tradicionalmente, que o despertar desse chakra confere o poder de localizar um tesouro oculto. Esta é uma interessante correspondência com o nome verdadeiro do chakra manipura, “gema reluzente”. Ele também pode ter um significado simbólico que indica ser a própria realidade espiritual o tesouro oculto.

 Diz-se que o despertar desse chakra confere o domínio sobre o fogo. Essa afirmação está relacionada com os fogos internos e com a geração do calor psíquico através do uso controlado da energia natural.

 Diz-se, ainda, que a habilidade de ver o corpo a partir do interior também se desenvolve à medida que as funções desse chakra se manifestam. Isso é especialmente apropriado quando nos lembramos do treinamento envolvido no Prana Vidya, no qual as visualizações se concentram na anatomia interna que serve de canal para a circulação do prana.

Leslie Kenton, cujos livros promovem a saúde, a beleza e a capacidade física, sugere uma forma de vida que gira em torno do alimento vivo, ou seja, alimentação que contém prana.
Essa escritora não tem nenhuma dúvida com relação ao valor dos vegetais crus e frescos e dos sucos extraídos das frutas como fontes de vitaminas e minerais. Os alimentos bioenergéticos — sementes, cereais, nozes e legumes —, junto com as verduras e as frutas, compartilham uma propriedade excepcional: todos irradiam força vital.

 A fotografia Kirlian nos levou a compreender isto muito bem. Quando a matéria orgânica é fresca, sua emanação é brilhante. À medida que envelhecem, essas emanações vão perdendo o seu brilho, desaparecendo, por fim, totalmente.

 Os alimentos que não têm nenhum vestígio de força vital são, em última análise, perniciosos para o corpo. O alimento vivo estimula todo o ser. Uma dieta feita em torno do alimento vivo contribuirá, depois de algum tempo, para elevar as vibrações das energias sutis a um nível superior.

Os ensinamentos japoneses atribuem grande importância a esse chakra. Ele é chamado de hara, que, literalmente, significa “barriga”. É o ponto central no qual todas as coisas, visíveis e invisíveis, encontram seu equilíbrio. Tradicionalmente, o hara está situado três dedos abaixo do umbigo.

Quando esse chakra funciona como o centro gravitacional do ser, as emoções são sentidas e expressas. Quando a energia desse centro é reprimida, podem surgir sérias discrepâncias entre o verdadeiro sentimento e a ação. A anorexia é um distúrbio no qual os sentimentos mais profundos são negados e cobertos com uma falsa auto-imagem.

Quando o hara está em funcionamento, a expressão é unificada através da palavra, da ação e da linguagem do corpo. No Japão, uma pessoa é considerada indigna de confiança e falsa a não ser que sua voz venha do hara.

A emissão de um som harmônico é uma maneira antiga e fascinante de atingir as energias do hara; ele pode ser liberador e, até mesmo, catártico. Sente-se ou fique de pé, mantendo as costas retas. Comece respirando à maneira iogue. Coloque a ponta da língua contra a parte de cima da boca enquanto inspira. Expire, ao mesmo tempo que sua língua se enrola levemente para trás. Deixe

o ar sair sem ruído. Você deve deixar um pequeno espaço entre a língua e o céu da boca. A ponta da língua deve estar voltada para trás. Deixe que os lados da língua toquem, de leve, os dentes superiores. Agora você está pronto para tentar emitir um som harmônico. Escolha um tom confortável e coloque-o dentro do hara. Quando o som se formar, você poderá variá-lo mudando a posição da língua no interior da boca e alterando o formato dos lábios.

Quando o som harmônico é emitido, ouvem-se duas notas ao mesmo tempo e tem-se uma sensação de vibração na cabeça. A emissão de um som harmônico pode proporcionar uma maravilhosa experiência, quando executada em grupo.

A percepção desse centro também pode ser desenvolvida através da respiração do hara. Isto requer que se leve a consciência ao centro enquanto se estabelece um ritmo respiratório. As mãos são colocadas sobre o centro, ao mesmo tempo que se toca com a língua o palato superior.

Esse ato liga o meridiano governador e o meridiano da concepção, facilitando o fluxo de prana a partir do centro. Inala-se profundamente, enquanto se conta de um a cinco e se visualiza uma luz radiante penetrando junto com o ar.

Prende- se a respiração, enquanto se conta até cinco e sente-se a energia acumulando no centro. Exala-se o ar, enquanto também se conta até cinco. Estabelece-se, então, um ritmo ininterrupto de respiração. O exercício pode ser feito na posição deitada durante, aproximadamente, vinte minutos. Ele provoca uma sensação de intenso calor e de energia pessoal no corpo. Uma técnica avançada para gerar calor no corpo foi desenvolvida no Tibete. Seu nome é tummo.

Extrai- se o prana dos vastos reservatórios naturais e, então, ele é armazenado no corpo humano para gerar calor. O sistema usa a meditação elaborada, visualizações complexas, posturas e o controle da respiração.

O praticante cria a forma de um lótus dourado no umbigo e usa o mantra bija para invocar o elemento fogo. Este último é gerado no alto da cabeça, descendo depois para o centro do umbigo, O sushumna é ampliado no olho mental até abranger a forma física. Ele se torna, literalmente, o canal para o fogo. Depois de um longo e rigoroso treinamento, o candidato é testado pelo mestre.

Alexandra David-Neel, que viajou e estudou no Tibete, descreveu como ela viu o tummo durante a prática: “Os neófitos sentam-se nus e de pernas cruzadas. Lençóis são mergulhados em água gelada. Cada homem se envolve num deles, até secá-lo junto ao corpo. Tão logo o lençol fique seco, é novamente mergulhado na água. A operação prossegue, desta maneira, até o amanhecer; aquele que conseguir secar o maior número de lençóis é considerado o vencedor da competição.”2

“Repa”, em tibetano, significa “aquele vestido de algodão”. O grande mestre Milarepa dominou o “tummo” sob a orientação do seu mestre Marpa. Milarepa foi forçado a permanecer numa caverna gelada durante um ano. Ele escreveu a respeito da sua experiência um poema que termina com as seguintes linhas:

A luta mortal do guerreiro pôde ser vista
E eu, tendo sido vitorioso, deixei um marco para os eremitas
Demonstrando a grande virtude de tummo.3

É difícil dizer se essas tradições se perderam com a destruição do modo de vida tibetano; mas existe um testemunho adequado do total domínio do calor e do frio pelos mestres do passado. Essa é apenas uma das expressões dos poderes do chakra manipura, o plexo solar, o sol pessoal.

Quando examinamos as imagens tradicionais relacionadas com esse chakra, encontramos dez pétalas de cor azul-esverdeada, a cor de uma nuvem de chuva. Em cada pétala está inscrita uma consoante em azul brilhante.

 Existe no centro um triângulo vermelho que aponta para baixo, a região do fogo, com projeções adicionais em forma de T em cada um dos lados, para sugerir movimento.

 O mantra bija ou som fundamental desse chakra é ram, que também é vermelho. O ram, veículo de Agni, o deus do fogo, representa as qualidades ardentes desse centro energético.

Uma das divindades do chakra manipura é Rudra, um aspecto de Vishnu e Lakini. Rudra é o deus das tempestades; ele possui, ao mesmo tempo, um aspecto vingativo e um benigno, indicando que o poder pode ser usado tanto de uma maneira positiva como de uma maneira negativa.
 Rudra é conhecido como “aquele que é vermelho”. Ele é representado, frequentemente, numa cor avermelhada, mas também é apresentado com uma face branca coberta de cinzas.

Sakti Lakini é uma forma de Laksmi, a deusa da boa sorte e da beleza. Em geral, ela é representada de pé ou sentada sobre um lótus. Nesse caso, Laksni está sentada sobre um lótus vermelho. Ela é azul e tem três rostos com três olhos em cada um. O terceiro olho simboliza a ampliação do sentido psíquico que acompanha o despertar desse chakra.

 Ela tem quatro braços e segura um vajra — relâmpago que simboliza o poder — e um Sakti ou arma de fogo. Ela faz os sinais que concedem bênçãos e dispersam os temores. Isso nos traz de volta, mais uma vez, à cor vermelha.

O intenso simbolismo visual do chakra do plexo solar faz com que a mente se concentre no elemento fogo e na cor vermelha.
Fisicamente, esse chakra rege o estômago e o sistema digestivo. O chakra manipura está relacionado com o fígado, a vesícula biliar, o estômago e o baço. Os desequilíbrios podem dar origem a distúrbios alimentares e digestivos.

 As úlceras, que estão frequentemente relacionadas com elevados níveis de tensão, representam um distúrbio clássico desse centro energético.

Quando as energias desse chakra estão ativas e equilibradas, a pessoa desfruta o bem-estar e tem um claro senso de autodeterminação.

Exercícios de orientação
1. Explore o conceito de poder pessoal, analisando a maneira como você usa o seu poder no mundo.
2. Medite sobre o elemento fogo.

Exercícios de pranayama
 Ligando os fluxos
1. Sente-se com a coluna ereta.
2. Inspire profundamente. Imagine o prana sendo absorvido através da sua garganta e fluindo para o seu umbigo.
3. Imagine, ao mesmo tempo, o prana subindo do muladhara para o umbigo. Execute o mulabandha (contração do períneo) e visualize os dois fluxos juntando-se no umbigo.
Você também poderá trabalhar com a Respiração do Fogo e a Respiração do Hara.

Asanas
1. Levantamento abdominal
1. Sente-se com as pernas esticadas, com as palmas das mãos no chão na direção dos ombros.
2. Erga o corpo, levantando as nádegas.
3. Forme uma linha reta com o corpo, dos dedos dos pés à cabeça.
4. Deixe o corpo cair numa posição sentada e repita o exercício.
Imagem Levantamento abdominal

2. Flexões da coluna
Este exercício curva a coluna nas duas direções.
2. Sente-se sobre os calcanhares, com as mãos sobre os joelhos, e curve as costas.
Inspire e estique as costas. Empurre o peito para cima e para fora.
Expire, enquanto deixa cair rapidamente ciclo.
Flexão da coluna
Imagem
3. A pinça (paschimottanasana)
1. Sente-se no chão com as pernas esticadas, as mãos pousadas sobre as coxas.
2. Curve lentamente o tronco para a frente, deslizando as mãos pelas pernas.
3. Curve-se para a frente até onde se sentir bem; o ideal é que a testa toque os joelhos.



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por isto estou em oração permanente contra ataques.
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Raziel, Uriel,  Samuel
Os anjos seguem na frente abrindo meus caminhos
 e me protegendo Com a Justiça Divina.
Amém!

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